sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Uso de bicicleta como transporte público é aposta certa para melhorar saúde e mobilidade

Modal é cada vez maior em todo o mundo e, inclusive, é alvo de uma política da prefeitura de Salvador. Mas para a ‘onda’ pegar é preciso a integração com outros modais e a criação de estacionamento nas principais estações da cidade
Flávio Oliveira (flavio.oliveira@redebahia.com.br)
07/11/2014 07:59:00

Alguns dos maiores problemas atuais em todo o mundo: mobilidade urbana, aquecimento global, escassez de combustíveis fósseis e problemas de saúde associados às epidemias de obesidade e do sedentarismo. Uma única solução que ataca todos esses males: bicicleta. Isso mesmo, o uso da ‘magrela’ é cada vez mais estimulado pelo mundo afora porque a um só tempo é remédio para melhorar a mobilidade nos grandes centros urbanos e combater a poluição, restringir o uso de combustíveis fósseis e acabar com o sedentarismo e a obesidade.

Fina e elegante, a bicicleta ocupa menos espaços nas ruas que os automóveis. Quanto maior o número de carros maior a queima de combustíveis e, consequentemente, da geração de gases que causam o aquecimento global.

Já o movimento das rodas das bikes é fruto do gasto calórico de seus usuários, que, com a atividade aeróbica, perdem peso e melhoram os sistemas respiratório e cardíaco.

Em Salvador, o uso do “camelo”, embora cada vez maior (confira os números na página ao lado), ainda é visto como uma moda exótica. Mas a tendência é que, à medida que avance, o Movimento Salvador Vai de Bike, iniciado em 2013, sob a liderança da prefeitura da cidade, mude a cultura local, fazendo da bicicleta um modal de transporte cada vez mais forte.






Amsterdã ganha em todos os quesitos: segurança, conforto e fluidez no tráfego (Foto: Divulgação)


IntegraçãoEsse avanço, contudo, depende de um passo crucial ao qual o movimento já se dedica: a integração com outros modais do transporte público. É essa integração que garante a adesão à bicicleta nas cidades já avançadas na troca do carro pela ‘magrela’. Em Amsterdã, Holanda, há centenas de estacionamentos públicos para bicicletas.

Em muitos deles, há espaços com sinalização de quantas vagas existem em cada corredor, como acontece hoje no Salvador Shopping. E são milhares de vagas em cada um deles, o que retira uma preocupação do trabalhador: localizar um ponto seguro para deixar sua bike. Tóquio, capital do Japão, seguiu esse exemplo e já tem estacionamentos em diversas partes da cidade.

Em grandes cidades europeias - Paris (França), Londres (Inglaterra), Berlim (Alemanha), Barcelona (Espanha) e outras - é permitido carregar a bicicleta em viagens de metrô ou bonde, menos nos horários de pico. Com isso, aquele trecho do percurso com ladeiras pode ser vencido com uma carona em outro modal.

Além disso, quando a opção é por uma bicicleta pública - a exemplo das ‘laranjinhas’ de Salvador - há pontos de compartilhamento nas entradas da estações de metrô ou bonde.

Plano Inclinado
Alguns desses exemplos já são repetidos em Salvador. O Elevador Lacerda e os Planos Inclinados Liberdade e Gonçalves começaram ontem a aceitar carregar usuários com bicicletas em suas viagens. Essa autorização vale para todos os dias da semana em que o equipamento funcione.

Para o secretário do Escritório Municipal de Projetos Especiais (Empe) e coordenador do Movimento Salvador Vai de Bike, Isaac Edington, essa integração proporcionada pelos ascensores de Salvador vai derrubar o mito de que o uso de bicicletas na cidade é limitado por causa da topografia acidentada do município, dividida entre Cidade Alta e Cidade Baixa.

“É uma iniciativa que facilita muito a vida das pessoas que já usam a bicicleta cotidianamente. Ou seja, o fato de termos essa topografia incrível e belíssima, Cidade Alta e Cidade Baixa, não é mais motivo para não andar de bicicleta em Salvador”, acredita Isaac.






Bike no sinal de Copenhague


Ônibus
Paralelamente, o movimento vai continuar com as ações de incentivo sobre o uso da bicicleta. Segundo Edington, uma das iniciativas nessa área é a construção de uma parceria com o Sindicato das Empresas de Transporte Público de Salvador (Seteps) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) para um curso de capacitação de motoristas de ônibus para harmonizar a relação entre eles - motoristas - e ciclistas no compartilhamento das vias da cidade. Parcerias também vão ser estabelecidas com empresas, para que elas incentivem seus colaboradores a se deslocarem de bicicleta.

Outra novidade, seguindo a linha colaborativa, é a realização de pesquisas para basear decisões de melhorias da infraestrutura cicloviária de Salvador, incluindo a instalação de paraciclos e bicicletários e de novas ciclofaixas.

A ideia do Empe é a de abrir mil novas vagas de estacionamento de bicicletas até março do ano que vem. Também está no radar do órgão um projeto para estimular cada vez mais o uso da bicicleta nas comunidades. Um deles é apontado como pioneiro no Brasil cujo objetivo é o de incentivar o uso de bikes dentro das próprias comunidades, seja para deslocamento, seja para trabalho.




Salvador ganhou o movimento Vai de Bike e a proposta é ampliar ainda mais esse modal pela cidade (Foto: Almiro Lopes/Arquivo CORREIO)





fonte;http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/uso-de-bicicleta-como-transporte-publico-e-aposta-certa-para-melhorar-saude-e-mobilidade/?cHash=203670f4d82ec4d75c8644c8f6c0af43

Pedalar é Preciso: conheça os benefícios, obstáculos e desafios da bicicleta nas cidades


Na semana em que a discussão sobre a mobilidade urbana está em destaque, o Repórter Brasil exibe uma série de reportagens especiais sobre o uso da bicicleta nas cidades. Confira.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Equipe Astana de ciclismo tem quinto caso de doping

26/11/2014 às 15h32

Estadão Conteúdo

Redação Folha Vitória
Lausanne - Enquanto estuda sanções contra a equipe Astana de ciclismo por seguidos casos de doping, a União Ciclística Internacional (UCI) anunciou nesta quarta-feira mais uma suspensão envolvendo um ciclista do time do Casaquistão. Artur Fedosseyev, da equipe de desenvolvimento, está proibido provisoriamente de competir depois de testar positivo para um esteroide anabolizante.
De acordo com a UCI, Fedosseyev, um casaque de 20 anos, foi pego em exame antidoping realizado durante do Tour de l'Ain, na França, em 16 de agosto. Na ocasião, o ciclista obteve o 15.º lugar.
A Astana é a equipe pela qual o italiano Vincenzo Nibali conquistou neste ano o mais importante título do ciclismo de estrada, o da Volta da França. Porém, desde aquela competição, cinco atletas da Astana foram pegos em exames antidoping. Por isso, a UCI tem tudo para retirar a licença profissional da equipe.
Recentemente, a UCI suspendeu provisoriamente os irmãos casaques Maxim e Valentin Iglinskiy, punidos por testarem positivo para EPO (hormônio sintético utilizado para produzir glóbulos vermelhos e ajudar na resistência), e Ilya Davidenok, outro ciclista do Casaquistão, por uso de esteroides.
Na semana passada foi anunciada a suspensão provisória de Victor Okishev, que compete por um pelotão de desenvolvimento da equipe e foi campeão da prova sub-23 do contrarrelógio no Campeonato Asiático de Ciclismo deste ano, realizado em maio, no Casaquistão. Ele também testou positivo para um esteroide anabolizante.
No mês passado, após a revelação dos casos, a UCI pediu à sua comissão de licenças que revisasse o status da Astana por causa dos seguidos dopings. Agora, com o quinto caso confirmado, o risco de a equipe ter a sua licença cancelada aumenta ainda mais, sendo que neste ano apenas 18 times ganharam a licença de elite profissional. A Astana é chefiada por Alexandre Vinokourov, atual campeão olímpico do ciclismo de estrada, que tem uma mancha de doping no seu passado.
fonte:http://www.folhavitoria.com.br/esportes/noticia/2014/11/equipe-astana-de-ciclismo-tem-quinto-caso-de-doping.html

Andando de bicicleta nas alturas

Video - StoopidTall, un grand velo de 4 metres

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ciclistas e BHTrans discutem novas ciclovias em BH

Em reunião com representantes da BHTrans na noite de ontem 19/11/14, na Casa do Jornalista, ciclistas de Belo Horizonte começaram a definir uma metodologia de vistoria nas novas ciclovias que serão construídas na cidade. Belo Horizonte terá mais 150 km de ciclovias até o final de 2016 e seus projetos e sua implantação serão acompanhados pelos ciclistas. 
 
Os recursos para as ciclovias, R$ 22 milhões, serão financiados pelo governo federal, como parte do PAC da Mobilidade, e já estão garantidos. Os trechos também já foram definidos pela BHTrans nas diversas regiões da cidade, exceto a Centro-Sul, que será contemplada com outro projeto. As ciclovias serão alimentadoras da rede de transporte público, integradas aos corredores de ônibus e às estações do BHBus e do BRT. 
 

Eveline Trevisan, no fundo, expôs o projeto aos ciclistas 

Na reunião de ontem, a BHTrans, representada pela superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Educação e coordenadora do programa Pedala BH, Eveline Prado Trevisan, e pelo coordenador de Políticas de Sustentabilidade, Marcelo Cintra, apresentou o projeto a cerca de 15 ciclistas. Estes discutiram os itens que devem constar de um formulário de vistoria e se dividiram em grupos para organizar as vistorias. A intenção é realizar, primeiro, vistorias pela internet, usando o aplicativo Street View, e em seguida vistorias presenciais. O grupo está aberto a todos os interessados. 

Entre os aspectos mais importantes a serem observados pelos ciclistas estão a localização da ciclovia na rua ou avenida (se do lado direito, esquerdo ou no canteiro central), o tipo de piso, as interseções perigosas e obstáculos. A pintura e a sinalização, informou Eveline Trevisan, serão padronizadas e seguirão a regulamentação do Denatran. 
 
Ela informou que as sugestões dos ciclistas constituirão um relatório de vistoria que fará parte do termo de referência a ser entregue à empresa responsável pela elaboração do projeto. A licitação do projeto deverá ser feita em dezembro deste ano e o contrato, assinado em março. Antes de começar as obras, no entanto, a BHTrans quer contar com o respaldo dos ciclistas. Dos 150 km, 60 já têm projetos prontos, mas eles também serão revisados, conforme as sugestões feitas nas vistorias. O que não for adotado pela BHTrans será justificado. 
 
"Vamos fazer direito dessa vez"

A decisão da BHTrans de consultar os ciclistas para a construção das novas ciclovias aconteceu depois que os primeiros trechos feitos na capital receberam muitas críticas, por terem larguras, pisos e trajetos inadequados, e até mesmo obstáculos. “Vamos fazer direito dessa vez”, disse Eveline Trevisan. “Não podemos deixar perder um projeto tão bacana como esse.” 
 
Além de estarem necessariamente integradas ao transporte coletivo, as novas ciclovias já sofrem no entanto algumas limitações. O projeto não prevê obras de infraestrutura de apoio, como bicicletários, e os existentes deverão ser revistos. Os trechos também não estão integrados ao metrô. Avenidas importantes, como a Cristiano Machado, ficaram de fora do projeto. 
 
Os ciclistas pretendem realizar uma reunião mensal ao longo do trabalho de vistorias e agregar novos ciclistas além dos que compareceram à reunião de ontem. Os interessados podem participar e acompanhar as discussões na página do BH em Ciclo – Associação de Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte, no Facebook, e na página doGT Pedala BH, no Google.  


Ciclistas começaram a se organizar para fazer as vistorias
fonte:http://www.sjpmg.org.br/index.php/fique-por-dentro/noticias-sindicato/destaques/2437-ciclistas-e-bhtrans-discutem-novas-ciclovias-de-bh

5 mitos e verdades sobre andar de bicicleta

Por  | em Novembro 21, 2014 

Andar de bicicleta emagrece e afecta a vida sexual? Conheça os mitos e as verdades sobre andar de bicicleta que têm surgidos nos fóruns de ciclistas na Internet. 
O número de utilizadores de bicicleta tem aumentado em todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de pessoas que usam a bicicleta para ir para o trabalho cresceu 60% na última década, segundo dados do Censo de Junho.
Na América Latina, em cidades como São Paulo, Cidade do México e Bogotá começaram a ser implementados sistemas de bicicletas públicas e ciclovias, uma tendência que se repete por todo o continente.
Paralelamente, têm surgido mitos nos fóruns de ciclistas na Internet sobre a utilização da bicicleta. A BBC partilhou os cinco principais mitos. Ora veja.
1. Andar de bicicleta emagrece
Andar de bicicleta é uma actividade aeróbica, o tipo de exercício adequado para quem quer emagrecer. A questão é que a perda de peso depende de quantas calorias são perdidas e quantas são consumidas.
Um estudo divulgado pela British Medical Journal revelou que os homens e as mulheres que chegam ao trabalho de maneira activa (de bicicleta, a correr ou a caminhar) possuem um índice de massa corporal e percentual de gordura corporal significativamente menor dos que os que usaram outro meio de transporte.
Uma pessoa que pesa 58 kg, por exemplo, pode queimar entre 170 e 250 calorias, se pedalar a um ritmo suave. Esse número pode chegar a mais de 400, se a velocidade for moderada, ou superior a 700 calorias, se o ritmo for maior.
Ou seja, andar de bicicleta pode ajudar a perder peso, mas depende da velocidade e da dieta feita para complementar o desgaste físico.
2. Andar de bicicleta prejudica o sexo
Um dos maiores mitos está relacionado com os efeitos que o andar de bicicleta pode ter na vida sexual dos utilizadores. No caso das mulheres, há dois anos foi publicado um estudo que questionava se a posição na bicicleta poderia causar adormecimento e perda de sensibilidade na área genital.
O estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, referia-se à altura do guiador em relação ao assento. Se fosse menor, produzia uma pressão maior sobre o períneo e uma sensação menor no assoalho pélvico, entre o ânus e a vagina.
Mas  os pesquisadores explicaram que essa condição poderia ser alterada com uma mudança na posição do guiador. E argumentaram que o estudo apenas tinha analisado um grupo restrito de mulheres, e que seriam necessárias novas pesquisas com mulheres que usam a bicicleta como meio de transporte.
Em relação aos homens, há diversos estudos que mostram que o ciclismo pode causar distúrbios genitais e disfunção eréctil. Mas as últimas pesquisas, em que foram analisados mais de 5 mil ciclistas, não encontraram associação entre o tempo de utilização da bicicleta e a infertilidade masculina.
3. Deslocar-se de bicicleta ajuda a reduzir os níveis de poluição
É evidente que o aumento do uso de bicicletas como meio de transporte reduz o uso de veículos nas cidades. No entanto, os ciclistas podem inalar 2 a 5 vezes mais partículas poluentes do que aqueles que viajam de carro.
Estudos realizados pelo investigador Luc Int Panis, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas Flamengo, e pelo professor Jonathan Grigg, da Escola de Medicina de Londres, apontam que a razão para o sucedido é a rápida respiração daqueles que andam de bicicleta. Isso faz com que o ciclista respire mais partículas ultra-finas que estão no ar, que chegam a ser de centenas de milhares num centímetro cúbico nas horas de maior tráfego.
4. Quem anda de bicicleta sofra de problemas de joelhos
Depende da posição. Especialistas recomendam que as pessoas pesquisem sobre o tamanho adequado e a postura correcta para andar de bicicleta.
A acção repetitiva de pedalar pode causar grande desconforto, se o movimento não for fluído, o que se consegue ajustando o banco a uma altura adequada. Também é aconselhável começar a pedalar a um ritmo moderado e aumentar a intensidade gradualmente.
Andar de bicicleta é um exercício de baixo impacto e, por isso, é frequentemente recomendado no tratamento da reabilitação de pessoas que sofreram lesões. Mas especialistas em medicina desportiva recomendam combinar o uso da bicicleta com outros tipos de  desporto de maior impacto, como corrida.
O objectivo é desenvolver músculos diferentes e evitar problemas em outras partes do corpo, como articulações e ossos.
5. Com capacete ou sem capacete?
O medalhista olímpico britânico Chris Boardman divulgou a sua lista de prioridades para ciclistas e excluiu o uso de capacete.
“O que desanima as pessoas é que se sentem tão seguras a andar numa bicicleta como a pé. Estatisticamente, [andar de bicicleta] é mais seguro do que tomar banho. Não há nada de errado com os capacetes, mas se apenas 0,5% das pessoas usam-no na Holanda, que é um dos países mais seguros, deve ser por uma razão”, disse Boardman à BBC.
Esta posição gerou uma série de críticas e Boardman – que integra uma campanha do governo britânico para estimular o uso das bicicletas – defendeu a sua posição, destacando mais os benefícios alcançados pelo exercício do que os riscos de não se usar o capacete.
No entanto, o Instituto de Seguros para Segurança nas Estradas dos EUA informou que a maioria das 722 mortes registadas entre ciclistas em 2012 foi de pessoas que não usavam capacetes.
Segundo o instituto, os capacetes também reduziram os riscos de lesões no cérebro em 85%.
 Foto: cc Terminals & Gates/ Flickr
http://omeubemestar.com/2014/11/21/5-mitos-e-verdades-sobre-andar-de-bicicleta-27297

BMX - Spain Lost Footage #AWESOME

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dia das Bruxas # BMX...

UCI cria mais uma regra: Ciclistas terão locais para jogar lixo

Nova medida visa concentrar em um local sachês, embalagens e caramanholas descartadas

ciclismo-estrada-garrafinhas
De acordo com o site “The Inner Ring”, a UCI (União Ciclística Internacional) irá implantar no próximo ano ‘zonas de lixo’ para os ciclistas ‘esvaziarem seus bolsos’. A ação visa concentrar em poucos lugares o acúmulo de lixo, que pode variar entre sachês de carbogel, embalagens de comida e, claro, as famosas caramanholas (squeezes).
As ‘zonas de lixo’ estarão posicionadas antes e depois das ‘zonas de alimentação’, local em que os ciclistas (normalmente os gregários) são abastecidos com isotônicos e comidas. Outro local para receber o lixo deverá ser feito a 20 km da linha de chegada.
As novas regras seriam implantadas em provas ou etapas que contemplem a existência de ‘zonas de alimentação’ (normalmente as com mais de 150 km). As mudanças foram feitas na regra número 2.3.026. Já a regra 2.2.024 diz que, existindo uma ‘zona de lixo’, os ciclistas deve depositá-los nesta área.
Caso alguém seja flagrado jogando lixo no lugar indevido será aplicada uma multa de 50 francos suíços (40 euros).
Agora como regra, a ‘zona de lixo’ já foi testada em algumas provas como Paris-Nice e a Tirreno-Adriatico. Mas normalmente a turma da limpeza (feita pela própria organizadora das provas) passa após o pelotão recolhendo o lixo. Já as caramanholas muitas vezes acabam sendo pegas pelos próprios torcedores.
Outras soluções implantadas pelas equipes para ajudar na preservação do meio ambiente são o uso de materiais biodegradáveis e camisas com mais bolsos, para que os ciclistas guardem os lixos.

CONVITE - PASSEIO CICLÍSTICO PROMOVE DOAÇÃO DE SANGUE EM PATOS DE MINAS


Intitulado “Corrente do bem”, o passeio utiliza a prática do ciclismo para incentivar doações para o Hemocentro de Patos de Minas

Passeio ciclístico promove doação de sangue em Patos de Minas
PATOS DE MINAS - Infelizmente nessa época do ano, o volume de doações de sangue é quase inexistente, reduzindo muito o estoque de bolsas de sangue nos hemocentros, que em contrapartida, passam a necessitar ainda mais de doações.
Foi com foco nessa necessidade que surgiu o projeto “Corrente do bem”, que utiliza a prática do ciclismo para levantar o maior número possível de doações para o Hemocentro de Patos de Minas.
A ação é idealizada pela Academia K2 Fitness e Agência London e tem como objetivo promover a doação de sangue e conscientizar sobre a importância da realização do ato. O projeto ainda conta com o apoio do cantor sertanejo, Gustavo Lima.
Ás vezes a doação de sangue pode parecer um assunto delicado, daí a ideia de fazê-lo chegar às pessoas de uma forma mais descontraída. A ação também está relacionada ao Dia Nacional da Doação de sangue, comemorado em 25 de novembro.
Camila Oliveira, da Agência London, alerta para o objetivo da pedalada que é convencer as pessoas a realizarem a doação de sangue. “Temos como objetivo fazer com que as pessoas pensem mais em ajudar o próximo, além de cuidar da sua saúde. O objetivo é conseguir pelo menos suprir a necessidade de bolsas de sangue da região”.
O passeio ciclístico irá acontecer no dia 23 de novembro, com saída às 8h00 na Academia K2 Fitness. O trajeto do passeio abrange o trecho entre a Academia K2 e Parque do Mocambo. No fechamento da ação, os ciclistas poderão participar de um delicioso café da manhã. Para participar, os interessados devem se inscrever na própria academia, localizada na rua Major Gote, nº 1631. A inscrição é gratuita e dará direito a uma camiseta do evento.
Realizar doação de sangue é um processo simples e indolor. Para ser doador ou para obter mais informações sobre como doar, basta comparecer ao Hemocentro de Patos de Minas, situado na rua Major Gote nº 1255, de segunda a sexta feira das 7h as 11 horas.
Autor: Andressa Mota

Explore a cidade da Barcelona a bordo das bikes de Simone Barraco e Stefan Lantschner / filmagem com GoPro

Simone and Stefan - Barcelona point of view from Frontocean bmx on Vimeo.

A evolução da bicicleta



A história da bicicleta é um pouco nebulosa. Alguns defendem que o Leonardo Da Vinci que concebeu o projeto em 1490, outros falam que foi o chinês Lu Ban a mais de 2500 anos atrás e a maioria defende que foi o alemão Barão Karl von Drais em 1817.
Não, não foi o Haddad que inventou a bicicleta. Enfim.


Texto original: http://nerdpai.com/a-evolucao-da-bicicleta/#ixzz3JZPKa7Id

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

1° Desafio 100 Km de Ciclismo do Milhão - 2014

cartaz provisório
                        
VENHA DESAFIAR OS SEUS LIMITES!
Não é competição. 
Data: 14 de dezembro de 2014 (domingo)
Concentração: 7:00 h da manhã - Restaurante do Milhão (BR 262 Km 388 Florestal - MG)
Largada: 8:00 h da manhã.
Chegada: no máximo 7 horas após a largada.

Esta é uma prova de desafio de incentivo à prática regular de atividade física em benefício da saúde e do bem-estar.
O 1ºDESAFIO 100 Km de Ciclismo do Milhão/ 2014 tem como objetivo realizar um percurso de 100 km em no máximo de 7 horas.
É realizado por meio de uma confraternização saudável entre atletas, ciclistas amadores e desportistas que tentam mobilizar o maior número possível de pessoas a praticar o esporte ciclismo neste dia.
Os vencedores são todos os participantes que, além do corpo, exercitam integração, criatividade, liderança e espírito de equipe.
Inscrições limitadas a 200 atletas, todas serão online e não faremos no dia do evento.


"Zelar pela boa imagem do ciclismo e pela preservação da natureza no percurso".
 
Programação, Inscrições, Sugestão da organização, Regulamento, Percurso, Altimetria:


Patrocínio:
Restaurante do Milhão
Atletas inscritos

Apoio:
Rogério Pacheco Atleta
ADC - Associação Divinopolitana de Ciclismo
Socorro Camilo
REPAR- Distribuidora de Pneus e Peças Ltda
GWR - Ferramentas em geral e peças para tratores
Film Air - Filmagens aéreas
Delta Service - Manutenção e assistência técnica em computadores
Zapp Clean

Espacial FM 105.5

Doações:
Serão entregues no local para um representante da entidade:
Asilo Cidade Ozanan
Rua Santa Terezinha, 321 - Pará de Minas - MG
Tels.: (37) 3236-7106   (37) 3231-1669 
Contato: Cláudia

Realização:
Pedal do Frango Eventos

Supervisão
Liga Mineira de Ciclismo - LMC

Uma descida VERTIGINOSA de bicicleta numa montanha nos Alpes franceses



Com uma GoPro incorporada no seu equipamento, Bartek Szczeki, também conhecido por "Jaws", fez uma descida incrível de bicicleta numa montanha dos Alpes franceses. Este polaco, conseguiu imagens de cortar a respiração em trilhos muito estreitos e por vezes ladeado pelo "vazio".

bicicletas do futuro 2030

Equipe ACE- Itabirito, vence Jogos de Minas 2014

A equipe ACE, em parceria com a Prefeitura de Itabirito, venceu neste final de semana na cidade de Ipatinga os Jogos de Minas 2014 nas provas de Estrada, disputada em circuito, e Mountain Bike.


 No sábado a equipe venceu a prova com um trabalho em equipe brilhante garantindo o primeiro lugar com o atleta Marcos Magalhães. A equipe ainda conquistou o segundo, quarto, quinto e sexto lugares na prova com Ricardo Alcici, Ivan Resende, Eduardo Tonholo e Humberto Higino. A equipe competiu com 9 atletas que trabalharam forte durante toda a prova imprimindo desde o início um ritmo forte na competição.





No domingo, na prova de MTB, o atleta da categoria júnior, Rafael Oliveira, venceu a competição andando na frente inclusive dos atletas de Elite. Rafael em 2015 se mantém na categoria júnior e é uma grande promessa de bons resultados na temporada.



O Equipe ACE de Ciclismo tem o patrocínio de NEOBOX, TRIPP Aventura, IB Factoring, NÃO+PELO-Unidade Pampulha-BH-MG e Apis Engenharia. Conta com o apoio de rodas Vzan e Sprint Nutri e Prefeitura de Itabirito.
Fonte: http://clubeaceciclismo.blogspot.com.br/2014/11/equipe-ace-itabirito-vence-jogos-de.html?spref=fb

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

FilmAir Filmagens Aéreas



Publicado em 18/11/2013
FilmAir, Empresa criada por profissionais do ramo de aeromodelismo. Filmagem e fotografia aérea rural e urbana, festas, eventos e casamentos por um custo bem inferior, se comparado com as filmagens feitas por aeronaves.
http://filmair.blogspot.com.br/

High Speed Downhill Trike Racing

Ciclovia na Holanda gera energia solar


A Holanda apresentou nesta quarta-feira (12) a primeira ciclovia capaz de produzir energia solar
http://tvuol.uol.com.br/video/ciclovia-na-holanda-gera-energia-solar-04028C9C3466DC915326

Taca li pau nessa Bike

Mítico "Diabo" diz adeus

FIGURA EMBLEMÁTICA VAI DEIXAR DE APARECER
Sexta-Feira, 7 novembro de 2014 | 21:03
Fotos: AFP
Alemão era presença assídua nas etapas mais importantes.
 
Aos 62 anos, o alemão Didi Senft vai deixar de fazer aquilo que o tornou famoso junto dos adeptos do ciclismo. Conhecido como o "Diabo", que nas últimas duas décadas animou tanto espectadores como ciclistas nas mais importantes provas do ciclismo mundial, o alemão decide pendurar o "tridente", alegando problemas de saúde.

No entanto, segundo a imprensa especializada, a decisão terá sido tomada principalmente devido a problemas de financiamento, muito por culpa do final das transmissões de ciclismo na Alemanha. Tal situação acabou por travar os possíveis fundos que a mítica figura poderia receber.

http://www.record.xl.pt/Modalidades/Ciclismo/interior.aspx?content_id=913737

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Recife discute utilização do bike box

Já adotado em outras cidades, espaço para o ciclista junto à faixa de pedestres é sugerido por associação como forma de aumentar a segurança


Publicação: 07/11/2014 14:43 Atualização: 07/11/2014 16:38

Com a proposta de aumentar a segurança dos ciclistas nos cruzamentos de vias com trânsito intenso, os bike boxes - espaços para bicicletas entre a faixa de pedestres e a faixa de retenção de carros - são uma solicitação frequente de cicloativistas recifenses. Apesar da iniciativa já ter sido implantada com sucesso em diversas cidades brasileiras 

O bike box é uma sinalização horizontal em formato de caixa que abriga os ciclistas enquanto o semáforo estiver fechado nos cruzamentos de ruas e avenidas com trânsito pesado. “A estrutura serve para dar mais segurança ao ciclista, principalmente na saída (quando o semáforo abre para o fluxo)”, justifica um dos coordenadores da Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Ameciclo), Cezar Martins.


Essa estrutura beneficia o ciclista de diversas formas, segundo ele. “O carro que está atrás não consegue passar na frente da bicicleta. Os ciclistas saem todos juntos e dá tempo da pessoa se equilibrar antes do veículo passar na lateral”, explica Cezar. O bike box oferece ainda mais segurança nas vias de mão dupla, em que o ciclista precisa cruzar a esquina no sentido contrário ao que ele está. “Se a ciclofaixa é à esquerda da rua e o ciclista precisa girar à direita no cruzamento, é muito difícil fazer isso sem o bike box”, ressalta o urbanista Pedro Guedes. 

A sinalização também beneficiaria o pedestre, já que evita que a faixa seja ocupada por bicicletas e até mesmo motos - em alguns lugares o box também é aberto aos motociclistas. Nas cidades que já adotaram o bike box não há registros de acidentes provocados pela sinalização.

O assunto tem sido pauta de reuniões entre a entidade e a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). “A Ameciclo fez um pedido oficial à prefeitura em 7 de outubro”, explica Guedes. O impasse é a inexistência no manual de critérios de desenhos de bike box na via.
Segundo a CTTU, a implantação de bike boxes não está descartada, porém não há projetos previstos para a implantação. “O objetivo da companhia é implantar até o fim do ano as rotas cicláveis da Avenida Antônio Curado e na Rua Inácio Monteiro, cujos projetos executivos estão finalizados. Até 2016, a prioridade da CTTU é a conclusão dos estudos para expandir a malha cicloviária da cidade”, informou a companhia. 

fonte:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/11/07/interna_vidaurbana,541440/recife-discute-utilizacao-do-bike-box.shtml

Danny MacAskill - Epecuén - 2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ciclistas romeiros percorrerão 75 km de Pará de Minas a Leandro Ferreira

Bike Romaria reunirá mais de cem fiéis em percurso até o túmulo do padre Libério. Largada está programada para as 6h deste domingo, no Parque do Bariri

Romaria sobre duas rodas vai de Pará de Minas a Leandro Ferreira (Foto: Divulgação)
Fé que supera a distância. Mais de cem ciclistas do Centro-Oeste de Minas estão em contagem regressiva para a Bike Romaria que sairá de Pará de Minas com destino ao túmulo do padre Libério Rodrigues Moreira, ou padre Libério (como ficou popularmente conhecido), em Leandro Ferreira, neste domingo (9). Serão 75 quilômetros de percurso, passando por estradas de terra e trilhas em matas. 
A largada será no Parque do Bariri, a partir das 6h. De lá, os ciclistas partirão para o local onde padre reconhecido por sua vida piedosa e por alguns milagres foi sepultado. Serão cerca de sete horas de pedaladas. Desafio que o empresário Guilherme Cassini Júnior, de 50 anos, pretende tirar de letra. 
Guilherme Cassini Júnior, 50, já participou de quatro bike romarias (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)Guilherme Júnior já participou de quatro edições (Foto: Guilherme Júnior/Arquivo pessoal)
- Já participei de quatro edições dessa bike romaria. Tenho uma bicicleta apropriada para longas distâncias. Penso que muita gente participa do evento por causa da fé em padre Libério. Outros participam simplesmente para aproveitar o passeio. Eu vou pelos dois - disse. 
Jairo Mendes Ferreira é um dos organizadores da Bike Romaria. Ele contou que foram abertas 131 vagas para ciclistas. As inscrições custaram R$ 70 e já estão esgotadas. A idade mínima para participar é de 15 anos.
- Alcançamos uma participação maior nesta edição. O trajeto terá algumas novidades em relação aos dos anos anteriores. Terá terrenos mais acidentados - revelou. 
Quem participar receberá alimentação. Água será disponibilizada em três pontos de parada. Durante todo o trajeto, uma equipe de médicos acompanhará de perto os ciclistas. 
Ciclistas em frente à casa de Padre Libério, em Leandro Ferreira (Foto: Divulgação)Ciclistas fazem orações em Leandro Ferreira (Foto: Divulgação)
Na chegada a Leandro Ferreira, momento de fé e devoção. Os ciclistas darão as mãos e irão fazer  orações pela memória do padre. 
No início da noite, os aventureiros voltarão para casa em um ônibus alugado. Um caminhão-baú estará logo atrás, levando as bicicletas. 
- É um esforço muito gratificante. Participo da Bike Romaria desde a segunda edição e a cada ano cresce o número de participantes. Sem dúvida, é mais fácil para quem já tem algum contato com bicicleta - diz o contador Carlos Daniel de Sousa, de 65 anos, que também é acostumado com esse tipo de transporte. 
CUNHO SOCIAL
A Bike Romaria alimenta a solidariedade. A cada edição, segundo a organização, uma entidade de Pará de Minas recebe doações de produtos adquiridos com parte do dinheiro obtido com as inscrições. Este ano, as doações irão para o Oratório Salesiano, no bairro Serra Verde, que atende crianças em risco social. De acordo com o organizador Jairo Mendes Ferreira, cada criança receberá um kit escolar. 
http://globoesporte.globo.com/mg/zona-da-mata-centro-oeste/noticia/2014/11/ciclistas-romeiros-percorrerao-75-km-de-para-de-minas-leandro-ferreira.html

Andar de bicicleta causa impotência? Veja 5 mitos sobre o ciclismo

Ciclistas (Thinkstock)
As bicicletas têm se multiplicado pelo mundo - e junto com elas as lendas sobre seus benefícios e desvantagens.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de pessoas que usam bicicleta para ir ao trabalho cresceu 60% na última década, segundo dados do censo em junho.
Na América Latina, cidades como São Paulo, Cidade do México e Bogotá começaram a implantar sistemas de bicicletas públicas, ciclovias e ciclofaixas, numa tendência que se repete por todo o continente.
A BBC responde a cinco dos principais mitos que se espalham por fóruns de ciclistas na internet.

Emagrece?

Andar de bicicleta é uma atividade aeróbica, o tipo de exercício adequado a quem quer emagrecer. A questão é que a perda de peso depende de quantas calorias são perdidas e quantas são consumidas.
Ciclismo (Thinkstock)
A perda de peso varia de acordo com a velocidade e a dieta feita pelo ciclista
Um estudo divulgado pela publicação científica British Medical Journal revelou que homens e mulheres que chegam ao trabalho de maneira ativa (de bicicleta, correndo ou caminhando) possuem um índice de massa corporal e percentual de gordura corporal significativamente menor daqueles que usaram outra forma de transporte.
Uma pessoa que pesa 58kg, por exemplo, pode queimar entre 170 e 250 calorias se pedalar em um ritmo relaxado. Esse número pode chegar a mais de 400 se a velocidade for moderada, ou superior a 700 calorias se o ritmo for maior.
Ou seja, andar de bicicleta pode ajudar a perder peso, mas depende da velocidade e da dieta feita para complementar o desgaste físico.

Prejudica o sexo?

Fertilidade, impotência, dormência... Um dos maiores mitos em relação à bicicleta está nos efeitos na vida sexual dos usuários, tanto de mulheres como de homens.
Ciclismo (Thinkstock)
Um dos maiores mitos em relação à bicicleta está sobre o impacto na vida sexual dos usuários
No caso das mulheres, há dois anos foi publicado um estudo que questionava se a posição na bicicleta poderia causar adomercimento e perda de sensibilidade na área genital.
O estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, referia-se à altura do guidão em relação ao assento. Se fosse menor, produzia uma pressão maior sobre o períneo e uma sensação menor no assoalho pélvico, entre o ânus e a vagina.
Mas pesquisadores explicaram que essa condição poderia ser alterada com uma mudança na posição do guidão, e que este havia sido um estudo pequeno, com um grupo reduzido de mulheres, e que seriam necessárias novas pesquisas com mulheres que usam a bicileta como meio de transporte.
Em relação aos homens, há diversos estudos mostrando que o ciclismo pode causar distúrbios genitais e disfunção erétil. Mas as últimas pesquisas, em que foram analisados mais de 5 mil ciclistas, não encontraram associação com o tempo gasto na bicileta e infertilidade.

Ajuda a reduzir os níveis de poluição?

É evidente que o aumento do uso de bicicletas como meio de transporte reduz o uso de veículos nas cidades.
Ciclismo (Thinkstock)
Uso maior de bicicletas diminui a poluição causada por veículos, mas os ciclistas podem inalar de 2 a 5 vezes mais partículas poluentes
No entanto, essa estatística não favorece diretamente os ciclistas - eles podem inalar de 2 a 5 vezes mais partículas poluentes do que aqueles que viajam de carro.
Estudos do pesquisador Luc Int Panis, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas Flamengo, e do professor Jonathan Grigg, da Escola de Medicina de Londres, apontam que a causa é a rápida respiração profunda daqueles que andam de bicicleta.
Isso faz com que você respire mais partículas ultrafinas que estão no ar, que chegam a ser de centenas de milhares em um centímetro cúbico nas horas de maior tráfego.

É ruim para os joelhos?

Depende da posição. Especialistas recomendam que as pessoas pesquisem sobre o tamanho adequado e a postura correta sobre a bicicleta.
Ciclismo (Thinkstock)
Especialistas dizem que usuários devem mesclar ciclismo com outros exercícios
A ação repetitiva de pedalar pode causar grande desconforto se o movimento não for fluído, o que se consegue ajustando o banco a uma altura adequada. Também é aconselhável começar a pedalar em um ritmo moderado e aumentar a intensidade gradualmente.
Andar de bicicleta é um exercício de baixo impacto e, por isso, é frequentemente recomendado no tratamento de reabilitação de pessoas que sofreram lesões. Mas especialistas em medicina esportiva recomendam mesclar o uso da bicicleta com outros tipos de maior impacto, como corrida.
O objetivo é desenvolver músculos diferentes e evitar problemas em outras partes do corpo, como articulações e ossos.

Com capacete ou sem capacete?

O medalhista olímpico britânico Chris Boardman divulgou sua lista de prioridades para ciclistas no qual excluiu o uso de capacete.
Ciclismo (Thinkstock)
Uso do capacete gera debate acalorado entre ciclistas
"O problema que desanima as pessoas é que você está tão seguro em uma bicicleta como à pé. Estatisticamente, é mais seguro do que estar em seu próprio banheiro. Não há nada de errado com os capacetes, mas se apenas 0,5% das pessoas usam-no na Holanda, que é um dos países mais seguros, deve ser por uma razão", disse Boardman à BBC.
Esta posição gerou uma série de críticas e Boardman - que integra uma campanha do governo britânico para estimular o uso das bicicletas - defendeu sua posição, destacando mais os benefícios alcançados pelo exercício do que os riscos de não se usar o capacete.
No entanto, o Instituto de Seguros dos Estados Unidos para Segurança nas Estradas informou que a maioria das 722 mortes registradas entre ciclistas em 2012 foi de pessoas que não usavam capacetes.
Segundo o instituto, os capacetes também reduziram os riscos de lesões no cérebro em 85%.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/11/141104_ciclismo_mitos_hb