terça-feira, 28 de abril de 2015

Maceió possui 40 km de vias para bicicletas e 100 mil ciclistas

Meta é atingir 60km em 2016, o que, segundo a SMTT, atenderá aproximadamente 10 mil usuários de bicicletas

 / Tribuna Independente 27 Abril de 2015 - 10:39

Foto: Sandro Lima
Existem 16 pontos exclusivos para bikes na capital, mas cidade possui 30 com volume de ciclistas
Existem 16 pontos exclusivos para bikes na capital, mas cidade possui 30 com volume de ciclistas
Maceió possui um pouco mais de 40 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas e tem como meta atingir cerca de 60km em 2016 para, segundo estudos da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) realizado em 2007, cerca de 100.000 bicicletas.
Boa parte dessa centena de milhar de usuários de bicicleta como meio de transporte são de bairro mais afastados do Centro de Maceió, em especial da parte alta da cidade. É mais comum vê-los dividindo as vias de tráfego com os automóveis logo nas primeiras horas da manhã e no final da tarde.
Contudo, não é raro flagrar veículos automotores transitando pelas ciclofaixas, espaço exclusivo para bicicletas. Ao ciclista, desprovido da segurança de um cockpit, resta torcer para não ser atropelado por um motorista desrespeitoso e apressado.
São 16 pontos com espaço exclusivo para as bikes na capital alagoana, mas a cidade possui 30 pontos com volume de ciclistas. O estudo realizado serviria de base para identificar os locais onde a instalação das ciclovias e ciclofaixas é mais urgente e o planejamento para fazê-lo chamado de Plano de Não Motorizados.
“Este plano nunca aprovado e está no aguardo do Plano Geral de Mobilidade Urbana para Maceió, que está em fase final de desenvolvimento pelo Governo do Estado”, diz a SMTT. Esse mesmo estudo apontou que em alguns trechos, a bicicleta representa 53% do tráfego de veículos.
O jornal Folha de S. Paulo publicou uma tabela com quilometragem de ciclovias e ciclofaixas de 24 capitais brasileiras. Maceió aparece em posição mediana. A cidade com mais espaços para o tráfego de bicicletas é o Rio de Janeiro com 380km e sua meta até 2016 é chegar a 450km. São Paulo apareceu em segundo lugar com 205km com meta de atingir 400km, mas até o final desse ano.
Boa Vista, capital Roraima, não possui nenhum quilômetro de ciclovia ou ciclofaixa construída. As capitais nordestinas com mais vias exclusivas para bicicletas são Fortaleza e Salvador, com 116,4km e 101,1km, e metas até 2016 de 216,6km e 350km, respectivamente.
Bicicleta para fugir do trânsito e para melhorar a saúde
O cinegrafista Gerson Barros começou a utilizar uma bicicleta como meio de transporte há três anos. Ele não conseguia chegar a tempo em seu local de trabalho por causa do trânsito, principalmente na Avenida Fernandes Lima.
“Acredito que cerca de 15% dos trabalhadores que precisam passar pela Avenida Fernandes Lima usam a bicicleta como meio de transporte. O congestionamento é muito grande e estressante”, comenta.
Barros diz que nunca foi atropelado, mas que já foi forçado a subir na calçada. “Um ônibus uma vez me deu uma imprensada. Mesmo na faixa azul, onde penso que deveria ter mais civilidade no convívio com as bicicletas, os motoristas não respeitam muito”.
O cinegrafista faz parte de uma centena de milhares de pessoas que utilizam as bicicletas para se deslocar e não apenas como atividade de lazer. Porém, mesmo para utilizar o equipamento dessa forma é preciso saber se a condição física permite.
Cinegrafista Gerson Barros diz que nunca foi atropelado, mas já foi forçado a subir na calçada (Foto: Arquivo pessoal)
O educador físico e fisioterapeuta Lucas Freire diz que é preciso identificar se o postulante a ciclista possui algum tipo de problema nas articulações, como o joelho, nesse caso, o uso da bicicleta deve ser evitado.
Contudo, ele explica, “pedalar é uma atividade muito mais natural do que possa parecer. Trata-se de um exercício em que a pessoa transporta o seu peso corporal, utilizando-se de uma bicicleta, não sobrecarregando músculos e articulações nem a coluna vertebral. No entanto, é bom frisar que, na prática comum do ciclismo, muitas dores e desconfortos manifestados pelos usuários da bicicleta estão diretamente relacionados à falta de informação e ajustes ergonômicos da bicicleta”.
Gerson Barros afirma que seu condicionamento físico melhorou depois de começar a usar a bicicleta como meio de transporte. “Estou mais disposto. Mas quero destacar que já frequentava uma academia antes de pedalar. Mesmo assim senti falta de ar e minha pressão subia. Fui ao médico e ele me disse que isso era parte da adequação ao novo esforço”.
Freire diz que indivíduos que não praticam atividade física conseguem ter excelentes benefícios à saúde usando a bicicleta como meio de transporte. “Já indivíduos treinados, além de usarem a bicicleta como meio de transporte, deverão programar tempos diários de treino além do fato de ir ao trabalho ou à faculdade, por exemplo”.
MAIS CUIDADOS
Lucas Freire orienta que é preciso escolher o veículo certo para começar a pedalar. Isso evita lesões e desconfortos. “Um dos principais cuidados é em relação à altura do quadro da bicicleta, que deve ser proporcional à altura do ciclista. Se você tem 1m50 de altura, por exemplo, o ideal é um quadro de 14 polegadas. Se a altura é 1m60, ele deve ser de 16 polegadas e assim sucessivamente”.
A altura do selim e a distância do guidão também devem ser levadas em conta. O educador físico. Tudo isso, diz, ajuda a prevenir qualquer tipo de lesão, inclusive na coluna vertebral. “O indivíduo deve colocar o banco medindo três dedos abaixo da crista ilíaca Antero – superior, o osso da bacia. E a distância entre o banco e o guidão deve ser medida com o braço, com o cotovelo apoiado no selim e o dedo indicador no centro do guidão. Essa distância vai garantir o conforto para os ombros e as costas, além do equilíbrio do centro gravitacional do corpo”.
Holanda é considerada o melhor país para uso de bicicletas
Uma empresa de consultoria em infraestrutura da Dinamarca, chamada Kopenhagenzie, publicou um índice em 2011 elegendo as cidades com melhores condições para usar a bicicleta em seu dia a dia. No topo da lista está Amsterdã, capital da Holanda.
Até mesmo em ruas estreitas, a cidade possui ciclovias e ciclofaixas e aos carros resta apenas espaço de uma faixa para trafegarem. Além disso, o transporte público, através dos metrôs e balsas, está integrado ao uso das bikes.
Contudo, Amsterdã enfrenta problemas para guardar tantas bicicletas. A Holanda possui quase uma bicicleta por habitante. Uma a cada duas pessoas que vão a escolas ou universidades usam bicicleta. Um a cada quatro holandeses vai para o trabalho pedalando. São cerca de 30 mil quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. Esses dados são da União Nacional dos Ciclistas daquele país.
Só para comparar, São Paulo possui 205km de ciclovias e ciclofaixas e possui cerca de 11,2 milhões de habitantes. A Holanda possui cerca de 16 milhões de habitantes. Mas a capital paulista, mesmo não tendo uma população muito menor que o país europeu, tem menos de 1% de ciclovias que os holandeses.
Em 2012, São Paulo tinha 186km de ciclovias e ciclofaixas. O aumento em pouco mais de dois anos foi significativo. Porém, não sem resistência de moradores dos bairros mais ricos e da imprensa local.
Parte da linha de raciocínio vem dos problemas para trafegar e estacionar os veículos automotores. Parte do discurso é que, por causa desse problema, faltou planejamento. Algo que é semelhante às reclamações, mais fortes no início, sobre a implantação da faixa azul na Avenida Fernandes Lima, em Maceió.
Mesmo sendo uma via exclusiva para ônibus e não para bicicletas, o tom das reclamações era o mesmo. Da falta de lugar para trafegar e estacionar ao planejamento. E, tendo em vista a frequente presença de carros e motos nas ciclofaixas da cidade, esse pensamento se repete em relação ao espaço exclusivo para os ciclistas.
fonte:http://www.tribunahoje.com/noticia/139531/cidades/2015/04/27/maceio-possui-40-km-de-vias-para-bicicletas-e-100-mil-ciclistas.html

Pedalar enquanto lava a roupa? Agora já é possível

Bicicleta/máquina de lavar
D.R.
27/04/2015 | 16:48 |  Dinheiro Vivo
Sabe que o exercício lhe faz bem, mas na hora aparece sempre alguma coisa mais importante para fazer? Então esta inovação é para si. Uma bicicleta associada à máquina de lavar roupa. É isso mesmo, a roupa é lavada enquanto você pedala.
A invenção é da autoria de estudantes da Universidade de Nacionalidades Dalian na China, e basicamente é uma bicicleta incorporada numa máquina de lavar a roupa, a que deram o nome de "Bike Washing Machine" (bicicleta de lavar roupa), ou "BiWa".
O objetivo, dizem os estudantes, "é trazer saúde e comodidade à nossa vida" através da combinação de uma bicicleta estacionária e uma máquina de lavar. Assim já não há qualquer desculpa para evitar o exercício, ou então para acumular roupa no cesto.
De acordo com a descrição fornecida pelos alunos que projetaram a "BiWa", o modo como funciona é muito simples: "Quando você monta esta bicicleta, o movimento de pedalar faz com que o tambor da máquina de lavar comece a rodar; ao mesmo tempo a eletricidade supérflua que é gerada pelo movimento pode ser utilizada para alimentar o ecrã de visualização ou fazer o armazenado para uso futuro ".
A questão está no tamanho, uma vez que é pequena, para caber quase em qualquer lugar. Será, por isso, necessário fazer várias máquinas de roupa, ou seja, pedalar mais vezes para lavar a roupa toda. A vantagem está no exercício e no seu tamanho, mas mesmo os inventores acreditam que não irá, provavelmente substituir a máquina de lavar tradicional ou uma viagem até à lavandaria mais próxima.
fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4535766

O que é o Mountain Bike na sua vida?

domingo, 26 de abril de 2015

A BICICLETA COMO OPÇÃO

25/04/15, 07:44

O trânsito de Teresina cresceu além do que a cidade esperava ou para o qual tinha sido planejada, tornando absolutamente estressante o simples deslocamento de um ponto a outro. Uma das alternativas pensadas para fugir aos constantes congestionamentos é o sistema viário para bicicletas. Atualmente, Teresina dispõe de 24,15 km de ciclovias e 25,85 km de ciclofaixas, aquelas faixas vermelhas pintadas do lado direito da pista para uso dos ciclistas. Ainda é muito pouco diante da extensão territorial da cidade. Mas a Secretaria Municipal de Planejamento está elaborando o Plano Diretor Cicloviário, que encontra-se em fase de diagnóstico. A ideia é definir um padrão viário para bicicletas em função da demanda existente. Já está previsto no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) Mobilidade o investimento para a construção de mais 22 km de ciclovias. O uso da bicicleta como alternativa para fugir ao trânsito caótico dos grandes centros não é mais novidade. Na Europa, essa opção já vem sendo adotada há algum tempo com sucesso. Em Londres, existe um projeto, ainda não aprovado, de utilizar túneis subterrâneos de estações de metrô abandonadas para criar uma ciclovia por baixo da terra, onde qualquer pessoa poderia alugar uma das bicicletas públicas da cidade, que custam uma libra por pessoa por dia ou 50 libras por ano. Chamado de London Underline, o projeto utiliza principalmente o trecho das estações do centro da cidade, incluindo também alguns túneis que ligavam abrigos anti-bombas durante a Segunda Guerra. É bem verdade que o clima europeu ajuda. Aqui em Teresina o sol forte desencoraja as pessoas a trocarem o conforto do carro pelo esforço da bicicleta. Os que se aventuram a pedalar pela cidade, em boa parte, o fazem como prática esportiva à noite ou aos finais de semana. Ainda assim, muitos trabalhadores que não dispõem de dinheiro para comprar um carro ou motocicleta poderiam usar mais a bicicleta se tivéssemos mais estrutura urbana para que eles pudessem circular com segurança.

fonte: http://cidadeverde.com/claudiabrandao/67791/a-bicicleta-como-opcao

Empreendedor fatura com restauração de bicicletas antigas



Caloi 10 restaurada: Rodrigo começou a restaurar como um serviço quando trabalhou com uma bike do mesmo modelo
Mariana Fonseca, deEXAME.comSiga-me

São Paulo - A porta de entrada do então designer de revistas Rodrigo Villas, 31 anos, no mundo do empreendedorismo surgiu quando ele jogava futebol com os amigos, em uma conversa informal. "Acabei falando sobre como abandonamos algumas das bicicletas urbanas mais incríveis que já foram fabricadas no Brasil por estilos como mountain bikes", conta. Um amigo de Villas, então, propôs um desafio: restaurar uma Caloi 10.

O empreendedor encontrou obstáculos após aceitar o desafio, em 2013, mesmo já cuidando da sua própria bicicleta. "Eu comecei a mexer com bicicletas em 2010, mas nunca tinha feito isso como serviço. Eu sempre ia de bicicleta para o trabalho, então mudava alguma coisa, pintava. Foi com o tempo que fui descobrindo o que dava pra fazer. Queria fazer uma e não conseguia encontrar nada", conta Villas, que cita a Monaco como a bike que deu origem às suas pesquisas.

O desafio com a Caloi 10 abriu as portas para pedidos de outros conhecidos. Com o tempo, ele aprendeu, na tentativa e erro, como restaurar bicicletas e como encontrar fornecedores e parceiros. Há dois anos, ele decidiu largar seu emprego de vez para se dedicar à restauração e estilização de bikes: nasceu o Studio Vila, uma oficina no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

A ideia era dar vida nova a uma bicicleta com um preço que cabe no bolso de um ciclista. O cliente típico da empresa é o que tem uma magrela encostada na garagem e não quer se desfazer dela por razões emocionais e porque valoriza o investimento.

"As bicicletas antigas e restauradas, muitas vezes, têm qualidade melhor que uma opção que está à venda hoje. Sem falar na vantagem de escolher cores e acessórios em vez de pagar por um combo", avalia o empreendedor. "Restauro bicicletas antigas, mas com um samba para cada uma".

O estúdio já fez 40 bicicletas, sendo que 36 delas foram feitas sob demanda. As outras são magrelas que o empreendedor gostaria de ter, projetos que ele monta e vende. Villas faz atualmente de seis a sete bicicletas por mês, mas a meta é chegar a 10.

As bicicletas que estão à venda custam a partir de 2 mil reais. Já as sob demanda têm um preço muito variável. "É impossível falar em um preço médio ou um preço de tabela. Cada projeto é um e cada bike tem um ponto de partida. O importante é dizer que são projetos acessíveis", diz.

A restauração da bicicleta sempre está presente, mas alguns clientes pedem algo que faça a magrela ser única. Esse é o caso de empreendedores: pessoas que têm um negócio e precisam de uma bike para transporte, uma bike shop ou mesmo uma vitrine móvel. Villas desenvolveu um triciclo para a sorveteria Frida & Mina, por exemplo.

Os três tipos de bicicletas que mais fazem sucesso são as comerciais, as femininas (Caloi Ceci e Monark Brisa) e as "bicicletas dos nossos pais" (Caloi 10 e Monark 10).

Com as pessoas cada vez mais se acostumando a usar bikes, o negócio de Villas tem espaço para crescer. Aumenta o número de ciclistas nas ruas e as pessoas vão descobrindo alguma jóia em casa ou querem ter uma bicicleta que combine com sua personalidade, conta o empreendedor.

Para ele, no fim das contas, "não importa muito se você vai pedalar só no fim de semana ou todos os dias: mais cedo ou mais tarde sua relação com a cidade e até sua percepção do mundo muda quando você anda de bicicleta. As pessoas têm que ir pra rua e saber que a gente tem um tesouro escondido no porão de casa".

Veja mais fotos: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/empreendedor-fatura-com-restauracao-de-bicicletas-antigas

Bicicletas estão cada vez mais avançadas. Assistências técnicas para bicicletas estão presentes em todas as regiões de BH e oferecem serviços cada vez mais complexos

PUBLICADO EM 25/04/15 - 03h00
Apesar de não serem tão comuns quanto as oficinas mecânicas de automóveis, as assistências técnicas para bicicletas estão presentes em todas as regiões de Belo Horizonte e, para acompanhar a crescente sofisticação das magrelas, oferecem serviços cada vez mais complexos.
De 2006 a 2013, a venda de modelos com tecnologia mais avançada foi a que mais cresceu – 25%, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
Há 35 anos no mercado de venda e manutenção de bikes, Paulo Xavier, proprietário da Mop Bicicletas, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul da capital, diz que a principal mudança que percebeu ao longo do tempo é dos próprios modelos. “As bicicletas evoluíram muito, principalmente quanto a freio e amortecedor”.
Segundo ele, a loja cresceu no período devido ao aumento não somente da demanda, mas também da concorrência. “O uso maior de bicicleta provocou a abertura de novas lojas e oficinas, e nós vamos acompanhando gradativamente”, afirma.
Na loja dele, o preço de manutenção das bikes varia de R$ 80 a R$ 125 – dependendo do tipo de bicicleta e do conserto. “Na manutenção completa, desmontamos a bicicleta inteira, lavamos com solvente, lubrificamos tudo e voltamos a montar, regulando todas as peças”, explica.
Veja o vídeo com o Mecânico Fabiano Cordeiro ensinando a trocar o pneu: 

Para o proprietário da Bici Shop, no centro da cidade, Alisson Silvestre de Trindade, mudaram não apenas as bicicletas, mas também a forma como as pessoas as veem. “Na década de 1990, eram mais sinônimos de brinquedo, hoje são meios de transporte, forma de lazer e esporte. Então, a variação dos modelos aumentou bastante”, conta.
Segundo ele, há bikes para todos os gostos e bolsos na loja – com preços que variam de R$ 479 a R$ 50 mil –, e a demanda pela manutenção, que fica na faixa de R$ 30 a R$ 90 e varia de acordo com o modelo, é maior por parte dos clientes mais antigos. “Bicicleta é igual cabelo, assim como você gosta sempre de manter o mesmo cabeleireiro, em quem confia, procura manter sempre a mesma assistência técnica”, afirmou.
O sócio e mecânico da loja Bike Bross na avenida Professor Morais, região Centro-Sul de Belo Horizonte, Fabiano Cordeiro, conta que por mês são consertadas cerca de 100 bicicletas no local. “A maioria dos consertos que fazemos são de Mountain Bike, geralmente elas apresentam mais problemas que as urbanas por causa do tipo de uso”, explica Cordeiro.
Segundo ele, o prazo para se fazer a manutenção das magrelas depende muito do tipo de uso de cada uma elas. Ele ressalta ainda que problemas como pneu furado pode ser solucionado pelo próprio ciclista, no entanto, outros problemas como freio ou marchas é preciso levar a bike até uma oficina.  
Rotina.  O dentista Carlos Edward Campos é ciclista da “vida inteira”. Com 49 anos, ele pedala desde os 10, tem três bicicletas e aprendeu a fazer a manutenção básica por conta própria. “Faço em casa mesmo, de três em três meses aproximadamente e, apenas nos casos mais graves, vou à oficina”, afirma.
Voluntário do grupo Bike Anjo BH, ele conta que já passou por várias situações em que a bicicleta quebrou no meio da rua e aconselha os novos ciclistas a procurarem cursos de manutenção, para que aprendam a fazer, pelo menos, reparos básicos. “Isso dá uma certa autonomia e garante que o ciclista não fique na mão e consiga chegar em casa sem problemas”.
Dicas
Substitua sempre que necessário e calibre segundo as recomendações do fabricante
Rodas. Verifique sempre a centragem dos aros, o estado dos raios e lubrifique os cubos periodicamente.
Transmissão. Mantenha coroas, catracas, correntes e pedais lubrificados.

Câmbios. Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas.
Freios. Tenha sempre os freios ajustados para evitar falhas ou travamento. 
Mapa dos amantes de bicicleta
O leitor pode colaborar também com o nosso "Mapa dos amantes de bicicleta". No mapa colocamos todos os lugares e horários de onde os grupos saem. Gostaríamos também da sua contribuição. Indique-nos onde há bicicletários, oficinas de bicicleta e outros detalhes deste mundo.
Basta enviar um e-mail para portal@otempo.com.br, enviar mensagens por inbox no nosso perfil do Facebook ou mesmo mandar uma mensagem pelo nosso Whatsapp no número (31) 9827-4455.
http://www.otempo.com.br/cmlink/hotsites/tempo-de-bike/bicicletas-est%C3%A3o-cada-vez-mais-avan%C3%A7adas-1.1029171

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Empreendedor cria bicicleta para vender café e doces

Para criar o Oliver Brown Coffee Shop, Guilherme de Oliveira investiu cerca de R$ 7 mil e tem previsão de faturar R$ 80 mil

Por Fabiano Candido com Gabriel Lellis - 15/04/2015
A food bike vende não apenas café, mas também comidinhas como macarons e outros doces (Foto: Reprodução/Instagram)
Investir pouco em algo inovador. Esse foi o objetivo que o empreendedor Guilherme de Oliveira, 25, se deu antes de criar o Oliver Brown Coffee Shop – um food bike especializado em café. O negócio, que já funciona, tem previsão de faturar R$ 80 mil neste ano. 
A ideia surgiu no começo de 2015, quando Oliveira se cansou de trabalhar no mercado financeiro. Ele queria empreender em um negócio novo no Brasil, mas que não precisasse de muito capital inicial.
Junto com os sócios Thiago Duarte e Carla Duarte, ele investiu R$ 7 mil no desenvolvimento da bike, que hoje vende não apenas café, mas também alguns tipos de comida, como o macarons.“Minha ideia surgiu em uma viagem para Ilhabela. Eu vi uma bicicleta que vendia paletas mexicanas. O negócio de sorvetes era caro pra mim, mas resolvi adaptar o conceito da bike para outro tipo de público”, afirma o empreendedor.
O Oliver Brown foi inspirado no conceito de “take away”, usado em cafeterias estrangeiras como o Starbucks. Segundo Oliveira, o público-alvo desse tipo de negócio é composto predominantemente por pessoas que estão no horário de trabalho e compram a comida para consumir durante o expediente. Além disso, a bike conta com funcionários poliglotas para atender a demanda de estrangeiros que trabalham no Brasil.
A opção por investir em um food bike não se deve apenas aos custos, mas também a uma questão de mobilidade para o negócio. Além de mais barata que um food truck, a bicicleta pode ser estacionada facilmente em qualquer tipo de lugar sem atrapalhar o trânsito de carros ou de pedestres - ampliando desta forma a quantidade de lugares possíveis para fazer negócio.
Hoje, o Oliver Brown está instalado em um ponto fixo da Vila Olimpia, na zona sul de São Paulo, e atende uma média de 50 clientes. O criador da food bike negocia com universidades para levar a food bike para atender estudantes. Segundo Oliveira, a meta é transformar o negócio em uma franquia ainda neste ano.
http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Alimentacao/noticia/2015/04/empreendedor-cria-bicicleta-para-vender-cafe-e-doces.html

Metade da população de Amsterdã se desloca de bicicleta

Após políticas de desestímulo ao uso de carros, mobilidade na capital holandesa se tornou referência mundial

Foto: Divulgação/www.iamsterdam.com/Edwin van EisMetade da população de Amsterdã se desloca de bicicleta
Quando o assunto é mobilidade urbana, a capital da Holanda pode ser considerada um dos mais promissores exemplos do mundo. O principal meio de locomoção em Amsterdã é a bicicleta. Para uma população de 800 mil habitantes, existem 800 mil bicicletas contabilizadas na cidade. E, deste número, 50% da população faz a totalidade dos seus deslocamentos utilizando somente o veículo não-motorizado. 
O bom modelo da cidade foi debatido durante o III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, ocorrido semana passada, em Brasília (DF).

Em Amsterdã, a elaboração do plano local de mobilidade se deu a partir da integração das secretarias de Transportes, Habitação e Meio Ambiente. Essa iniciativa facilitou o planejamento público, principalmente em relação à limitação dos carros sobre outros meios e à melhoria do transporte público, além do aumento do número de deslocamentos a pé e de bicicleta.

Após fortes políticas de desestímulo ao uso dos veículos motorizados, além do crescimento do número de ciclistas, a cidade teve redução tanto no uso dos automóveis quanto no do transporte público, que é o mais preferido entre os turistas. As políticas para os automóveis são rígidas: para sair de casa de carro e parar em um estacionamento, o motorista paga, em média, cinco euros por hora. 

Por isso, em Amsterdã, as pessoas costumam ir trabalhar de bicicleta. Diariamente, são 2,2 milhões de quilômetros trafegados na cidade, que contabiliza três mil estacionamentos para bicicletas. Em alguns casos, eles possuem até três andares. Nas escolas, a cultura do ciclismo é disseminada desde a infância. As crianças fazem provas práticas de condução do transporte sobre duas rodas. 

“Se você quer ser uma cidade sustentável, tem que apostar em mobilidade urbana. Amsterdã optou por bicicletas e não por carros. É muito difícil uma cidade ser evoluída se o uso do automóvel não for desencorajado”, acredita a representante do governo holandês Petra Delsing. A velocidade média de tráfego na cidade é de 15 km/h, seja de trem, carro ou bicicleta.  

 

Evie Gonçalves
Agência CNT de Notícias
http://www.cnt.org.br/Paginas/Agencia_Noticia.aspx?n=10178

Venda de bicicletas cai, mas elas estão mais sofisticadas

Caio Pimenta/SPTuris


Pesquisa constatou crescimento das categorias de maior valor agregado, como bicicletas para mobilidade urbana
Karin Salomão, de EXAME.

São Paulo - Enquanto as bicicletas básicas do interior estão sendo trocadas por motos, surge uma nova parcela da população em busca de modelos para transitar na grande cidade.

É isso o que mostra uma pesquisa inédita feita pela Rosenberg Associados e a Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).

Segundo a pesquisa "O uso de bicicletas no Brasil: Qual o melhor modelo de incentivo?", a frota brasileira é de 70 milhões, mas a venda de bikes caiu nos últimos anos.

Em 2008, o Brasil vendia 5,5 milhões de bicicletas. Cinco anos depois, o número caiu para 4,3 milhões de unidades.

A queda é mais expressiva no segmento das básicas – que são modelos mais robustos e baratos, usados principalmente no interior e pela população de baixa renda. De 2,58 milhões de unidades, em 2005, foram vendidas 1,35 milhões em 2013.

A explicação é que a população está trocando a bike pela moto, principalmente nas periferias de grandes cidades.

“Conforme a renda vai aumentando, a proporção de pessoas que caminham ou usam a bicicleta para ir ao trabalho vai diminuindo”, diz Thais Zara, economista responsável pelo estudo.

Agora, a Abraciclo quer levar o mercado a dar um salto, focando em um novo público e em modelos mais elaborados.
Mobilidade Urbana

A associação percebeu um crescimento das categorias de maior valor agregado, como bicicletas para recreação, esporte e, mais importante, mobilidade urbana. Somados, esses segmentos representavam 26,6% do mercado em 2006. Em 2013, já eram 40,6%.

Os modelos que se encaixam na categoria mobilidade urbana são desenvolvidos especialmente para o trânsito nas grandes cidades. São leves, com pneus próprios para asfaltos, e adequadas para integração com outros modais de transporte, como o metrô.

Há cinco anos, o segmento era praticamente inexistente. Hoje, ainda que represente apenas 0,3% do mercado, é o que tem maior potencial para ajudar o trânsito e a vida nas cidades.

Entre as vantagens de usar esse modo de transporte, o estudo cita a agilidade, benefícios para saúde, eficiência energética, menor emissão de poluição e gastos com infraestrutura.

Além disso, tem o menor custo entre os meios de transporte – excluindo caminhadas. O gasto de um automóvel movido a gasolina – o mais caro – é de R$ 0,73 por quilômetro rodado. Já uma bicicleta custa R$ 0,12 na mesma distância.
Incentivos

A partir destas considerações, a pesquisa buscou listar formas para incentivar o uso da bicicleta como transporte urbano.

Já de cara, descarta diminuir o preço ao cortar impostos de importação ou de bens industriais. A pesquisa afirma que a maioria dos produtos é feitos na Zona Franca de Manaus e já estariam isentos do imposto de importação – dos modelos de maior valor agregado, são 750.000 de um total de 1,74 milhão.

Além disso, o preço da bicicleta, que poderia ser um impeditivo, não é tão alto. Pelo contrário, o valor pago pelo equipamento por aqui caiu 10%, entre julho de 2006 e novembro de 2013.

No Brasil, o preço médio dos 10 modelos mais vendidos é de R$ 730. Já na Alemanha, país onde a população usa muito mais a bicicleta, a média dos 10 modelos mais populares é de R$ 2.300.

Na Holanda, o preço gira em torno de R$ 1.985. Cabe ressaltar que esses valores foram compilados com um câmbio de R$ 2,30/US$, no meio do ano passado.

O incentivo deveria partir, então, do governo, com a criação de políticas públicas, condições adequadas e introdução de uma “cultura da bicicleta”. Aumento das ciclovias e bicicletários foram algumas das medidas citadas na pesquisa.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/venda-de-bicicletas-cai-mas-elas-ficaram-mais-sofisticadas

Velódromo de Americana - TIMELAPSE a noite

Copa Promosom

 Últimos dias para inscrição com desconto

            Os ciclistas interessados em participar da 25ª edição da Copa Promosom de ciclismo deverão se apressar, pois as inscrições com desconto encerram-se na próxima sexta-feira, dia 17.
            A pontuação máxima no ranking nacional, a premiação atrativa e a estrutura fazem da Copa Promosom uma das competições mais concorridas do ciclismo brasileiro.
            Os organizadores pedem a compreensão dos atletas e dirigentes na questão do prazo e justificam: "Temos várias providências antecipadas embasadas nas inscrições. Não se trata apenas de garantir a arrecadação das inscrições, mas principalmente a preocupação em garantir um evento com qualidade e alto grau de profissionalismo."
A Copa Promosom será realizada dia 03 de maio em Varginha. As disputas terão início às 9h e contará com seis categorias, sendo quatro categorias válidas pelo ranking nacional com pontuação máxima - Elite Masculino, Elite Feminino, Master A e Master B, além das categorias Open Speed e Open MTB.
A Copa Promosom de Ciclismo 2015 é uma realização do Jornal PODIUM em parceria com a Prefeitura Municipal de Varginha, supervisão da FMC e CBC, patrocínio Governo de Minas, EPTV, Itatiaia Sul de Minas, apoio da Federação Paulista de Ciclismo e Liga Mineira de Ciclismo.
            Mais informações no site copapromosom.com.br ou pelos telefones (35) 3015.4422 ou 8838.4289.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Google está testando mudanças na interface do Maps, segundo imagens

Um novo teste A/B parece estar sendo realizado pela Google em seu aplicativo Maps, segundo relata o site Android Police, com experimentos relativos a um novo menu de navegação e atualização em elementos de ciclismo e tráfego.
O novo ícone de menu está embutido na barra de navegação, seguindo o padrão adotado pelo Material Design para gaveta de navegação.
Também consta nas capturas de tela um ícone de navegação de "sinal de estrada", incorporado na mesma barra. Ciclismo e Trânsito receberam legendas com novo design para revitalizar o visual, e os painéis de informação foram separados da interface de pesquisa e centralizados na parte inferior da interface do usuário.
O painel de tráfego agora exibe os destaques do dia selecionado com um botão circular, e conta com um controle deslizante no estilo Material, juntamente com uma legenda mais fácil e rápida de ler.
Como sempre acontece em testes A/B dos aplicativos, não podemos prever quando as alterações serão implementadas oficialmente, mas é possível que nas próximas atualizações a interface ganhe essas novidades.
fonte:http://www.tudocelular.com/android/noticias/n52932/google-testa-novidades-interface-maps.html