segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

4° Campeonato LMC de Ciclismo - 2016 2° Etapa / 2° Troféu Guilherme João



Data: 20/03/2016
Local: Praça da rodoviária
Horário de concentração e abertura de secretaria: 07h:00min em ponto
Fechamento de secretaria 8h30min em ponto
Largada: 09h:00min em ponto
Percurso: aproximadamente 16 km
Premiação: 14h:00Min. podendo ser antecipada
Haverá deslocamento

Contatos:
Horário comercial
31 34542121 Frango / Eliane
031 988171472 Frango /Eliane

Email: contatopedaldofrango@gmail.com

Regulamento: 
Leia o regulamento antes de se inscrever.
Categorias:
Open Masculina
Master A
Master B
Master C1
Master C2
Amadora masculina
MTB Street masculina

Inscrições: 
Só faremos inscrições pelo site abaixo.
As inscrições se encerrarão no dia 19/03/2016 às 14H:00min, lembrando que só será emitido o boleto bancário até o dia 12/03/2016 após esta data só cartão de credito ou debito online.
Valor: R$70,00 + taxas  
Não haverá inscrições no dia do evento



Altimetria:




Apoio:
Gwr: Ferramentas e parafusos em geral
RDMecânica Industrial
DER - MG
PMMG
Prefeitura de Moeda _MG

Demerson Pulis
Presidente 
Liga Mineira de Ciclismo

Descendo a montanha de bike

Piores Tombos de BIKE!

Dicas de ferramentas para bike.

Fabian Cancellara: «Recorde da hora? Perdi a motivação»

Por Record 21 Fevereiro 2016

O britânico Bradley Wiggins pode ficar descansado. Pelo menos da parte de Fabian Cancellara, pois continuará a ser o recordista mundial da hora, que fixou o ano passado com 54,526 km. Numa conversa com Record e a revista 'Ciclismo a Fundo', realizada no interior do autocarro da Trek, um espaço restrito e só acessível a muito poucos, o suíço explicou por que é que pedalar durante uma hora deixou de ser objetivo. "Perdi a motivação. As coisas ou são feitas naquele momento, ou então... foi um projeto passado."

Nascido há 34 anos na região de Berna, 'Spartacus', como Cancellara é conhecido no pelotão, fez segredo, de resto, quanto ao seu futuro pós-retirada, que vai acontecer no final de 2016, revelando apenas que continuará ligado à modalidade. "Não vou ser comentador, não vou ser diretor-desportivo, daqueles que andam no carro", garantiu. Tenho outros planos, que por enquanto não posso revelar. Quero também desfrutar um pouco da vida, fazer outras coisas."

Há 15 anos, quando começou a carreira profissional, pensou o ciclista da Trek, vencedor do contrarrelógio em Sagres, ter uma carreira de sucesso? "Não. Estou contente com as vitórias, com o que consegui." Quais as prioridades para esta época, a da despedida do pelotão mundial? "Sem dúvida as clássicas." Paris-Roubaix, em especial? "Sim, mas também a Volta à Flandres." Cancellara admitiu, depois, que esta última é a corrida que mais lhe toca o coração. "É única, especial, diferente de todas." E qual o momento mais alto da carreira? "Todas as vitórias. O ouro olímpico, a Flandres, todas as outras clássicas."

Elogios a Portugal

A Volta ao Algarve ficará ligado à carreira de Cancellara. Em 2001, no primeiro ano como profissional, disputou a prova pela Mapei, regressando em 2016, na época de despedida, e com um triunfo numa etapa. "Percurso agradável, bom tempo, claro, e muito bom ambiente". E mais disse: "Portugal tem uma grande paixão pelo ciclismo, tem pequenas equipas e patrocinadas por clubes de futebol. Conheço o Acácio da Silva, que viveu na Suíça, onde há muitos portugueses. Lá, como aqui, são muito simpáticos, afáveis."

Sobre o futebol, o ciclista da Trek tem uma opinião curiosa. "Gosto de ver um bom jogo, entre grandes equipas. Tudo o resto é muito drama, parece um filme." 

Talhado para as clássicas

A par do belga Tom Boonen, Fabian Cancellara é um dos grandes especialistas das clássicas, provas que estão para estes ciclistas como o Tour, Giro e Vuelta estão para Chris Froome, Vicenzo Nibali, Alberto Contador, Joaquin Rodriguez... O suíço contabiliza sete triunfos, três na Volta a Flandres (2010, 2013 e 2014), outros tantos no Paris-Roubaix (2006, 2010 e 2013) e um na Milão-São Remo (2010). Soma ainda mais oito pódios nas mesmas provas. De resto, a carreira de Cancellara pautou-se por outros grandes desempenhos em contrarrelógios, onde soma quatro títulos mundiais (2006, 2007, 2009 e 2010) e ouro olímpico em Pequim'2008. Aqui, ainda foi prata na prova de estrada. Na Volta a França andou mais do que uma vez de amarelo graças precisamente aos triunfos no prólogo, a última vez em 2015. Abandonou à terceira etapa devido a uma grave queda.

fonte: http://www.sabado.pt/ultima_hora/detalhe/fabian_cancellara_recorde_da_hora_perdi_a_motivacao.html

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Filme antigo /bicicleta

Belga é flagrada no doping mecânico: bicicleta tinha um motor escondido




O velho fantasma dos motores escondidos em bicicletas virou realidade neste domingo (31), com a jovem belga Femke Van den Driessche sendo flagrada no primeiro caso de doping mecânico da história do ciclismo, no Mundial de ciclocross de Zolder, na Bélgica.
“Havia um motor escondido, foi claramente uma fraude tecnológica”, declarou o presidente da União Ciclista Internacional, Brian Cookson.
O ciclismo é, junto com o atletismo, um dos esportes mais atingidos como o doping, com casos emblemáticos como o de Lance Armstrong, que teve seus sete títulos da Volta da França cassados depois de confessar ter usado substâncias proibidas.
Diante dos progressos da luta antidoping, porém, outra praga parece estar ameaçando a credibilidade já bastante abalada da modalidade.“Muitas vezes, as pessoas brincavam sobre essa história de doping mecânico, como se não existisse, mas agora sabemos que competidores já usaram ou usam até agora esses recursos”, insistiu o dirigente.
“Será que podemos concluir que é um algo muito difundido? Não faço ideia!”, admitiu Cookson, que não forneceu detalhes sobre as caraterísticas do motor encontrado na bicicleta.
O conceito de doping mecânico diz respeito a um auxílio ilícito ao desempenho do ciclista, através de um motor elétrico miniaturizado, escondido nos tubos da bicicleta.
Van den Driessche, de 19 anos, colocou a culpa num mecânico. “Esta não era minha bicicleta. Pertencia a um amigo, e era idêntico ao meu”, alegou a belga, em lágrimas, em entrevista ao canal Sporza.
“Este amigo foi reconhecer o percurso no sábado, e colocou sua bicicleta de volta no caminhão. Um mecânico, que pensava que fosse a minha, a preparou para a corrida”, explicou a jovem ciclista, jurando que “ignorava totalmente” a existência de um motor.
As primeiras suspeitas de doping mecânico surgiram em 2010, depois das vitórias do suíço Fabian Cancellara no Tour des Flandres e no Paris-Roubaix, duas das corridas mais tradicionais do ciclismo mundial.
Em ambas as provas, o campeão trocou de bicicleta no meio do percurso, alimentando rumores, sem que acusações sejam realmente formuladas.
Nas semanas seguintes, o ex-ciclista profissional Davide Cassani, que virou comentarista na TV italiana, apresentou um protótipo de bicicleta de corrida com um mecanismo de motor que oferecia mais potência ao utilizador.
‘A bicicleta pedala sozinha’Esses casos levaram a UCI a fazer controles pontuais, sem que ninguém seja flagrado até sábado.

Regulamento

De acordo com o regulamento, quem por pego com uma bicicleta motorizada corre risco de ser desclassificado da prova, suspenso por no mínimo seis meses, e multado em 200.000 francos suíços (192.000 euros).
“O caso está nas mãos da comissão disciplinar”, explicou Cookson, que fez questão de deixar um “recado claro”: “Vamos pegar vocês, porque a nossa tecnologia para detectar esse tipo de fraude funciona”.
Num relatório publicado em março de 2015, a comissão independente pela reforma do ciclismo (CIRC) tinha apontado a existência do doping mecânico, sem apresentar provas concretas.
Na última edição da Volta da França, o fantasma das bicicletas turbinadas ressurgiu quando especialistas ficaram espantados com o desempenho do britânico Chris Froome em etapas difíceis.
“Parece até que a bicicleta pedala sozinha”, tinha observado o ex-ciclista Cédric Vasseur, hoje comentarista de TV. Bicampeão da prova (2013 e 2015), Froome rejeitou categoricamente as acusações.
bnl-pr/sk/lg

Campanha orienta para inclusão da bicicleta nos planos municipais de mobilidade

Henrique Alves
Um guia de linguagem simples e didática que pode ser facilmente baixado na internet empreende uma missão nobre: orientar para a inclusão da bicicleta nos planos municipais de mobilidade urbana. A campanha Bicicleta nos Planos traz dicas e estratégias, objetivos e metas para abrigar a bike nos instrumentos municipal de ordenação urbana. O guia é um passo a passo para atingir tal objetivo. 
“Acreditamos que a bicicleta é um importante agente de transformação, um catalisador de mudanças sociais, culturais e econômicas, que transformam as cidades em locais mais democráticos, vivos, seguros, agradáveis e prósperos”, diz o guia. 
A elaboração do Plano Municipal de Mobilidade Urbana é uma exigência da Política Nacional de Mobilidade Urbana para municípios com mais de 20 mil habitantes. O prazo para a elaboração foi prorrogado para abril de 2018 pela Câmara dos Deputados no final do ano passado. O prazo inicial era abril de 2015. Na justificativa, o projeto destaca obstáculos como ausência de quadro qualificado para executar a tarefa e a propalada crise financeira. 
A campanha defende os impactos positivos da inclusão da bicicleta. Cita o âmbito econômico (redução nos custos com saúde pública e aumento da arrecadação de tributos via aumento no faturamento comercial em locais seguros para bicicletas), social (vias mais movimentadas e mais seguras), ambiental (redução da poluição) e político (melhoria da imagem da cidade).
 
O documento fornece exemplo de metas e objetivos. Entre as metas, ter recursos estabelecidos e garantidos no orçamento municipal para à promoção da bicicleta; aumentar para 5%, 10%, 15% o percentual de viagens feitas por bicicleta na cidade; implementar um sistema de bicicletas públicas; implementar paraciclos e bicicletários em estações de transporte coletivo; zerar as mortes de ciclistas e outros atores (Visão Zero) gradativamente ao longo dos anos. 
Entre os objetivos, orientar o crescimento sustentável da cidade, respeitando a capacidade de adensamento dos bairros, distritos ou regionais; recuperar os investimentos feitos na cidade e transformá-los em melhoria para todos; garantir moradia digna em áreas bem servidas de infraestrutura e de postos de trabalho. 
Mas antes de metas e objetivos, o guia sugere a realização de um levantamento do lugar da bicicleta na cidade, ou seja, se os planos consideram a bike como meio de transporte. Sugere também a articulação com atores locais, civis e poder público, para a defesa da inclusão da bicicleta.  
E aponta também para a estruturação de um sistema cicloviário consistente, que é o que, no final das contas, vai estimular e garantir o lugar da bicicleta na cidade. Nada melhor que condições favoráveis para se pedalar. O guia cita estacionamento para bicicletas, integração com transporte público, compartilhamento das vias (com medidas de acalmamento de trânsito), sistemas de bicicletas públicas e infraestrutura cicloviária. 
Apesar de simples, o guia oferece um parâmetro de como as principais cidades da Região Metropolitana da Grande Vitória - Cariacica, Serra, Vila Velha e Vitória - ainda estão longe de ser um lugar seguro para o ciclista. As quatro cidades se ressentem de estacionamento para bicicletas, integração com transporte público, compartilhamento das vias (com medidas de acalmamento de trânsito), sistemas de bicicletas públicas e infraestrutura cicloviária. 
Quando consta alguns, é de maneira precária. Os estacionamento para bicicletas existem de forma antes pontual que sistemática, a integração com o transporte público se verifica apenas pelo serviço Bike GV (entre Vitória e Vila Velha via Terceira Ponte), o compartilhamento de vias ainda vaga no plano das idéias, assim como o sistema de bicicletas públicas. A infraestrutura cicloviária se reduz a ciclovias desconectadas entre si. A sinalização horizontal e vertical com foco no ciclista é insuficiente. 
fonte: http://seculodiario.com.br/27093/13/campanha-orienta-para-inclusao-da-bicicleta-nos-planos-municipais-de-mobilidade