segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Escolhendo uma bicicleta para auxiliar no emagrecimento


Video para ajudar pessoas com sobrepeso a escolher uma bike que aguente o peso e seja confortável para realmente ajudar uma pessoa a sair do sedentarismo.

Novidade americana faz ciclista ser visto enquanto pedala a noite

A empresa americana Monkey Lectric, lançou um produto interessante e divertido para quem gosta de pedalar a noite, mas quer ser visto para não ser atropelado por algum motorista meio desatento.
Pois bem, a empresa que tem sede da Califórnia desenvolveu um conjunto de luzes que é afixado nos raios da bike. Chamado de Monkey Light, o dispositivo deixa a roda da bicicleta bem em destaque com suas luzes coloridas.
O produto é a prova d’água e funciona com baterias recarregáveis. Lega, bonito e divertido, mas o preço está bem salgado. Para a venda para fora dos Estados Unidos, cada unidade do brinquedinho custa U$$ 740. Se você quiser comprar um par (duas rodas) terá um desconto e irá gastar U$$ 1270, mais despesas de envio.
Assista abaixo o vídeo de divulgação

As cidades vão de bike

Osvaldo Campos Magalhães
Identificada no passado por seus táxis amarelos, a cidade de Nova York elegeu neste verão um novo símbolo para representá-la: as bicicletas azuis. Lançado no final de maio, o sistema de compartilhamento de bicicleta, o CitiBike, conquistou a população e os turistas da cidade.
Disponibilizando seis mil bicicletas em 350 estações, inicialmente em Manhattan e no Brooklin, o CitiBike já proporcionou três milhões de viagens e foram efetuadas 288 mil subscrições. Somente com o valor das subscrições anuais ao programa, cerca de US$ 65 por usuário, foram arrecadados cerca de US$ 10 milhões. Usuários que utilizam o programa eventualmente pagam cerca de US$ 10, com direito de utilizar a bike por 45 minutos.
A popularidade do programa foi tão grande, excedendo as expectativas, que em determinadas horas faltam bicicletas em algumas estações. Os defensores das bicicletas argumentam que a popularidade do programa deu aos governantes mais incentivo para a expansão do sistema para outros bairros, como Queens, Harlen e Bronx.
Os investimentos foram integralmente bancados pelo setor privado, tendo o Citigroup aportado US$ 41 milhões. O sistema de Nova York é operado por uma empresa privada, que venceu uma concorrência. Segundo o prefeito Michael Bloomberg, que conclui em dezembro seu terceiro mandato, cerca de US$ 36 milhões serão arrecadados pela cidade de Nova York com o programa.
O sistema de compartilhamento de bicicletas surgiu em Paris há cerca de cinco anos e, com seu enorme sucesso, se espalhou por diversas cidades ao redor do mundo, como Londres, Barcelona, Montreal e Washington, que implementaram grandes e bem-sucedidos programas de "bike share". No Brasil, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre começaram a operar recentemente. Nova York, em maio, e Salvador, em setembro, são as novas cidades que passaram a disponibilizar para a populacao esta nova modalidade de transporte publico.
A Secretária de Transportes Janette Sadik-Khan, que conhece o Brasil e que é fascinada pela cidade de Salvador, afirma: "Há algo que deve ser dito ao mundo olhando para Nova York. Se o sistema de compartilhamento de bicicletas funcionou em NY, pode funcionar em qualquer cidade".
Esta pode ser uma boa notícia para Salvador, que lançou o seu programa de compartilhamento de bicicletas no dia 22 de setembro, data em que se celebra o "Dia Mundial sem Carros".
Embora tímido, com apenas cinco estações e 50 bicicletas, a expectativa é que o programa, lançado pela prefeitura de Salvador em parceria com o Banco Itaú, receba, até o final do ano, 400 bicicletas espalhadas por 40 estações em diversos pontos estratégicos da cidade.
Durante o evento "Salvador vai de Bike", foi também anunciada a criação, aos domingos, de uma ciclofaixa ligando o Campo Grande ao Centro Histórico.
O sucesso do sistema em Nova York está relacionado à articulação do serviço de compartilhamento de bicicletas com os outros modais de transporte, particularmente o metrô, um dos mais extensos do mundo e cuja malha esta distribuída por todos os bairros da cidade.
Anteriormente ao lançamento do programa, também foi necessária a implementação de faixas exclusivas para bicicletas, que funcionam diariamente, e um amplo programa educativo de respeito aos ciclistas e pedestres voltado para os motoristas de automóveis e ônibus. A campanha buscou ainda conscientizar os ciclistas da necessidade de respeitar as normas de convivência no trânsito.
Desta forma, para o sucesso do programa de compartilhamento de bicicletas em Salvador, muito ainda terá que ser feito. Investimentos previstos pelo "PAC da Copa", com a construção de mais de 100 km de ciclovias, serão necessários para dotar a cidade de um mínimo de infraestrutura para as bicicletas.
Com a licitação do sistema de transportes públicos em ônibus aguardada para este ano, e com a recente licitação do sistema de metrô, Salvador parece estar encontrando seu caminho, agora também com as bicicletas, para equacionar a grave questão da mobilidade urbana.
Osvaldo Campos Magalhães - Engenheiro civil, mestre em administração

Em PE, motoristas de ônibus viram ciclistas por um dia em treinamento

Supervisionada por associação de ciclistas, ação visa evitar acidentes.
VEJA VÍDEO: 


Motoristas de ônibus sentiram os riscos que um ciclista passa no trânsito.

Um treinamento de uma empresa de ônibus colocou os motoristas de coletivo para sentir na pele a sensação de perigo que um ciclista corre no trânsito da Região Metropolitana do Recife. Coordenada pela Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Ameciclo), a ação simulou situações de risco de bicicletas andando entre motos, carros, pedestres e ônibus.
O motorista Fábio André Xavier virou ciclista por um dia e por pouco não sofreu um acidente com um ônibus [veja vídeo ao lado]. "Eu já esperava que o ônibus fosse passar, mas mesmo assim encarei. Fechei os olhos, [senti o] aceleramento cardíaco, fiquei um pouco trêmulo no guidão", afirmou. Para ele, o condutor do veículo deve respeitar outros meios de locomoção, como as bicicletas. "Acima de tudo, [o motorista] é um profisisonal, para transportar com consciência e levar cada usuário ao seu destino com segurança", explicou Xavier.
O treinamento foi planejado pelo setor de desenvolvimento pessoal da empresa. Uma ação para sensibilizar e evitar acidentes com os ciclistas nas ruas. "A gente tem assistido nessa região toda um acréscimo de bicicletas na rua, e a gente vem sentindo a necessidade de capacitar a equipe para esse novo cenário. Para a gente, tanto cordialidade no trânsito como segurança é valor essencial", disse a a diretora de desenvolvimento pessoal da empresa, Amélia Leite.
Cristiane Crespo, representante da Ameciclo, explica que, em situações de risco no trânsito, o ciclista deve ter prioridade por estar mais exposto a acidentes. "Um veículo a 40 quilômetros chega a matar em colisões com ciclistas e pedestres, há 50% de fatalidade", disse.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Ciclistas homenageiam garoto atropelado por carreta e morto na Pampulha

Fotos: http://www.otempo.com.br/cidades/ciclistas-homenageiam-garoto-atropelado-por-carreta-e-morto-na-pampulha-1.719049

Amigos e familiares da vítima se reuniram no local na noite desta quarta-feira onde Claiton Bernardes Cabral foi atingido pelo veículo, há uma semana; ciclistas irão pedir à prefeitura para colocar na praça uma placa em homenagem ao garoto

PUBLICADO EM 25/09/13 - 20h44
Cerca de 200 ciclistas fizeram uma homenagem na noite desta quarta-feira (25), na orla da lagoa da Pampulha, há uma semana de morte do garoto Claiton Bernardes Cabral, de 12 anos, atropelado e morto por uma carreta na última quarta-feira (18).

Entre os presentes estavam integrantes do grupo de ciclismo que o garoto frequentava. Às 19h30, os ciclistas se encontraram em frente a Igreja São Francisco. Os esportistas e também pessoas comuns que se identificaram com a causa, saíram de frente da igreja às 20h, em direção ao local do atropelamento.
Cada bicicleta carregava uma foto do garoto, uma rosa e uma mensagem de conscientização. Essa lembrança foi entregue aos motoristas que passaram pela praça Paulo Gustavo do Vale, nbo bairro Bandeirantes, onde aconteceu o acidente.
No local, cada integrante da família estava vestido de branco, com cartazes nas mãe com frases de respeito ao trânsito. Por volta das 20h30 os ciclistas chegaram ao local onde o garoto foi atingido pela carreta. Um minuto de silêncio e orações foram feitos. Além disso, os organizadores da homenagem anunciaram que pedirão à Prefeitura de Belo Horizonte autorização para colocar uma placa em homenagem ao garoto e uma referência ao ciclismo da orla da lagoa.
A mãe de Claiton, a dona de casa Elizabeth Bernardes, de 50 anos, estava muito emocionada e não conseguiu explicar o que estava sentindo. "Agente queria que ele estivesse aqui, mas aconteceu essa tragédia", desabafou
Já o pai de Claiton, o comerciário Adão Bernardes da Silva, de 50 anos, disse que não imaginava que tantos ciclistas iriam comparecer a homenagem. "Lindo demais essa manifestação, não esperava tantos ciclistas. Eu já chorei demais. Ele era uma criança ainda. Quando chega a noite, que penso nas brincadeiras é difícil, mas ainda tenho uma filha para criar", relatou.
O amigo da criança que estava com a vítima no momento do acidente, um garoto de 13 anos, explicou o sentimento de perder um amigo. "É muito triste voltar a andar de bicicleta depois do que aconteceu. Porque você vê o colega morrer assim do seu lado, é difícil. Por mim, eu nem voltava a pedalar, mas ficar em casa pesando é pior", afirmou.
Além de homenagear o atleta, a manifestação foi uma maneira de os ciclistas chamarem a atenção para os problemas que enfrentam no trânsito. "Essa coisa de falar que ciclista tem que ir para a calçada não existe. As pessoas tem que compartilhar o espaço. É preciso criar uma campanha, porque os ciclistas também fazem parte do trânsito", alertou um dos organizadores da homenagem, o ciclista Rogério Pacheco, 41.
Essa foi a segunda homenagem. Os motoristas que passaram pela orla aprovaram a iniciativa.
Investigações
O suspeito de dirigir o caminhão que atropelou o garoto Claiton Bernardes Cabral se entregou à polícia nesta sexta-feira (20), pouco depois que o veículo envolvido no acidente foi identificado. Joel Jorge da Silva, de 56 anos, foi ouvido na tarde desta sexta-feira (20), no Detran, e liberado em seguida. Como o período de flagrante já passou e ele se apresentou espontaneamente, a Polícia Civil não pôde pedir a prisão temporária do suspeito. Durante o depoimento, o suspeito ficou o tempo todo de cabeça baixa.
Segundo o delegado, Silva já tem duas passagens pela polícia, por receptação e porte ilegal de arma. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do suspeito foi emitida em Santa Catarina e, por isso, a Polícia Civil vai solicitar informações sobre possíveis infrações de trânsito cometidas pelo motorista neste Estado.
O advogado do suspeito, Fernando de Lima, disse que a inocência de seu cliente será provada. "Ele está muito abalado. Ele não viu (o menino), ele não fez isso (o atropelamento) e vai ser provado".
Carreta estava a cinco quarteirões do local do acidente
O veículo dirigido pelo suspeito de atropelar a vítima foi encontrado na rua Ligúria, 150, no bairro Bandeirantes, guardado em um galpão que pertence ao patrão do motorista. A garagem foi encontrada após cerca de 40 horas de investigação e fica a cinco quarteirões do local do atropelamento.
A carreta foi apreendido e a perícia vai apontar se o suspeito conseguia ou não ver as placas de sinalização que proíbem o tráfego de veículos pesados na região onde a vítima foi atropelada. Em uma das peças que fica na parte traseira da carreta foram encontradas manchas de sangue, que serão analisadas.
Em entrevista a rádio Itatiaia, minutos antes de o suspeito se entregar, o delegado disse que havia presença de massa encefálica de Claiton Bernardes Cabral presa no caminhão, o que reforça a participação do veículo no atropelamento.
Família quer justiça
O pai da vítima, Adão Bernardes da Silva, de 50 anos, diz que quer justiça. "Não tenho raiva no coração, só queria que ele pagasse pelo que fez e assumisse", afirmou o comerciário.
Ele conta que, na casa da família, o clima é de tristeza. "Está terrível. A minha casa está com cheiro de enterro. A gente chora o tempo todo com saudade dele. Era um menino muito querido", disse.
Imagens
Uma equipe da Polícia Civil esteve na orla da lagoa da Pampulha um dia após o atropelamento. Os policiais analisaram imagens de uma câmera que flagrou o caminhão no local e ouviram duas testemunhas que relataram ter visto o homem fugir após atingir o garoto, em uma rotatória na praça Gustavo do Vale, no cruzamento das avenidas Otacílio Negrão de Lima e Sicília.
Nessas imagens, é possível identificar que um caminhão branco desceu a avenida Sicília, em direção à orla, cerca de uma hora depois do atropelamento (às 21h10).
Duas testemunhas prestaram depoimento à Polícia Civil afirmando ter visto o caminhoneiro fugir. Em relato à Polícia Militar, uma testemunha, que não teve o nome registrado no boletim de ocorrência, informou que o caminhoneiro foi avisado sobre o atropelamento, mas teria dito que “voltaria logo”. “Como estava escuro, ninguém soube descrever o suspeito.
O corpo de Claiton Bernardes Cabral foi enterrado no fim da tarde dessa quinta-feira (19) no cemitério Parque da Colina, no bairro Nova Cintra, na região Oeste de Belo Horizonte.

Reclames do Estadão - bicicleta

Este é um dos primeiros anúncios de bicicleta publicados no Estadão:
“Colúmbia Bicycletas da Pope Manufacturing Company. Hartford – EUA. São as melhores do mundo”.
Na edição do dia 16 de janeiro de 1898. Confira no Acervo Estadão.
Mais reclames de bicicletas AQUI.bike

Documentário investiga lobby da indústria automotiva contra bicicletas

Diretor sueco gravou parte do documentário na capital paulista

SABRINA DURAN
Diretor Fredrik Gertten durante gravação do documentário (Foto: Michel Thomas)

Todos os anos, 1,3 milhão de pessoas morrem em decorrência de colisões no trânsito em todo o mundo, e outras 50 milhões ficam feridas. No Brasil, a morte no trânsito é a primeira causa de óbito por causas externas entre jovens e adultos jovens. Entre todas as faixas etárias, foram 40 mil casos em 2010, 260 mil internações em 2011 e custos de R$ 200 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). Só no estado de São Paulo, entre 2006 e 2011, quase 100 mil pessoas morreram em decorrência da poluição atmosférica. A causa de 70% a 90% dessa poluição é o excesso de veículos motorizados nos centros urbanos.
Há um bilhão de carros no mundo hoje. Em 2020, serão dois bilhões.
Diante de números tão alarmantes e de uma qualidade de vida que se deteriora a cada dia nos centros urbanos, o diretor sueco Fredrik Gertten resolveu fazer alguma coisa e mobilizar outras pessoas a fazerem com ele. O resultado é o documentário Bikes vs Cars, que teve seu trailerlançado no dia 22 de setembro.
Movimento global
Não é apenas um documentário, explica o diretor, mas um movimento global. "Este documentário é feito para ser usado como um motor que nos ajuda a pensar que a mudança é necessária e possível. O filme irá investigar as políticas que mantêm o modelo do carro prosperando", ele escreve.
Em sua investigação, Gertten mostra os impactos da cultura carrocrata para a sociedade e as diferentes manobras do poder público para retirar o já escasso espaço das bicicletas para entregá-lo aos carros. Em diferentes partes do mundo, o diretor registrou como ciclistas estão resistindo aos avanços dessa indústria e ocupando, de forma ativa e criativa, o espaço que lhes é de direito. Na capital paulista, o diretor registrou momentos da Massa Crítica, e entrevistou a jornalista e ciclista Aline Cavalcante e a urbanista Raquel Rolnik.
Cartaz feito pela artista Rebeca Mendez para o documentário (Foto: Reprodução)

As tetas da indústria
Não apenas as pessoas se tornaram dependentes dos carros nos centros urbanos como também - e principalmente - os governos, que mamam largamente nas tetas da indústria automotiva. Segundo levantamento feito pela revista Época em 2011, a indústria de carros é, de longe, "a maior unidade arrecadatória da República". Entre tributos federais e estaduais, multas municipais e receitas com pedágios, as três esferas do governo arrecadaram, naquele ano, mais de R$ 81 bilhões, valor equivalente ao PIB do Uruguai.
Não à toa, mesmo num cenário de caos da mobilidade, o governo federal anunciou medidaem agosto de 2011 que reduz, até 2016, a alíquota de IPI para fabricantes de veículos instalados no Brasil. O objetivo da medida era aquecer a produção. Com o crédito facilitado para a compra de automóveis, o resultado não poderia ser outro: as vendas no mercado brasileiro batem recordes constantes.
Um dos pontos mais importantes da investigação de Gertten é, sem dúvida, o financiamento multibilionário dos governos pela indústria automotiva, e o lobby dos fabricantes sobre os gestores públicos no que diz respeito ao planejamento das cidades. "Os políticos ousam desafiar os lobistas?", pergunta o diretor. A resposta, ao que parece, está nas ruas atravancando o trânsito e empesteando o ar com monóxido de carbono.
Financiamento coletivoO documentário Bikes vs Cars ainda não está pronto. Faltam, segundo o diretor, a pós-produção e atividades de lançamento e divulgação. No dia 22 de setembro, Gertten lançou o projeto no site de financiamento coletivo Kickstarter. O valor pedido para a conclusão do filme é de US$ 50 mil, e para cada cota de patrocínio há uma recompensa diferente. A arrecadação vai até dia 1 de novembro.
No site oficial do projeto é possível cadastrar-se para receber informativos periódicos e tornar-se um voluntário, não apenas divulgando a ideia do documentário, mas criando atividades e eventos locais relacionados ao uso da bicicleta na cidade como meio de transporte.

Empresa usa crowdfunding para criar GPS exclusivo para bicicletas

Praticamente indispensáveis em São Paulo, no Rio de Janeiro ou em qualquer outra metrópole inundada de veículos, os aparelhos de GPS e aplicativos de geolocalização se tornaram um bocado corriqueiros para os motoristas, um acessório quase tão essencial quanto o cinto de segurança. Mas... e as bicicletas? Por que ninguém ainda criou um gadget para os ciclistas enfrentarem o trânsito e descobrirem novos caminhos? Foi com essa pergunta na cabeça que os empreendedores Piet Morgan, Laurance Wattrus e Raveen Beemshingh criaram o Hammerhead Navigation, um aparelho que promete ser uma mão na roda para quem anda de bicicleta – sem trocadilhos.
A ideia principal por trás do produto é que o ciclista nunca tenha que tirar os olhos da rua para ter indicações sobre o seu caminho. Simples e elegante, o Hammerhead Navigation é um aparelho na forma de um “T”, com três fileiras de LEDs coloridos (um do lado direito, outro do lado esquerdo e um bem no centro). Ele deve ser acoplado no guidão da bicicleta. Um aplicativo para smartphones criado pela própria empresa, gratuito para iOS ou Android, mostra as melhores rotas para ciclistas nas principais capitais do mundo. E via Bluetooth, esse app manda as informações necessárias de navegação para o gadget – se for preciso virar à direita em uma rua, por exemplo, os LEDs da direita piscam. A fileira de LEDs do centro do aparelho mostra a distância até chegar na curva.
O Hammerhead Navigation está em processo de crowdfunding no site Dragon Innovation.  Custa 75 dólares – se a empreitada der certo, os responsáveis pelo projeto prometem entregar em maio do ano que vem.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Informativo FECIERJ/ RJ

Faltam apenas três dias para Niterói vestir as cores da mobilidade...
Um festival de cores em movimento, nesta orla fantástica, mais de 10 mil ciclistas irão desfilar pela belíssima Niterói, com o apoio total de Axel Grael e Rodrigo Neves...
Dá só uma espiadinha nesta super matéria da Renata Magalhães no De Bike (O Globo).
 TE VEJO LÁ!!!


Claudio Santos
Presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro
Rua Barão do Amazonas, nº 284 - Centro - Niterói - RJ
Telefones: (21) 8870-1833 / (21) 8448-6566 / (21) 2707-6700 / (21) 2620-6566 / Radio 120*14997

Informativo Divina Roda - Pará de Minas

OLÁ CICLISTAS ,
PAZ E BEM!

AS CAMISAS DA  V BIKEROMARIA JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS ATÉ SÁBADO, DIA 28 DE SETEMBRO DE 2013,ÀS 12:00 HORAS.

AGRADECEMOS A TODOS QUE  ESTÃO PATROCINANDO E APOIANDO, COMO TAMBÉM AOS VOLUNTÁRIOS E CICLISTAS PARTICIPANTES.
VAMOS ALTERAR ALGUNS TRECHOS EM RELAÇÃO AOS ANOS ANTERIORES O QUE TORNARÁ O EVENTO DIFERENCIADO, PARA ALGUNS POUCOS NÃO SERÁ NOVIDADE MAS PARA A GRANDE MAIORIA SIM , SERÁ NOVIDADE, QUE ESTRATEGICAMENTE SERÁ CONHECIDO NO DECORRER DO PASSEIO.
PEDIMOS A TODOS CICLISTAS QUE ESTEJAM IMBUIDOR DO ESPIRITO DE “ROMEIROS”, OU SEJA, DE COMPANHEIRISMO, CORDIALIDADE, DE PACIÊNCIA, DE CURTIR BEM O ROTEIRO, SEM HORA PARA CHEGAR , TIRAR O DIA PARA PEDALAR SEM PRESSA E SEM STRESS, CONTEMPLAR, SILENCIAR, CONVERSAR, BRINCAR, ENFIM EXTRAVASAR , LAVAR A ALMA E ABASTECÊ-LA DE NOVAS AMIZADES , OXIGENAR AS ARTÉRIAS DO MAIS PURO AR RURAL , INUNDAR A RETINA DE SUOR OU DE LÁGRIMAS , DE BELAS PAISAGENS OU NOVAS IMAGENS ENFIM DEIXAR O CORAÇÃO BATER FORTE PELA TRAÇÃO DOS MÚSCULOS OU SIMPLESMENTE PELA EMOÇÃO DO PEDALAR AINDA MAIS EM COMPANHIA DE CICLISTAS AMIGOS E FUTUROS AMIGOS.
VAMOS APROVEITAR INTENSAMENTE ESTE MOMENTO ÚNICO EM NOSSAS VIDAS, VAMOS INICIAR JUNTOS E TERMINAR UNIDOS.
UM BOM PASSEIO A TODOS E QUE PADRE LIBÉRIO O SERVO DE DEUS INTERCEDA A DEUS PAI POR TODOS NÓS.

ABRAÇO FRATERNAL,

JAIRO.

ESPN Brasil exibe documentário sobre Anésio Argenton nesse domingo

O documentário “A Volta ao Mundo de Anésio Argenton será exibido na ESPN no dia 29 de setembro às 21h30 no canal ESPN Brasil. O curta de 26 minutos produzido pela Janeiro Filmes e dirigido por Fernando Acquarone e Marcelo Paiva conta a história do do ciclista que faleceu em outubro de 2011 e é considerado o maior nome do ciclismo de pista brasileiro.
TRAILER

Morador de Blumenau quer entrar para o Guinness pedalando de costas

Jaime Batista da Sila / Especial







Foto:  Jaime Batista da Sila  /  Especial
15/09/2013

O publicitário Valério Alves, 42, completou dia 15 de setembro, ao meio-dia, 160 quilômetros pedalando de ré sentado sobre o guidão durante 12 horas na pista de ciclismo do Parque Ramiro Ruediger, em Blumenau. O desafio começou à meia-noite de sábado para domingo. Alves teve apoio da família e de uma equipe formada por nutricionista e preparador físico. O objetivo de Alves é ultrapassar o americano recordista que pedalou 180 quilômetros em 24 horas de costas e entrar no livro dos recordes, o Guinness Book.

O ciclista conta que aprendeu a pedalar de costas aos 12 anos em Apiúna. Ele teve apoio dos amigos e da família e, no ano passado, decidiu ir em busca do sonho. Ele e a esposa, Rosane Martins, começaram o projeto para entrar no Guinness Book. O primeiro desafio ocorreu em abril deste ano, quando ele percorreu 100 quilômetros em seis horas. Para entrar no livros dos recordes, ele vai percorrer 200 quilômetros em mais de 24 horas.

— Queremos prepará-lo para o ano que vem, em abril. Primeiro, ele precisa passar por essas duas etapas para então bater o recorde — conta a esposa, que motivava o marido a cada volta percorrida.

Depois de 12 horas pedalando, Alves foi ovacionado pelo público que estava assistindo ao desafio. Ele foi atendido pelo preparador físico e abraçado pela família que ficou ao lado dele todo o tempo.

— Foi difícil superar as 12 horas. A partir das 3h, eu comecei a sentir dores. No final, foi mais fácil porque a plateia incentivou e toda a família e amigos estavam aqui. Agora é preparar para tentar o Guinness Book no ano que vem — diz Alves.JORNAL DE SANTA CATARINA

Nunca Nos Esquecemos De Como Andar De Bicicleta. Isso é Verdade?

By Miguel Adriano


Sim é verdade.
Se já não anda de bicicleta há algum tempo, não se preocupe, nunca irá esquecer de como andar.
Isso acontece porque o sistema nervoso tem como principal característica a capacidade de reter informações nos neurônios e na rede que eles formam.

CASA NA BICICLETA

Construção é levada para bairros pobres de Londres e forma praças para o convívio dos moradores

É uma casa na bicicleta? (Foto: Divulgação)

Será possível levar uma casa inteira, feita de tijolos e até com chaminé, na garupa dabicicleta? Na verdade, não. Mas bem que parece verdade. A casinha da agência de design inglesa Spacemakers é bem leve e o revestimento é falso. Ela tampouco funciona como moradia, mas sim como meio de transporte e centro comunitário. Dentro da estrutura, há bancos, que são levados para espaços públicos abandonados no norte de Londres. Eles são colocados em volta da pequena construção, com quadros pendurados nas paredes, e o local vira uma charmosa praça. Onde antes não havia nada, passam a existir assentos com sombra, arte e até um relógio, inspirado na torre de uma antiga fábrica que existia no local.

A ideia é que a praça seja itinerante e passe por vários espaços desocupados da região. Além da estrutura física, estão previstas atividades como campeonatos de xadrez, debates e aulas de dança, para convidar os moradores a sair mais na rua e conviver com outras pessoas. Você gostaria de alguma ação assim no seu bairro?
Não! A casa é, na verdade, um centro comunitário (Foto: Divulgação)
Na bicicleta, são levados bancos para a comunidade (Foto: Divulgação)

DAMATTANUTRI - Nutrição clínica e esportiva

CONTATO

Afonso Pena, 4.144 Sala 402, Cruzeiro - Belo Horizonte - MG , 30130-009Telefones: (de 9h às 17h30)(31) 8821-9576 / (31) 3051-5409Horário do atendimento nutricional: 8h às 20h













Ingestão de Fibras e saúde arterial

Baixa ingestão de fibras é associada ao enrijecimento da artéria carótida.
.A ingestao de fibras é associada à redução do risco de doença cardiovascular. Se o enrijecimento arterial é causado pela baixa ingestão de fibras não sabemos ainda.

Este estudo propôs a investigar se um baixo consumo de fibras (e alimentos ricos em fibras) ao longo da vida do jovem é associado ao enrijecimento arterial na vida adulta.

Foi um estudo longitudinal, com 373 participantes nos quais suas dietas foram avaliadas entre as idades de 13 e 36 anos (em média de 5 avaliações no período), e o enrijecimento arterial estimado pela ultrasonografia de 3 largas arterias na idade de 36 anos.

Verificou-se, após levarem em conta todos os fatores (idade, sexo, altura, energia total ingerida, e outras variaveis de estilo de vida), que os participantes com maior enrijecimento arterial consumiram menos fibras durante os 24 anos de estudo em relação aos participantes com menos enrijecimento arterial.

Além disso, os voluntarios com maior enrijecimento arterial consumiram menos frutas, vegetais e grãos integrais.

Concluiu-se que uma menor ingestão de fibras durante a adolescencia está relacionada a um maior enrijecimento da carotida (e risco cardiovascular) quando adulto.

Fonte:
Lower lifetime dietary fiber intake is associated with carotid artery stiffness: the Amsterdam Growth and Health Longitudinal Study.Am J Clin Nutr. 2012 Jul;96(1):14-23. Epub 2012 May 23.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ciclista percorre mais de mil cidades do Brasil e termina desafio em Palmas

José Nilton afirma que percorreu 59.498 km durante os quatro anos da aventura. Ao todo, o ciclista passou por 1.931 municípios do país
O metalúrgico José Nilton Brito, de 55 anos, finalizou nesta quinta-feira (5) o seu sonho de percorrer todo o Brasil. Durante os quatro anos de viagem o ciclista passou por 1.391 municípios, sendo que toda a jornada foi feita em cima de uma bicicleta. De acordo com o ciclista, o sonho de percorrer o Brasil surgiu quando ele ainda tinha 18 anos, assistindo a um documentário.

- O documentário, que eu assisti em 1976, mostrava um casal que viajava por toda a África, mas eles estavam de carro, então eu disse 'vou fazer isso aqui no Brasil, só que de bicicleta' - diz o metalúrgico.

Os anos foram passando, mas José nunca esqueceu o sonho de percorrer o país com sua bicicleta. Quase 40 anos depois, mesmo casado e com filhos, o ciclista resolveu dar início ao projeto e para iniciar o percurso escolheu a capital do Tocantins, Palmas.

 Comecei por Palmas, porque é o centro geodésico do Brasil. Eu sempre disse para minha mulher e meus filhos que eu ia fazer isso, mas acho que eles nunca acreditaram, só quando eu disse ‘estou indo’ foi que eles perceberam que era de verdade - conta.

Depois de passar por todas essas cidades, quando chegar em casa José Nilton terá muitas histórias para contar.

- Em cada cidade eu conhecia pessoas com costumes diferentes. Eu nasci em Pernambuco e moro em Campinas e o Brasil é realmente um lugar lindo e com muitos tipos de cultura - afirma o ciclista.

De acordo com José Nilton, durante os quatro anos de pedalada ele percorreu 59.498 km e empurrou a bicicleta por cerca de 1.405 km. As distâncias foram registradas através de um GPS (sistema global de posicionamento). O ciclista retorna para casa, em Campinas-SP, nesta sexta-feira (6).
http://esporte.surgiu.com.br/noticia/108208/ciclista-percorre-mais-de-mil-cidades-do-brasil-e-termina-desafio-em-palmas.html

Aproveite a mobilidade e veja 8 coisas inusitadas para se fazer de bicicleta

Publicada em 22/09/2013 08:27:42
Por ciclovivo
Salvador inaugura, neste domingo (22/9), ciclofaixas para o uso de bicicletas. O prefeito ACM Neto vai inaugurar o Dia Mundial sem Carro, a primeira ciclofaixa da cidade, entre o Campo Grande e o Centro Histórico. Às 9h30,o prefeito estará numa tenda montada em frente ao Teatro Castro Alves.

Aproveite a onda e veja o que mais você pode fazer com esse meio de transporte, também conhecido como "magrela". Mas, antes, acompanhe as dicas da Vó Gertrudes, que mostra oscuidados a se ter no trânsito ao usar uma bicicleta. É uma campanha da Prefeitura de Curitiba.


Andar de bicicleta pode ser divertido. Mas, além disso, pedalar proporciona diversos benefícios para a saúde, como a melhora do condicionamento físico e o aumento da capacidade cardiorrespiratória.

Porém, hoje, o CicloVivo resolveu listar oito coisas inusitadas que foram feitas em bikes. Dentre as atividades mais inesperadas estão amamentar, lavar roupas, e, até mesmo fazer um churrasco ou tocar piano. Confira:

1 – Um churrasco
Três amigos ingleses, que aparentemente não tinham nada melhor para fazer, conseguiram desenvolver um churrasco móvel. Em uma das bikes instalaram uma churrasqueira, e na outra, um tanque com bebida.


2 – Amamentar
Esta foto foi postada recentemente no Facebook por um grupo de mães que estimula a amamentação da Eslováquia e deu o que falar. Na foto, Lucia, a mãe, amamenta sua filha Laura, de 17 meses de idade, enquanto pedala. A foto sofreu diversas críticas, desde falta de segurança até atentado ao pudor, e também, muitos elogios. Segundo Lucia, não há nada de degradante na foto. “Esta é uma linda ligação entre mãe e filha e eu tenho muito orgulho disso", diz a mãe.


3 – Tocar piano
Gary Skaggs já foi considerado louco, isso porque há pouco mais de seis anos ele decidiu adaptar um antigo piano quebrado em um piano-bicicleta. A ideia surgiu quando o inventor encontrou o instrumento antigo sendo vendido por apenas US$ 80. O resultado da criação é uma espécie de triciclo, equipado com uma bancada frontal, onde o piano está devidamente instalado.


4 – Fazer drinques
Imaginem pedalar para seu próximo piquenique com todos os suprimentos necessários ordenadamente guardados dentro de seu quadro de bicicleta.

E parece que tudo que você realmente precisa é de algumas habilidades em carpintaria e um pouco de imaginação para fazer uma. No caso da foto, a preferência eram bebidas alcoólicas, o que não combina muito com pedaladas. Uma bolsa térmica na garupa e um porta copos acoplado ao guidão incrementam mais ainda a "bike-bar".


5 – Fazer uma caminhada
Correr em uma esteira em um belo dia parece ser uma vergonha quando você poderia estar desfrutando de céu azul e ar fresco? Então, por que não aproveitar a esteira para um passeio? Pois um grupo de amigos desenvolveu uma bicicleta esteira. Também criaram um vídeo sobre os “benefícios” do equipamento.


6 – Lavar Roupas
O inglês Alex Gadsden desenvolveu o protótipo de uma máquina de lavar roupas alimentada pela força humana. O conceito, denominado Cyclean, é movido apenas por pedaladas. Segundo Gadsden o funcionamento da máquina é muito simples, basta pedalar para que as roupas fiquem limpas. Você economiza dinheiro, faz bem para o meio ambiente e ainda traz benefícios para sua saúde, melhorando seu condicionamento físico.


7 – Reciclar
O designer britânico Victor Monserrate desenvolveu a Ingenio Upcycling System, uma bicicleta que incentiva os ciclistas a reciclarem resíduos plásticos. Por meio das pedaladas, o equipamento tritura os materiais recicláveis, e, com o auxílio de duas resistências adaptadas, a bike transforma os resíduos em fios de plástico – que podem ser vendidos e usados na fabricação de vários produtos, por meio da técnica do upcycle.


8 – Plantar
É comum as pessoas que gostam de bike também serem amantes da natureza. Pensando nisso, a designer norte-americana Colleen Jordan criou pequenos vasos portáteis que permitem que os ciclistas possam acoplar os vasos de planta em suas bicicletas.


E mais um uso

Um carrinho de bebê, que também funciona como bicicleta é a criação da Taga Bikes, uma empresa formada por integrantes de diversos países. A proposta foi idealizada após quatro anos de estudo e agora já está disponível comercialmente.

De acordo com os fundadores da empresa, o modelo foi projeto após análises universais. Mesmo assim, o fator que mais influenciou a criação foi a cultura holandesa, em que as bicicletas são itens comuns à maior parte da população.

Os idealizadores então pensaram em uma maneira de unir a forma do carrinho à utilidade da bicicleta. O resultado foi o Taga, que oferece praticidade, conforto e segurança, tanto aos pais, como aos filhos. De maneira direta, a invenção é um carrinho para bebês com uma bicicleta embutida.



Enquanto os carrinhos tradicionais possuem quatro rodas pequenas, o Taga é equipado com três rodas de aro médio. Quando a bicicleta está em uso, o “pedalante” vai atrás do carrinho, assim a criança tem a mesma visão da paisagem que o adulto. Ele possui os mesmo sistemas de uma bicicleta simples comum, com freios instalados no empurrador do carrinho. A companhia garante que o Taga passa por testes de segurança e qualidade superiores aos feitos nas bicicletas que são comercializadas em EUA, Europa e Austrália.

Quando a bicicleta está fora de uso, o Taga diminui de tamanho, com a roda traseira, utilizada na bicicleta, passando a ficar à frente, perto dos pés do bebê. O tamanho é reduzido e ele pode ser empurrado normalmente, como qualquer carrinho tradicional.

A mudança do formato bicicleta para o que é exclusivamente carrinho leva apenas 20 segundos. Além de permitir uma interação diferente entre pais e filhos, o Taga também facilita o transporte e possibilita que os pais pratiquem uma atividade física ao mesmo tempo em que passam tempo com seus filhos.

Outro diferencial que merece destaque neste modelo é o fato de ser adaptável para transportar desde recém-nascidos até crianças de dez anos. Ele está disponível comercialmente através do site da Taga Bike, por US$ 1.495, aproximadamente R$ 3.400.


http://www.tribunadabahia.com.br/2013/09/22/aproveite-mobilidade-veja-8-coisas-inusitadas-para-se-fazer-de-bicicleta