quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Campeonato Mineiro de Paraciclismo 2013


Etapa única
Dia 10/11/2013
Cidade Administrativa - CAMG

Nesse sábado tem matéria na Rádio Inconfidência sobre essa prova! AM 880, 11h05, no programa Inconfidência de Todos os Esportes!

Informações no site da Federação Mineira de Ciclismo:

Arábia Saudita: um país onde a bicicleta é algo subversivo

Primeiro filme produzido exclusivamente na nação conservadora tem mulher na direção
PUBLICADO EM 27/10/13 - 04h00

Riad, Arábia Saudita. No começo do ano, o rei Abdullah da Arábia Saudita publicou um decreto permitindo que as mulheres façam parte da Shura, uma assembleia que aconselha o rei sobre leis e outras questões e que, tradicionalmente, era composta apenas por homens. Pela primeira vez, as mulheres também poderão participar das eleições municipais em 2015.
Ambas as decisões representam passos importantes para um país conservador, no qual as mulheres ainda não podem dirigir, nem têm direitos básicos garantidos.
Além disso, também ocorreram outras vitórias menores. Recentemente, o filme “Wadjda” estreou em Nova York e Los Angeles. Esse foi o primeiro longa-metragem filmado exclusivamente na Arábia Saudita – e foi escrito e dirigido por uma mulher.
“Wadjda” conta a história de uma menina de 10 anos, desajustada e determinada em sua busca por uma bicicleta verde. Filmado nos subúrbios de Riad, onde a mobilidade feminina é limitada e andar de bicicleta é considerado uma ameaça à virtude das meninas, Wadjda deseja comprar uma bicicleta ganhando uma competição para recitar o Corão na escola que dará um prêmio em dinheiro.
Através dos olhos dessa encrenqueira charmosa – com tênis pretos de cadarços roxos e com um véu que nunca para no lugar –, o público é exposto a um lado da vida saudita que raramente pode ser visto por estrangeiros.
Dirigido e escrito por Haifaa al-Mansour e estrelando Waad Mohammed no papel principal, “Wadjda” foi financiado em parte pela Rotana, a produtora do príncipe saudita Alwaleed bin Talal e pelos produtores alemães Gerhard Meixner e Roman Paul. Apesar do baixo orçamento, o filme demorou mais de cinco anos para ficar pronto, por conta das dificuldades de convencer investidores de que fazer um filme na Arábia Saudita seria possível.
Contudo, nada disso deteve Mansour. Ela baseou a personagem principal em sua sobrinha. “Ela é uma menina muito resoluta e tem muito senso de humor, mas seu irmão é mais conservador e queria que ela entrasse na linha”, explicou. “Para mim, isso é uma grande perda. Isso me lembra de muitas meninas em minha cidade natal que tinham grande potencial. Elas poderiam mudar o mundo, se tivessem a chance”.
Ela escreveu “Wadjda” quando o filho era bebê. O roteiro foi selecionado para o Laboratório de Roteiristas do Instituto Sundance no Oriente Médio, em 2010. Porém, ainda assim foi difícil encontrar produtores. “Fiz uma lista de todas as produtoras que já tivessem produzido filmes no Oriente Médio e enviei e-mails”, afirmou. “Ninguém respondeu”. Por fim, al-Mansour entrou em contato com Meixner e Paul.
Embora os produtores tenham sido avisados de que provavelmente teriam de filmar em outro país do mundo árabe, al-Mansour os convenceu a tentar fazer o filme no local onde a história se passa.
Avanço
Lei. No ano passado, pela primeira vez, mulheres representaram o país em uma Olimpíada e foi implementada uma lei que autorizava a mão de obra feminina em lojas de lingerie e cosméticos.

Já se vende mais bicicletas que carros na Europa

A Espanha é o mais novo país europeu a entrar no grupo das nações onde a venda de bicicletas supera a de veículos. Na União Europeia, apenas dois não seguem a regra

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Pessoas de bicicleta em Berlim

Pessoas andam de bicicleta em Berlim: a Alemanha é o país com o maior  mercado de bicicletas.  Foram 3,96 milhões em 2012
São Paulo - Apaixonados por carros, os espanhóis - cujo país começa a ensaiar os primeiros passos para fora da crise - pela primeira vez na história compraram maisbicicletas que carros. Com isso, o país se junta a praticamente a todos os outros daEuropa (veja tabela ao final), que vêm dando maior força às duas rodas. 
Uma comparação entre os dados da Associação de Veículos com Rodas da Europa sobre o mercado de bicicletas e da venda de automóveis da Associação Europeia de Fabricantes de Carros apontou que, em 2012, apenas na Bélgica e em Luxemburgo os veículos continuam em primeiro. 
Na Itália, por exemplo, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial mais bicicletas foram vendidas do que carros. No Reino Unido, a diferença é de 1,6 milhões a mais de bicicletas.
No Brasil, a situação se repete. De acordo com dados mais recentes da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo), em 2011 foram produzidas 4,6 milhões de bicicletas no país e outras 370 mil foram importadas. No mesmo período, foram 3,4 milhões de carros vendidos.

As 16 vias mais perigosas para os ciclistas em São Paulo

Levantamento fornecido pela CET a EXAME.com mostra quais vias da região metropolitana de São Paulo tiveram mais acidentes fatais nos últimos 4 anos

Nos acidentes, sobra para elas
Spencer Platt/Getty Images
São Paulo - Desde 2009, 211 ciclistas perderam a vida vítimas do trânsitopaulistano. Exatos 52 deles apenas no ano passado, quase todos, 51, homens. As informações são da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Mesmo diante deste cenário, pode-se dizer que São Paulo se conscientiza, aos poucos,  do papel das bicicletas como meio de transporte - e da falta de segurança a que são submetidos os ciclistas urbanos.
De 2009 para cá, mais de 60 km de ciclovias foram construídos. O prefeito Fernando Haddad promete mais 400 km de vias cicláveis até o fim de seu mandato. A ciclofaixa de lazer, que separa uma faixa só para as bicicletas aos domingos em várias vias, também ajudou a popularizar a bike na capital paulista. 
Inicialmente, o aumento das vias para bicicletas fez diminuir os acidentes fatais: entre 2009 e 2011, os números caíram cerca de 20%. Já no passado, houve um aumento de 6%.
Segundo a CET, foram registradas neste ano mais de 210 autuações - uma média de duas multas por dia desde que novas medidas foram adotadas - por desrespeito a quem circula de bicicleta.
Dados da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo também não são alentadores: diariamente, nove ciclistas são internados em hospitais públicos devido a acidentes viários.
Clique nas fotos e veja quais vias registraram mais acidentes fatais nos últimos quatro anos.

A diferença está em como essas milhões de bicicletas são usadas por aqui. Enquanto em boa parte dos países europeus elas gozam da segurança e da praticidade das ciclovias e ciclofaixas - o que acaba por incentivar seu uso como meio de transporte -, no Brasil, são obrigadas a dividir espaço com carros, motos e ônibus no trânsito. 
Veja na tabela a seguir a comparação entre a venda de bicicletas e carros na Europa:
PaísVendas de bicicletasVendas de carros
Alemanha3,96 milhões3 milhões
Reino Unido3,6 milhões2 milhões
França2,83 milhões1,9 milhão
Itália1,6 milhões1,4 milhão
Holanda1 milhão502 mil
Polônia992 mil271 mil
Espanha780 mil700 mil
Suécia555 mil280 mil
Dinamarca550 mil170 mil
Bélgica450 mil487 mil
Áustria410 mil336 mil
Romênia380 mil72 mil
República Tcheca350 mil173 mil
Portugal350 mil95 mil
Finlândia330 mil107 mil
Grécia320 mil58 mil
Eslováquia300 mil69 mil
Eslovênia250 mil50 mil
Hungria232 mil53 mil
Lituânia115 mil12 mil
Irlanda95 mil79 mil
Estônia65 mil19,4 mil
Bulgária62 mil19,7 mil
Letônia35 mil10,6 mil
Luxemburgo10 mil50 mil

MARATONA DE NOVA YORK


A primeira edição da Maratona de Nova York foi realizada em 1970 e contou com somente 127 participantes. O percurso, que era ao redor do Central Park, foi concluído apenas por 55 atletas. Passados mais de 30 anos, esses números foram alterados drasticamente. A Maratona de Nova York tem a participação de aproximadamente 45.000 corredores procedentes de 120 países. Além disso, a prova conta com mais de 2 milhões de pessoas que saem às ruas para acompanhar a competição e 315 milhões de telespectadores ao redor do mundo.
A corrida acontece sempre no 1° domingo de novembro, partindo do distrito de Staten Island, percorrendo todos os outros quatro (Brooklyn, Queens, Bronx e Manhattan), com chegada no famoso Central Park.
Entre os milhares de participantes, muitos vão apenas para se divertir.
É freqüente o uso de fantasias entre os corredores, cerimônias de casamento durante a corrida e outras loucuras.
Enfim, são coisas assim que fazem o charme da Maratona de Nova York.
A Maratona de Nova York é a mais popular do World Marathon Majors (WMM), o circuito das maiores maratonas do mundo, composto também pelas maratonas de Boston, Chicago, Berlim, Londres e agora Tóquio.
Como o número de interessados é sempre maior que o número de inscrições disponíveis, antes de se inscrever os maratonistas devem participar de uma loteria. Cerca de 124 mil pessoas participam deste sorteio on line e apenas 15 mil inscrições são concedidas. Se sorteado, você poderá garantir a sua inscrição.
MARATONA NOVA YORK

FESTAS E MUITAS FESTAS
Nova York ganha um brilho especial com os corredores ostentando roupas com as cores de seus países. Até a retirada do kit e seus voluntários sorridentes é divertida. Muitos staffs são os mesmos há anos e são corredores “velhinhos” que estão lá para ajudar de alguma maneira a maratona e seus maratonistas.
A Feira da Maratona é uma verdadeira Disneylândia para os corredores, com seus stands de provas ao redor do mundo e todos os principais fabricantes esportivos demonstrando e vendendo os seus principais lançamentos. E sem falar nos brindes distribuídos: barras de cereal, isotônicos, chaveiros, posters etc. Quem não adora?
Sair da feira e pegar o ônibus que leva os corredores para a loja de esportes Paragon é um programa tradicional e imperdível. Além de encontrar tudo para todos os esportes e tênis com excelentes preços, o que vale mesmo é o “lanchinho” servido aos maratonistas (uma maçã, uma banana, bagel, pizza, cachorro quente e água), com a vantagem de poder repetir quantas vezes desejar.
PARADA DAS NAÇÕES (EVENTO AINDA A SER CONFIRMADO PELO NYRR)
A Parada das Nações é o mais um novo evento que foi incorporado à Maratona de Nova York. Na sexta-feira, a partir das 17 horas, um grupo de corredores de cada país é escolhido para carregar as bandeiras de seus países, numa apresentação no Central Park, perto da linha de chegada. Muitos participam fantasiados, representando a cultura e o folclore de seus países. Na estreia do evento, no ano de 2011, o Brasil deu um verdadeiro show de animação.
Aproveite para tirar várias fotos do evento, com os demais corredores, do show e dos fogos!
DASH TO THE FINISH LINE
O novo evento que antecede à Maratona de Nova York é realizado no sábado, véspera da maratona. É o Dash to the Finish Line. São 5 km de prova, com largada na Primeira Avenida e chegada no Central Park, na linha de chegada da Maratona de Nova York. O evento é pago e qualquer um pode se inscrever. Inscrição no site oficial. Valor ainda não divulgado.
JANTAR DE MASSAS – PASTA PARTY
Ainda no sábado, a partir das 16 horas, o jantar de massas da prova é mais uma incrível demonstração de como tudo funciona por lá. Tendas montadas ao lado do luxuoso restaurante Tavern on the Green servem uma macarronada “bem honesta”. Os staffs, mais uma vez, demonstram sua simpatia ao servirem os 3 tipos de massas, salada, cerveja, isotônicos e sorvete para um batalhão estimado de 20 mil pessoas! Imperdível, ao menos, para ver toda organização.
O seu kit trará um ticket e você ainda poderá adquirir mais tickets para seus familiares e amigos. Vale como um passeio e para relaxar antes do Grande Dia. Leve a sua máquina fotográfica, tire muitas fotos com os corredores e curta o show de música. Às 19h30, o show de fogos lembra os maratonistas que já está na hora de retornar ao hotel para se prepararem para aquela que será uma noite de expectativas.

MARATONA NOVA YORK

DIA DA PROVA
Transporte oficial à largada: Ônibus oficiais saem da Biblioteca Pública de Nova York, em Midtown Manhattan. O NYRR recomenda explicitamente que os corredores usem o transporte oficial da maratona para garantir que você chegue pontualmente na largada da maratona. Todos os maratonistas registrados recebem uma etiqueta de transporte oficial colada em seu número de peito, que deve ser mostrada para embarcar. No dia da prova, mais um show de organização. É incrível observar como eles conseguem colocar aproximadamente 45 mil corredores confortavelmente sentados em diversos ônibus.

LARGADA
Na mais significativa mudança logística na corrida desde 2001, a prova passou a ter largadas em pelotão desde 2008. Essa mudança teve o objetivo de melhorar a qualidade geral da corrida para todos os corredores.
O objetivo do NYRR é dar a cada atleta a melhor experiência possível no dia da corrida. Como a corrida cresceu, a aglomeração de pessoas se tornou um problema – na largada, ao longo do percurso e na chegada. A largada em pelotão foi instituída para reduzir a aglomeração de pessoas e os tempos de espera.
Em vez de liberar uma largada em massa de aproximadamente 45 mil corredores de uma só vez, o campo é organizado em três largadas separadas (ou pelotões) liberados em intervalos de 30 minutos. Cada pelotão inclui aproximadamente 15 mil corredores.

MARATONA NOVA YORK
CONCENTRAÇÃO
A área da concentração também é muito interessante. Passear por aquela multidão de corredores faz a hora passar rápido. Você encontrará, à sua disposição, café, bagel (tradicional pão em formato de anel), isotônico, água, banheiros. E, se você desejar orar para pedir uma ajudinha, procure a “tenda igreja ou sinagoga”. Tudo cuidadosamente pensado.
Ouvir o hino antes da largada e ver os americanos com a mão ao peito é emocionante. Após o tiro de canhão, é dada a largada e a emoção toma conta de todos. Depois… Bem, depois “são muitas emoções”!
É interessante perceber que cada vez mais temos corredores escolhendo a Maratona de Nova York para sua estréia. Apesar do percurso difícil, o incentivo nas ruas não deixa você perceber suas subidas e descidas. Afinal, a Maratona de Nova York é uma festa.

PERCURSO
Através dos 5 distritos: Staten Island, Brooklyn, Queens, Bronx e Manhattan. A largada na “Verrazano-Narrows Bridge”, com uma vista de tirar o fôlego, é cenário da tradicional foto que estampa as divulgações da Maratona de Nova York: milhares de corredores concentrados e você pode estar lá!
Ao longo dos 42 km do percurso, mais de 2 milhões de expectadores saúdam efusivamente os corredores. Muitos deles distribuem água, frutas, doces, chicletes e até lencinhos de papel para enxugar o suor, tudo com o objetivo de ajudar, de alguma maneira, os corredores da maratona. A cidade pára, literalmente, para ver a maratona passar e é contagiante ver a alegria de todos. Você se sente o astro principal desta festa, como se todos lá estivessem apenas para “te ver passar”.
Diversos grupos musicais de rock, rap, salsa, música escocesa e capoeira animam a passagem dos corredores.
Os gritos de incentivos aos corredores – sobretudo o “Go, Brazil” – e a alegria das crianças com os braços esticados para que você toque suas pequenas mãos, ficarão para sempre na sua memória.
O povo nas ruas é incansável. Seja qual for o tempo que você conclua a prova, você verá muitas pessoas nas ruas ainda, aguardando a chegada dos corredores.
No Brooklyn, com suas desigualdades sociais e diferentes comunidades, você passará por grupos de latinos, afro-americanos e pela comunidade judaica. Após cruzar a segunda ponte, você passará pelo distrito de Queens, uma área industrial e de grandes armazéns, mas repleto de expectadores. Ao entrar pela primeira vez em Manhattan e avistar a multidão o aguardando na Primeira Avenida, é impossível conter a emoção. Os gritos de incentivo, principalmente se você estiver usando uma camisa com o nome do Brasil bem grande, são impressionantes.
Ao final da Primeira Avenida, você cruzará mais uma ponte e entrará no Bronx, o bairro negro tantas vezes noticiado e filmado. Ao deixá-lo, agora pela última ponte, mais uma vez você entrará em Manhattan e, finalmente, cruzará um Central Park recheado de sorrisos. São milhares de rostos felizes, torcendo por 40 mil pessoas desconhecidas, sem nenhum tipo de interesse. É o simples prazer de incentivar, de estar presente num desafio importante.
- Água – a cada milha, a partir da milha 3
- Gatorade – a partir da milha 4, a cada 2 milhas; a partir da milha 22, a cada milhas
- Relógios – a cada milha
- Marcação de quilômetros – a cada 5 km
- Tapete da cronometragem – na largada, a cada 5 km, milha 13,1 (meia maratona) e na chegada
- Power Gel – milha 18
- Esponjas – milha 17
- Banheiros Químicos – a cada milha, a partir da milha 3
- Tendas Médicas – a cada milha, a partir da milha 3
 Enquanto vive e treinei nos Estados Unidos,tive a oportunidade de correr a Maratona de Nova York,pois 4 ocasioes,tudo de bom....
MARATONA NOVA YORK
MARATONA NOVA YORK
 
 
 
Japao Carvalho

BENEFÍCIOS DA COUVE



Ingrediente indispensável da brasileiríssima feijoada e do caldo verde, que herdamos de Portugal, a couve, além de ser barata e fácil de encontrar em todo o país, oferece vários benefícios. A questão é quanto mais os especialistas estudam essa verdura, mais surgem vantagens. Chega a parecer uma bula de remédio: a couve é anti-inflamatória e cicatrizante. E, superimportante, ajuda a fixar o cálcio nos ossos.
De onde vêm esses poderes? Dos glicosinolatos, fitoquímicos naturais que, por terem ação desintoxicante, estimulam o organismo a se livrar até mesmo das substâncias cancerígenas, além de fortalecer o sistema imunológico. A partir daí, tudo funciona melhor. Quando você coloca a verdura no prato, também se serve de uma variedade incrível de vitaminas e minerais que, combinados aos fitoquímicos, favorece a absorção dos outros nutrientes da refeição, especialmente do cálcio. Além de ter cálcio e magnésio, ela carrega esses dois minerais na proporção adequada. O que isso significa? O cálcio precisa do magnésio na medida certa para conseguir exercer suas funções, entre elas, formar a massa óssea.
Na couve, o magnésio faz parte da clorofila – substância que dá a cor verde à folha e com potencial de renovar as células do nosso organismo. Quer dizer que a verdura tem mais essa vantagem: rejuvenesce.
Rica também em vitamina A, B6, C, K e cheia de minerais como o cálcio e ferro a couve ajuda a prevenir e combater diversas doenças. Ela possui ação vermífuga, ajuda a combater problemas do fígado e estômago, é muito aconselhada para amenizar a asma e bronquite e, possui ação laxativa. Além de tudo isto, a couve possui alguns compostos como os fenólicos que segundo pesquisas, tem sido eficaz em diminuir a multiplicação de células cancerígenas. Por ser pobre em calorias (100 gramas contém 25 kcal), a couve pode estar presente em dietas de restrições calóricas, cujo objetivo é emagrecer. No entanto, as couves podem causar flatulências ou gases em alguns indivíduos.
As couves se adaptam muito bem em climas frios e amenos, onde a temperatura esteja em torno de 15 a 25 graus Celsius, e não suportam altas temperaturas. Elas são cultivadas durante todo o ano no Brasil e a espécie mais comum encontrada aqui é a couve-manteiga, que possui folhas lisas, de coloração verde claro e levemente ondulada.
Muito apreciada na culinária, as couves compõe diversos pratos típicos. Estão presentes em saladas, refogados, sucos, como também em diversas receitas tais como sopas, caldos, molhos, recheios, entre outras. Quando consumidas cruas, como nas saladas, as couves devem ser devidamente limpas, a fim de remover quaisquer micro-organismos causadores de doenças que estejam ali. Para os que preferem cozinhá-la e refogá-la, o ideal é que ela fique menos tempo possível no fogo, em torno de 30 segundos, pois a couve tende a ficar muito escura e com um sabor desagradável quando expostas muito tempo sob o calor do fogo. E este tempo de 30 segundos não altera muito suas propriedades nutritivas e medicinais. Para manter a couve em ótimas condições até que se possa consumi-las o ideal e guardá-las na geladeira, em um saco plástico contendo alguns furos.

NOTA: O texto acima tem caráter informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação médica ou de um profissional de saúde.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pedalar em pelotão reduz o desgaste físico em 75%

Jéssica Raphaela - Correio Braziliense

Publicação:

28/10/2013 11:53
O esporte é individual, mas a interação com o grupo representa um dos princípios do ciclismo. Durante as provas, algumas "regras" de convivência precisam ser respeitadas para que as pedaladas em meio ao pelotão não acabem em acidente. Qualquer descuido pode resultar na queda de um grande número de ciclistas. Por isso, tranquilidade e foco são essenciais para o sucesso na corrida.

Os profissionais pedalam tão próximos uns dos outros para aproveitar o vácuo. Assim, a resistência do vento fica menor, cansando menos. "O ciclista economiza até 75% de energia no vácuo de outro atleta", afirma o professor de ciclismo Marcelo Iannini, bicampeão brasileiro.

No caso, quanto mais próximo do outro, melhor. "É bem delicado. Uma encostada já pode te desequilibrar. É preciso muito treino para que, na hora da corrida, você consiga lidar com os riscos", alerta Kleber Ramos, brasileiro mais bem colocado no Tour do Rio deste ano.

54a Corrida Ciclística Aguinaldo Archer Pinto e 21a Corrida Ciclística Amélia Archer Pinto / Amazonas

A primeira edição da Corrida Ciclística Aguinaldo Archer Pinto aconteceu no dia 27 de outubro de 1957. A

família Archer Pinto teve extrema colaboração no desenvolvimento dos meios de comunicação no Amazonas a partir de 1930, através da publicação “O Jornal”, e em 1936 do “Diário da Tarde”. Ambos os periódicos enriqueceram o acervo cultural local e defenderam interesses da coletividade. Destinada às mulheres, a Corrida Ciclística Amélia Archer Pinto é realizada paralelamente à Ciclística Aguinaldo Archer Pinto e chega em 2013 à sua 21ª edição.

23 de novembro de 2013 às 7h30

Inscrições: de 15 de outubro a 11 de novembro de 2013 (ou 350 vagas preenchidas)

Como: www.globoesporte.com/am/ciclistica
R$ 40,00 + R$ 4,00 de tx administrativa do site

Regulamento: www.globoesporte.com/am/ciclistica

Informações: (92) 3216-5516

REDE AMAZÔNICA – DEPARTAMENTO DE MARKETING

marketing@redeamazonica.com.br




A bicicleta ideal para o seu peso

26 | 10 | 2013
Graças a campanhas sustentáveis muitas pessoas estão substituindo o carro pela bicicleta. Mas e quando o assunto é emagrecimento, será que podemos escolher qualquer bicicleta? A bike pode ser usada no combate à obesidade, principalmente porque ajuda na organização do metabolismo e diminui a ansiedade. Mas se estivermos lidando com sobrepeso ou obesidade é preciso ter cautela ao escolher a sua magrela.
Antes de qualquer compra o ideal é ir ao seu médico, pois a queima de gordura só vai acontecer se você estabelecer uma faixa de ritmo respeitando a sua frequência cardíaca e pedalando de forma constante em um determinado tempo. Por isso é necessário acompanhamento profissional, para que você descubra suas condições para perder peso de forma mais eficiente.
Dito isso, é crucial que o ciclista que sofre de obesidade saiba que não pode comprar qualquer bicicleta. Aquelas que são vendidas em Magazines, supermercados ou qualquer modelo baratinho fabricado no Brasilnão são nem recomendadas para crianças. Segundo dados do site Escola de Bicicleta, 35% dos acidentes são causados por falha mecânica na bicicleta – inclusive as zero km. Então, atenção, essas bicicletas não aguentam nem ciclistas com pesos regulares. Logo, são impróprias para pessoas com sobrepeso.
Para uma bicicleta padrão brasileira, a pessoa não pode ultrapassar a faixa dos 90 Kg, levando em consideração também a qualidade técnica do ciclista – já que quanto maior o nível e obesidade, maior é a pressão sofrida pelos pedais e rodas ao descer uma ladeira, por exemplo, aumentando o risco de acidentes.
Assim, se você vai adquirir a sua bicicleta, preze pela qualidade antes de tudo. O padrão de qualidade do mercado internacional é adotado no Brasil, mas não é obrigatório. Então fique atenta, se for comprar uma magrela feita em terras brasileiras certifique-se de que ela obedece aos padrões de qualidade internacional.
Se for adquirir uma bicicleta vendida no mercado norte-americano ou europeu fiquei mais tranquila, pois para aqueles lados a população é grande, mais pesada que a brasileira, e muitas vezes obesa de verdade.
O valor a ser pago nelas é bem mais alto (chega a ser 4 vezes maior), mas compensa muito, já que as peças duram mais – você não precisará trocar por muitos anos –, além de ser muito mais em conta do que qualquer tratamento médico se você é obesa.
Então, aqui vão as dicas do Canal Mulher do Pop para escolher sua bicicleta:
1- Respeite a sua altura. E se for obesa o selim terá de ser mais largo para oferecer maior apoio.
2- Procure uma que possibilite que o seu tronco fique o mais em pé possível, assim você evita que a gordura da barriga atrapalhe o diafragma e a respiração.
3- Dependendo do grau de obesidade, compre uma bicicleta que permita que você pare com os pés completamente apoiados no chão.
4- Não use pneus finos ou de alta pressão, prefira os pneus de 2.1 ou até 2.2, pois eles absorvem mais as irregularidades do solo.
5- Use um selim próprio para pessoas com sobrepeso, com molas.
6- Se você optar pela bicicleta importada provavelmente não precisará se preocupar com muitas coisas dessa lista. É só pedalar livremente.
7- Pense em longo prazo. Não adianta querer (e se forçar) fazer trajetos mais difíceis antes do tempo, dê um passo por vez, percorra caminhos mais planos e vá evoluindo de acordo com o tempo.
http://www.boainformacao.com.br/2013/10/a-bicicleta-ideal-para-o-seu-peso/