quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A experiência de pedalar em Copenhague

09 de janeiro de 2014W_BICICLETA_P

Em alguns trechos, ciclovias são mais largas que calçadas e pistas de rolamento
Fotos: Francisco Fresard
Das experiências que somei durante as férias, compartilho aqui a mais marcante: andar de bicicleta em Copenhague, capital da Dinamarca. Mesmo sedentário e um tanto inseguro – há tempo não me aventuro sobre um selim – pedalei por três dias seguidos sem temer e sem protagonizar qualquer incidente.
Por onde passei havia ciclovias. As menores com dois metros de largura. A bicicleta é a toda-poderosa do trânsito. Tem preferência sobre os motorizados em todas as situações e os motoristas respeitam sem pestanejar. Não passei por buracos ou desníveis. Tive que indicar com o braço conversões e paradas na ciclovia. Contei com sinalização de qualidade e podia estacionar a bicicleta em praticamente qualquer lugar.
Comparando com Blumenau
Copenhague é uma cidade plana, bem diferente de Blumenau. Também é uma cidade fria, bem diferente de Blumenau. Pedalei sempre com a temperatura de 5 °C e o frio não era desculpa para deixar de sair de bicicleta. Seja para ir ao trabalho, escola, compras ou mesmo levar os filhos a um passeio.
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Bicicleta faz parte do cotidiano da cidade
Implantar algo igual por aqui é impossível. Semelhante, talvez. Relevo e temperatura são determinantes para o conforto de quem pedala. Nos dois aspectos estamos em desvantagem.
Recomendo a quem por lá estiver que passe alguns dias sobre uma bicicleta. Também aos que já tiveram essa experiência em outros centros ciclísticos como Amsterdam (Holanda). Em Copenhague a experiência é inesquecível.

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