sexta-feira, 29 de novembro de 2013

2º Desafio 6 horas de Ciclismo / LMC 2013


Rodrigo Domingues Rocha - Campeão 2011


Data: 08/12/2013
Local: Cidade Administrativa
Concentração: 7:00 h
Largada: 8:00 h
Término: 14:00 h

Todos receberão troféu de participação e um par de meias da LMC

Categorias:

Open - Ritmo forte
Serão premiados os 3 primeiros colocados que terminarem na mesma volta.
Válido participação somente com bicicletas de estrada

Turismo - Ritmo moderado
Objetivo: completar as 6 horas desafiando a si mesmo.
Válida participação com qualquer modelo de bicicleta

Inscrições: R$50,00 (parte da inscrição será destinada à compra de brinquedos para doação)
As inscrições encerrarão no dia 04 de Dezembro

Onde fazer inscrição:
Lojas Green Max 3441-4161---Pampulha
Campolina`s Bike 3426-5603--- Palmares
Mais Bike 3261 2702--- Savassi
Bicishop 3292-8422---Barroca
BH Bikes 3474-4091---B. Alípio de Melo/ Barreiro

Evento fechado para 100 participantes

Não faremos inscrição no dia do evento
Será fornecido água e frutas pela organização

Regras:
Obrigatório uso de capacete
Descarte de lixo somente na linha de chegada
Vetada a participação de menores de 18 anos
A última volta será determinada pelo toque do sino
O grupo mais lento deverá andar sempre na direita da via para que o grupo mais rápido tenha caminho livre na pista da esquerda
Atletas que forem pegos urinando ou jogando lixo fora do local poderão ser detidos pela PMMG local
O Desafio ocorrerá independente das condições climáticas
A organização não se responsabilizará por nenhum objeto pessoal deixado durante a prova nas tendas da organização
Objetos esquecidos após o evento deverão ser procurados no prazo máximo de 7 dias ou serão doados para ciclistas carentes, não cabendo nenhum ressarcimento da LMC
Evento aberto para qualquer tipo de bicicleta
Cada atleta poderá levar um "Staff"para dar apoio. 
O "Staff"deverá estar identificado pela organização e deverá ficar somente no local determinado para apoio. 
A organização não fará em hipótese nenhuma o trabalho do "Staff".

Realização e Supervisão:
Liga Mineira de Ciclismo
Lei Federal n 9.615/98 (Lei Pelé) de 24 de Maio de 1998
Decreto Lei 3.944 de 28/09/2001

Câmara rejeita projeto para emplacar bicicletas

Graças à pressão de ciclistas, comissão da Câmara rejeitou, por unanimidade, projeto do vereador Adilson Amadeu

SABRINA DURAN
27/11/2013 14h35 - Atualizado em 28/11/2013 12h35

Bicicletas_cidade_bike (Foto: Shutterstock)

A novela do emplacamento de bicicletas promovida pelo vereador-despachante Adilson Amadeu (PTB) teve, hoje (27/11), um desfecho positivo para os ciclistas. Projeto de lei de sua autoria foi rejeitado por unanimidade pela Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara Municipal em audiência pública realizada ao meio-dia. O PL ainda deve ir a outras comissões, mas com o desgaste do vereador entre a sociedade civil e entre seus próprios colegas, que tentaram convencê-lo a arquivar o projeto, dificilmente essa história irá adiante.
Foram pelos menos quatro audiências em que os ciclistas compareceram e criticaram, de forma unânime, a proposta de Amadeu. A pressão também foi grande nos veículos de comunicação independentes e nas redes sociais - Amadeu bem que tentou debater com alguns ciclistas no Facebook, mas não aguentou a pressão dos argumentos e se esquivou do diálogo alegando estar sendo "ofendido".
Adilson Amadeu, ao centro e sem capacete, sem luva e sem óculos de proteção, itens que, juntamente com o emplacamento, ele quis tornar obrigatórios aos ciclistas (Foto: Reprodução/Facebook do vereador)

 Insistência e atenção
Apesar dos pedidos de reconsideração dos colegas para que arquivasse o PL, Amadeu mostrou-se irredutível. Tensionou tanto a corda que terminou por arrebentá-la e arrebentar-se, criando para si impopularidade, críticas e dúvidas sobre a lisura da sua proposta, afinal, é um vereador-e-despachante propondo o emplacamento de bicicletas que só prejudicará os ciclistas.
Um salve e um muito obrigada a tod@s @s envolvid@s, e um lembrete para que continuem atentos à movimentação dos legisladores. Dada a persistência no erro do nobre vereador, está claro o sinal de que a qualquer momento ele pode voltar a propor alguma pérola.
 * Esta foto foi apresentada hoje aos vereadores pelo ciclista Carlos Crow, da Ciclocidade. Carlos questionou a seriedade do vereador ao tentar tornar obrigatório por lei o emplacamento, uso de capacete, luvas e outras coisas se ele mesmo não segue o que propõe. O link para a foto original é este.

AGUAS DO TREME / TRILOGY



Prova de Montain Bike promovida pela empresa Trilogy Eventos.
Supervisão : Liga Mineira de Ciclismo

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Livro revela riquezas da Estrada Real encontradas em expedição por bicicleta


Aventura de dois expedicionários cariocas desnuda a antiga trilha dos bandeirantes
Quando começaram a pedalar em Ouro Preto (MG), o jornalista Rafael Duarte, 31 anos, e o multiesportista Jaime Portas Vilaseca, 32, estavam ansiosos, mas não imaginavam o que viveriam ao longo do percurso de 800 km de bicicleta pela Estrada Real, que liga Minas Gerais ao Rio de Janeiro. Uma iniciativa a partir do esporte, que teve objetivos jornalístico, conservacionista e sociocultural.
A intensidade da experiência merecia uma obra à altura. Assim nasceu o fotolivro Expedição Miramundos Estrada Real, da editora Bambalaio, patrocinado pelo Ministério da Cultura e Aon Corretores de Seguros através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, que será lançado nesta quinta-feira (28) no Rio de Janeiro.
Com prefácio do jornalista Clayton Conservani, textos de Rafael Duarte, curadoria de Jaime Portas Vilaseca e fotos de Flavio Forner e Daniel Ramalho, a publicação, em suas 132 páginas, exalta as riquezas naturais, culturais, históricas e artísticas encontradas na jornada realizada em abril de 2012.
Como revelam as páginas da obra, “Na Estrada Real é assim. É mergulhar na culturabrasileira e descobrir um país diferente a cada povoado, a cada cidade, a cada curva, a cada olhar. A Estrada Real é uma síntese do nosso Brasil”.
Ao todo 106 fotos compõem Expedição Miramundos Estrada Real. Uma viagem rica em tesouros naturais como paisagens deslumbrantes e flagrantes da fauna; de retratos da simplicidade da estrada através de casebres e da força da Igreja Católica na região, com santuários como o de Caraça, em Catas Altas (MG); e da marca cultural não somente da obra do Mestre Aleijadinho, como a imagem de Nossa Senhora da Piedade, mas da arte popular das esculturas em madeira de Bichinho (MG) e das cerâmicas de Cunha (SP).
“Nosso intuito é que a obra ressalte a importância da Estrada Real e ajude a promover a valorização e a preservação do percurso e de seus patrimônios”, explica Rafael.
Sobre a expedição
A equipe de expedições Miramundos escolheu o Caminho Velho, o mais antigo – um dos três trajetos – da Estrada Real que vai de Ouro Preto (MG) a Paraty (RJ). Durante 15 dias, Rafael, Jaime e os dois fotógrafos exploraram atenciosamente cada trecho do caminho, produzindo inclusive relatório sobre as condições dos marcos da estrada. Visitas a pontos históricos e, sobretudo, longas conversas com os moradores levaram a um entendimento mais amplo sobre as origens do lugar.
“Nosso olhar de aventureiro, muito diferente do de turista, captava detalhes, emoções... queríamos ver além de tudo o que aparecia diante de nós para depois compartilhar com o máximo possível de pessoas”, diz Jaime.
A dupla ainda realizou um trabalho de conscientização dos moradores e dos governantes locais com um ciclo de palestras sobre a importância da preservação dos patrimônios históricos como parte do Projeto VER, iniciativa do Instituto Estrada Real e SESI-FIEMG. Na ocasião eles fizeram um paralelo com o Caminho de Santiago – onde a equipe Miramundos promoveu sua primeira expedição.
Repórteres esportistas, os dois amigos demandaram um extenso programa de atividades físicas para encarar o desafio de pedalar até 8 horas por dia, ou 90 km. Enfrentaram chuva, sol, frio, barro, subidas de cascalho e terra molhada. Como relatam no livro “Aventurar-se é isso. É sentir plenamente a liberdade, a satisfação e a paz ao estar em contato extremo com a natureza”.

Volta a França de 2015 começa com contrarrelógio em Utrecht

SERÁ A 21.ª PARTIDA NO ESTRANGEIRO
Quinta-Feira, 28 novembro de 2013 | 12:22
Fotos: EPA
 
 
A edição de 2015 da Volta a França vai arrancar com um contrarrelógio de 13,5 quilómetros na cidade de Utrecht, na Holanda, anunciou esta quinta-feira a organização.

"Depois de duas edições [Córsega em 2013, Yorkshire em 2014] que começaram com uma etapa em terreno plano, voltaremos à tradição de começar o Tour com um contrarrelógio", afirmou hoje o diretor da prova, Christian Prudhomme, durante uma conferência de apresentação, na Holanda.

O direto do Tour divulgou que "o percurso será bastante plano, dirigido a especialistas do contrarrelógio e a roladores", que vai passar pelo centro de Utrecht e por locais emblemáticos da cidade holandesa com mais de 300 mil habitantes.

O contrarrelógio da primeira etapa está marcado para um sábado, 4 de julho de 2015, não tendo, como habitual, a designação de prólogo.

"As regras da União Internacional de Ciclismo (UCI) define oito quilómetros de distância máxima de um prólogo", explicou o diretor do Tour.

Na edição de 2010, Utrecht tinha sido preterida pela "vizinha" Roterdão como localização do início da mediática prova velocipédica.

"Em Utrecht, o ciclismo é um modo de vida. Há muitas mais bicicletas do que pessoas. Este é o meio de transporte número um da cidade", frisou o diretor do Tour.

Em 102 edições da Grande Boucle, que se cumprem em 2015, esta será a 21.ª partida fora de França e a sexta na Holanda, um recorde para um país estrangeiro.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Necessidades da Creche Cantinho da Vila - Visita do Papai Noel

Meus amigos,

Segue a planilha atualizada.
Como podem observar já fechamos quase três turminhas, estamos na casa dos 25%, sabemos que as demandas de natal são grandes, por isso peço a todos que repassem este e-mail ao maior número de pessoas possíveis, precisamos nos mobilizar para atingir o nosso objetivo, ainda faltam 15 dias... Dá Tempo!

NATAL 2013 - CRECHE CANTINHO DA VILA
TURMAS E PROFESSORAS
Idade (anos)
MENINAS
MENINOS
Total/Turma
Doações
OBS
CRECHE I ( Margarida, Cristiane)
1
7
12
19
19
OK
CRECHE II ( Edna, Cleusinha )
2
8
18
26
16
Faltam 10
CRECHE III Manhã ( Fatima )
3
13
10
23


CRECHE III Tarde ( Aline )
3
9
11
20


CRECHE III Integral ( Keylha, Adileide)
3
8
17
25
25
OK
PRÉ I Manhã (Cidinha )
4
14
8
22


PRÉ I Tarde ( Elenice )
4
11
12
23


PRÉ I Tarde ( Livia)
4
9
14
23


PRÉ II Manhã ( Gislayne )
5
8
10
18


PRÉ II Manhã ( Glória )
5
8
9
17


PRÉ II Tarde ( Eva )
5
9
11
20


Total

104
132
236
60
 25,42%

Creche Cantinho da Vila
Rua: Macapá, 245
B. São Caetano-Betim -MG
Valmi  (Coordenadora Administrativa)

Só iremos tentar obter as doações dos ingredientes para a festa após conseguirmos arrecadar o suficiente para os presentinhos do Papai Noel, ok? Por isso não publicaremos a lista por enquanto.

Muito obrigado,


Angelo

Curte pedalar? Ideias no mundo todo beneficiam ciclistas. Saiba mais


Biking - <br>Foto: Divulgação

Data: 5/11/2013
Construído na cidade holandesa de Eindhoven, o Hovenring é uma das estruturas viárias para ciclistas mais impressionantes do mundo: situado acima do cruzamento mais movimentado da cidade, a ponte estaiada, com 72 metros de diâmetro, é uma alternativa para desafogar o trânsito e reforçar a segurança dos ciclistas que por ali passam.

A obra foi concluída no ano passado, e está localizada sobre o maior cruzamento da rodovia A2, uma das mais movimentadas do território holandês, com circulação média de 25 mil veículos. No país europeu, é comum as bikes trafegarem pelas pistas das rodovias, no entanto, é nos cruzamentos que ocorrem a maior parte dos acidentes envolvendo ciclistas.

Biking - <br>Foto: Divulgação

Ao contrário da maioria das vias próprias para ciclistas do Brasil, a ponte estaiada para as bikes oferece segurança plena aos usuários: a estrutura, que é muito bem iluminada, conta com luzes de LED de baixo impacto ambiental em toda a sua extensão. Segundo informou o InHabitat, a obra foi realizada pelos engenheiros da empresa IPV Delft, e foi contemplada com prêmios de arquitetura e design desde sua implantação.

A Holanda é um dos países do mundo em que o hábito de andar de bicicleta é mais fortalecido: com grande número de ciclistas e de políticas de mobilidade urbana, o país conta com uma estrutura urbana consolidada, que oferece, até mesmo, ciclovias tecnológicas – há projetos de faixas iluminadas no chão com uma tinta capaz de armazenar energia, para que a ciclovia brilhe no escuro. Outro projeto é o aquecimento das pistas, com objetivo de incentivar as pessoas a andarem de bike no inverno e impedir o acúmulo de gelo na ciclovia.
Biking - <br>Foto: Divulgação

PEDALAR EM GRUPO DIMINUI O CANSAÇO EM 75%

Pedalar é sempre bom. Distrai a cabeça, fortalece os músculos e ainda não polui o meio ambiente. Se for acompanhado, melhor ainda. Não sou eu quem diz isso. É o bicampeão e professor de ciclismo Marcelo Iannini, que contou que as pessoas que pedalam em grupo economizam até 75% de energia, uma vez que entram no vácuo do outro ciclista. E isto não vale apenas para os atletas.
A pouca distância que separa os ciclistas numa prova de velocidade diminui o desgaste físico porque, quanto menor o espaço, menor também é a resistência do vento, responsável pelo cansaço. Entretanto, é preciso ficar atento para o equilíbrio, principalmente nos passeios ciclísticos, em que há diversos tipos de participantes, com diferentes níveis de condicionamento físico.
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Então fique atento: respeite os espaços de todos os ciclistas. “É bem delicado. Uma encostada já pode te desequilibrar”, explica Kleber Ramos, brasileiro mais bem colocado na Tour do Rio de 2013. O mesmo conselho vale, principalmente, para quem participa de competições com as bikes. “É preciso muito treino para que, na hora da corrida, você consiga lidar com os riscos”, completa o ciclista.
Embora o método seja aliado na redução do cansaço, nem sempre é possível pedalar com pouca distância nas ciclovias, e, principalmente, nas ciclofaixas de lazer – vias exclusivas nas quais também não é indicado apostar em altas velocidades, em respeito aos demais ciclistas. No entanto, a tática ajuda a reduzir o esforço nos pedais noturnos – passeios ciclísticos coletivos que incentivam muita gente a aderir a bike como meio de transporte nos grandes centros urbanos.
Com informações da Revista Bicicleta.

Mais do que diversão, o esporte é ferramenta de inclusão e ascensão

Inclusão pelo esporte 1 (Foto: Divulgação)

Maurício Sá, de azul, é deficiente auditivo e viu no esporte a possibilidade de inclusão (Foto: Divulgação)

Pessoas contam histórias de como modificaram totalmente suas vidas

O esporte vai além da simples diversão ou da possibilidade de manter o corpo sarado, o que muitos buscam com a chegada do verão. Ele integra as pessoas, desenvolve a sociabilidade e pode mudar completamente a vida de alguém. Ketleyn Quadros, judoca e primeira medalhista olímpica feminina da história em jogos individuais do Brasil, sabe bem o que é se dedicar totalmente a ele e ser recompensada por isso. Com dificuldades financeiras na infância, iniciou os treinos no judô aos sete anos e hoje, aos 26, tem a atividade como profissão.
“Tinha inscrição para criança carente no Sesi de Brasília e entrei, sou de lá. Através do judô, consegui conhecer grandes partes do Brasil, um bom colégio particular com bolsa e a oportunidade de ir para o Minas Tênis Clube aos 17 anos. Eu até recebia bolsa-atleta, mas não supria minhas necessidades. Competia quase todo final de semana e tinha que pagar tudo.  Em Minas, me deram moradia, alimentação e faculdade. Uni o útil ao agradável. O esporte me proporcionou os estudos que minha mãe não podia pagar. O judô foi uma lição de vida. Cresci, aprendi e experimentei coisas novas. Fiquei bem mais humana, até mesmo pela hierarquia e a educação que a gente aprende”, destacou Keytlen, bronze nas Olimpíadas de Pequim 2008.
Inclusão pelo esporte Ketleyn Quadros (Foto: Divulgação)Judoca Ketleyn Quadros (Foto: Divulgação)
Outro que agradece ao esporte é o ciclista Maurício Sá, deficiente auditivo desde os seis anos por conta de uma caxumba. No início da adolescência, descobriu o karatê, mais tarde, aos 40 anos, o atleta amador passou a percorrer o Brasil com a sua bicicleta. Maurício garante que a deficiência auditiva não o impede de nada e que não faz feio em competições, apesar de perder preciosos centésimos de segundo no início das provas. Para melhorar o desempenho, sempre contou com a solidariedade das pessoas que sinalizavam as largadas com os braços.
Desde criança, Maurício se comunica por leitura labial. Apesar da discriminação que sofria, foi um jovem feliz, principalmente ao descobrir que o esporte seria a sua salvação e superação. “A surdez, em si, não atrapalha. Alguns dos esportes exigem aptidão plena, o problema é que os organizadores não se adaptam. A minha vida esportiva começou em uma época que não havia lei a favor dos deficientes. Era mais difícil na escola porque não tinha uma pedagogia ou lei apropriada para receber pessoas com deficiência. Entretanto, nas primeiras aulas de Educação Física, descobri que o esporte era o meu mundo, o meu refúgio. Sentia-me igual aos colegas”, ressaltou.
Agora, aos 50 anos, não é diferente. Maurício Sá dorme, acorda e respira esporte. “Sou levado ao sentimento e à emoção. Sobreponho-me à lucidez e à razão. Quando subo aos pódios, o sentimento é de utopia, de que conquistei o mundo e, logo, vem um raciocínio confuso de pensamento: ‘eu sou o cara’. É um momento único, deslumbrante e mágico”, exaltou o atleta.
Inclusão pelo esporte 3 (Foto: Divulgação)Christiano Markes e sua família de amigos da corrida de rua (Foto: Divulgação)
Quem também pode se beneficiar através da atividade física é o tímido ou aquele com dificuldade de interagir e fazer amizade. Christiano Markes, diretor técnico de uma assessoria de corrida, conta que vários construíram laços fortes. “Alguns se conheceram na assessoria e ficaram amigos. Temos grupo em redes sociais, todos saem juntos fora dos treinos e se juntam para comemorações. Nosso grupo não é apenas uma equipe, chamamos de família Markes”, afirmou o personal.
Christiano comenta que se alguém falta, parte do grupo desanima. “Tem duas amigas que uma dá estímulo para a outra, sendo que uma delas é casada e, mesmo se o marido for, ela não toma coragem de acordar cedo para correr (risos). Uma delas não estava podendo ir e a outra ficou desmotivada. Essa semana ela voltou a correr e a outra já ficou contente, voltou também. Fazemos confraternização de Natal, aniversários, treinos diferentes, a gente sempre se encontra. Se der, rola até paquera, ou pelo menos uma tentativa”, brinca.

Depois de tantos exemplos bons, não existem motivos para ficar sentado no sofá. Levante-se, anime-se e pratique uma atividade física! Faz bem para o corpo, o coração e a mente.