sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Audiência pública discute ciclovias instaladas na orla da Pampulha

Uma audiência pública na Assembleia discutiu, nesta terça-feira, os problemas envolvendo uma ciclovia instalada na orla da Lagoa da Pampulha, na capital. A proposta de separar a pista por blocos de concreto não agradou em nada os ciclistas.

Sensacional ultrapassagem!!!



Michal Marosi fez algo inacreditável! Caiu com sua bike e ainda conseguiu ultrapassar de uma forma espetacular!!

Nova bicicleta aquática "Wet Bike" promete lazer e saúde

Nova invenção não utiliza combustíveis fósseis, como gasolina, por isso protege o meio ambiente enquanto permite que os usuários se divirtam e pratiquem exercícios

Andar de bicicleta é uma atividade física saudável, porém utilizar o meio de locomoção nas ruas tem sido cada vez mais perigoso. A falta de ciclofaixas e respeito de motoristas foi a inspiração de Clemente Martinez para criar a Wet Bike.
Criada para ser utilizada na água, a invenção foi criada a partir da observação de caiçaras nordestinos, que atravessavam os rios para pegar caranguejos. Ao invés de rodas, o produto tem flutuadores ligados a um multiplicador de velocidade com hélice, que fica preso a uma estrutura de aço.
Produto ainda não chegou às prateleiras. Foto: Divulgação/ WetBikeProduto ainda não chegou às prateleiras. Foto: Divulgação/ WetBike
Meio ambiente - Como não utiliza combustíveis fósseis, como a gasolina, a novidade não polui a natureza e pode atingir até oito quilômetros por hora. Além de ser uma boa atividade para manter a saúde do corpo, a Wet bike também é uma maneira saudável e gostosa de se divertir com os filhos e a família.

Sem patrocínio
 - Por enquanto, Martinez já possui patente nacional e protótipo para a sua invenção, porém está à procura de um investidor para que o produto chegue às prateleiras em breve
.http://www.webventure.com.br/h/noticias/nova-bicicleta-aquatica-wet-bike-promete-lazer-e-saude/32672

Como ajudar seu filho a andar de bicicleta sem rodinhas

Dicas para o seu filhote perder o medo e pedalar por aí livre, leve e solto, e o melhor: sem rodinhas de apoio.

Por Ana Kessler 23/ago 13:12
Bicicleta aqui em casa é música. Quando a Bia era pequenina e ia na cadeirinha da bike para a creche, nosso hino matinal era “Lááá vamos nós... Nós, que nascemos do ovo / que vivemos na fazenda / que cantamos no co-co-coral”, a música tema do Cocoricó. Era subir na magrela e soltar a voz. Na volta, nossa trilha era: “Nos dias quentes de verão / A gente vai no rio nadar / E nada e nada e nada / E nada e nada e nada / Até cansar”. A Bia cresceu com o vento batendo no rosto. Talvez daí a sua paixão por pedalar.

Usar sim, mas ensinar uma criança a andar de bicicleta sem rodinhas não estava no meu pacote de talentos. Não havia manual de instruções. Na minha família, isso é uma das poucas funções oficiais dos homens, meu pai ensinou os filhos, aprendeu com o pai dele, e assim por diante. Mas a Bia queria aprender e o pai dela, da Marinha, estava sempre viajando. Sobrou pra mim. O que fazer?

Achei este um bom tema para tratar aqui: dicas para mães ajudarem seus filhotes a se equilibrar em duas rodas. É tão lindo vê-los adquirir esta autonomia! Não é preciso técnica, não tem muito mistério, só há um quesito imprescindível: bastante treino. E, claro, incentivo.

No fim de semana passado, Bia e eu tivemos o privilégio de compartilhar este momento com a Malu, amiguinha que dormiu lá em casa. Eu segurando o banco por trás, Ana Bia correndo ao lado e, de repente, lá se foi a pequena sozinha... pela primeira vez! Tripla comemoração feminina, muitas palmas. Será que estamos criando uma nova tradição nos Kessler?

Dicas que podem ajudar:

Proteção: De todos os balangandãs e acessórios de proteção para crianças existentes no mercado, o capacete é de longe o mais importante. Joelho rala-se e recupera-se, cotovelo idem, agora uma batida forte de cabeça no chão ou numa quina é um perigo. Meu avô morreu assim, de moto. Insista para o seu filho usar todos, mas se ele resistir, não abra mão do capacete. Este item é obrigatório.

Paciência: Outro item importante. Não queira que o seu filho aprenda rápido. Meu pai contava que eu saí pedalando de primeira. Meu irmão levou séculos. A Bia, insegura, mesmo quando já estava praticamente andando sozinha implorava que eu não a largasse. Cada criança tem seu próprio ritmo, respeite-o.

Quando e como tirar as rodinhas: Ao sentir que a criança está mais firme e já não usa tanto o apoio lateral, essa é a hora. Não tire de imediato. Faça assim: vá regulando a inclinação das rodinhas, torcendo-as para trás. Antes num ângulo de 90º em relação ao chão, desloque-as de forma que só toquem no solo quando a criança pender para um dos lados. Deixe assim por uns tempos, até ela se acostumar. Treinou, treinou e ficou firme de novo? Tire um dos lados. Agora entra um ponto fundamental, adivinha? 

Incentivo: Isso mesmo! Se por um lado aprender a andar de bicicleta é fonte de inseguranças (medo de cair, será que vou conseguir etc), por outro é motivo de grande satisfação. Superar desafios, vencer etapas, romper barreiras particulares enche o peito dos nossos filhos de orgulho por si mesmos. Elogie a cada conquista, a cada reta em equilíbrio. “Você está indo muito bem!”, é hora de vestir a camiseta de torcedor.

Dica da Mari: A Mariana Della Barba me contou que a mãe dela desenhava um número “8” gigantesco no chão para aprenderem a fazer curvas. Delimitar espaços visuais ajuda a criança a traçar um objetivo. É como fazer balize. Achei ótima ideia!

Depois é só ir pra casa, lavar as mãos, fazer um lanche gostoso, lado a lado, repassando os melhores momentos da aventura. 

Hasko, o cão do antidoping

Publicado em 21 ago 2013 às 17:04


O pequeno terrier acordou o dono, Zdenek Stybar, quando pelas 6h15 os inspetores do controlo lhe bateram à porta
O ciclista checo Zdenek Stybar foi "salvo" esta quarta-feira pelo cão, Hasko, que o acordou para efetuar um controlo antidoping surpresa.

O corredor da Omega Pharma-Quick Step, que no passado domingo festejou o triunfo final no Eneco Tour, dormia profundamente quando, às 6h15, o inspetor antidoping lhe bateu à porta. Foi Stybar a confessar, no twitter, que só o ladrar de Hasko o acordou a tempo de abrir a porta.

Hasko, um highland terrier branco, salvou o seu dono de um processo disciplinar, que poderia ter consequências graves caso atingisse a terceira infração - nesse momento as não respostas aos inspetores geram um castigo semelhante a um caso positivo.

Respeito ao ciclista: necessária repetição do óbvio

Embora Londres seja uma cidade bikefriendly, governo "continua" criando campanhas de respeito a quem pedala

SABRINA DURAN
21/08/2013 10h38 
Transport for London, departamento de transporte da capital inglesa, lançou recentemente uma campanha em vídeo para alertar ciclistas sobre potenciais perigos na rua, e chamar a atenção de motoristas sobre como não colocar ciclistas em risco.
Aqui em São Paulo, a prefeitura também acaba de lançar uma campanha para a TV, rádio e internet com os mesmos objetivos. São quatro vídeos de 30 segundos cada. Todos têm como  "atores" ciclistas urbanos reais.
Assim como a campanha da prefeitura paulista, a produzida em Londres instrui motoristas e ciclistas para medidas de segurança a serem tomadas. O Transport for London, em seu vídeo com mais de três minutos, chega ao detalhe de  alertar o ciclista sobre motoristas e passageiros que abrem a porta dos carros sem olhar quem vem atrás.
O mais interessante da campanha londrina não é o didatismo das explicações, a riqueza dos detalhes e nem a qualidade das animações, mas o fato de que, mesmo Londres sendo uma cidade com ótima infraestrutura para ciclistas, com leis rígidas, fiscalização e punição exemplares, além de tradição no uso de bicicleta como meio de transporte, o governo "ainda" se empenha em produzir campanhas públicas para educar motoristas e ciclistas e melhorar a relação entre eles. É um círculo virtuoso em que a criação da infraestrutura cicloviária estimula o uso da bicicleta, que demanda campanhas educativas, que encorajam mais pessoas a pedalar, demandando mais infraestrutura e mais campanhas educativas e assim até, quem sabe, a cidade tornar-se uma Copenhagen (Dinamarca), referência mundial de cidade ciclável.
Esta campanha de Londres deixa algo muito claro: não importa quão avançada seja uma sociedade no uso da bicicleta como meio de transporte, será sempre necessário repetir o óbvio para garantir o respeito a quem pedala nas ruas.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Conheça os grupos de ciclistas de BH

28/05/2013

Uma boa maneira de começar a pedalar com segurança é escolher um dos vários grupos que promovem passeios urbanos e trilhas de Belo Horizonte. O MTB-BH tem um passeio urbano, o RUTs,  e em nosso fórum de discussão também são marcados trilhas, treinos…

Além dos grupos listados abaixo, há uma ferramenta para companhamento e criação de novos grupos, que reúne iniciativas em todo o Brasil: o Loop Bikes.
Confira passeios e grupos da cidade:
:: 2a feira


  • Neves no Pedal - Todos os sábados às 14 h na praça central de Neves.
  • ZoobikerSaída às 20:15h da Praça da Savassi, em frente ao McDonald’s.
:: 3a feira
  • RUTs – Rolé Urbano das Terças. Toda terça-feira, com concentração às 19h30 e saída às 20h, em alguma praça de BH. Aberto e gratuito, basta aparecer. Roteiros variados pela cidade, geralmente com grau de dificuldade baixo. Confira as marcações em nosso fórum de discussão.
  • MTB Barreiro. Terças e quintas, com saída às 20h do viaduto ao lado do Via Shopping Barreiro. Também combinam trilhas de fim de semana, em seu fórum de discussão.
:: 4a feira
  • Le Vélo. Toda quarta-feira, com concentração às 19h30 e saída às 20h30,  esquina das ruas Bahia com Fernandes Tourinho. Necessária aquisição periódica da camiseta. Possui escolta motorizada. Roteiros variados pela região Centro-Sul.
  • Guime Night:  Toda quarta-feira, com saídas às 20h, em frente à loja GuimeBike. Percursos pela zona Oeste e Sul.
:: 5a feira
  • Grupo da Bike: Toda quinta-feira, saída às 06:30h em frente ao Hospital São Camilo. Também realizam trilhas aos fins de semana.
  • Minas Riders: Toda quinta-feira, saída às 20h do Minas Shopping, em frente ao posto da PM. Também promove trilhas de fim de semana e cicloviagens.
  • MTB Barreiro. Terças e quintas, com saída às 20h do viaduto ao lado do Via Shopping Barreiro. Também combinam trilhas de fim de semana, em seu fórum de discussão.
  • PUNQs – Passeio Urbano Noturno das Quintas: Toda quinta-feira, com saída às 20h, em frente à loja Ciclogiro.
  • Passeio JSBike: Toda quinta-feira, concentração às 19:30, saída às 20h. Local: Av. Bernado Vasconcelos, 1229 (em frente à loja).
:: 6a feira
  • Pedal da Madruga: Para os amantes das bicicletas que querem ver a cidade um ângulo diferente e praticar a fotografia noturna. Reúnem-se mensalmente.
  • Massa Crítica BH: Primeiro domingo  e última sexta feira do mês.  Manifestação ciclística pelo direito da bicicleta ao uso das ruas de forma segura.
:: Fim de semana
Além de inúmeros grupos organizados por amigos, através das redes sociais, aos poucos registraremos aqui grupos com atividades regulares.
  • Pedal de Salto Alto: O passeio mais charmoso de Belo Horizonte, exclusivamente para as mulheres. Ocorre em sábados à tarde, com datas e locais divulgados no site do grupo.
  • Bike Anjo BH: Todo último domingo do mês. Ensinar pessoas a pedalar, orientar o uso em trajetos cotidianos, dicas de mecânica…
  • Massa Crítica BH: Primeiro domingo  e última sexta feira do mês.  Manifestação ciclística pelo direito da bicicleta ao uso das ruas de forma segura.
  • TremBão BH: Grupo que promove trilhas de fim de semana, com ponto de encontro no Habibs Cidade Nova, ou no Posto ALE na curva do Ponteio.
  • Passeios Ikenfix: A loja promove passeios de MTB e Speed. Informações e valores divulgados no site da loja.
  • Intertrilhas Tours: A loja promove passeios e viagens de MTB, em parceria com a agência Magrela’s.
  • BhBikers: Grupo que promove trilhas de fim de semana, ligado à loja Ciclogiro.
Para quem prefere os treinos, também há opções:

Associações e Federações:

Conheça outros grupos da região metropolitana de BH:
:: Contagem
  • Passeio Na Trilha Certa: Toda quinta feira, com saída às 20h, na esquina da Av. Jose Faria da Rocha com Av. João César de Oliveira.
::  Lagoa Santa
  • Pedalagoa: Promove trilhas e passeios urbanos pela região.
::  Caeté
  • Pedalada das Minas: Iniciativa da Secretaria Municipal de Esportes, promove trilhas em fins de semana.
:: Raposos
::  Santa Luzia
  • Ciclistas de Santa Luzia: Às terça-feiras, pedal urbano,  e às quinta-feiras, trilhas noturnas.  Encontro acontece às 19:00 na Rua do Carmo, 897, Centro  (em frente a loja Sander Bikes).
::  São José da Lapa
  • Lapa Bikers: Promove trilhas e competições na região.

Conhece outros grupos? Deixe um comentário com o site/blog/Facebook… que adicionaremos à lista.
Post Original: Novembro de 2011 – Atualizado em Agosto de 2013
por: Vinícius Mundim Zucheratto e Figueiredo
- See more at: http://mountainbikebh.com.br/site/index.php/conheca-os-grupos-de-pedal-de-bh#sthash.bRcBUZ6A.dpuf
fonte: http://mountainbikebh.com.br/site/index.php/conheca-os-grupos-de-pedal-de-bh

Músico cria bicicleta sustentável feita com bambu no Rio Grande do Sul

24/08/2013


Bicicleta chama atenção por visual diferente, leveza e questão ecológica.
Processo de feitura é todo artesanal, segundo criador.

A bicicleta voltou a ser considerada mais do que um lazer e vem ganhando espaço como um meio eficiente e saudável de transporte. A que é conduzida pelo músico Klaus Volkmann atrai curiosos de todos os tipos quando ele resolver rodar pelas ruas de Porto Alegre. O motivo? Ela é toda feita de bambu, como mostra reportagem do Vida e Saúde, da RBS TV (confira no vídeo ao lado).
Há seis anos um colega seu da orquestra comprou uma bicicleta na Holanda e Volkmann se encantou por ela. “Eu queria uma pra mim. Daí eu fiz a primeira bicicleta", conta.
Repaginada, a bike de bambu conquista novos fãs a cada curva. "Antes eu tinha uma bicicleta normal. Eu ia no posto, enchia os meus pneus e ninguém falava comigo. Agora eu chego com uma bicicleta de bambu, e o posto de gasolina para inteiro”, diz o artesão Thiago Alves Rempel.
Volkmann sempre pesquisou sobre coisas relacionadas ao meio ambiente e um certo dia ele encontrou o material certo: o bambu. “Um dia eu encontrei algumas varas num sítio, muito lindas. E aí fiz a primeira bicicleta. Ela deu certo. Subi a serra, desci e tudo com a primeira bicicleta”, lembra.
E foi só começar que o músico e agora artesão não parou mais. Nos últimos seis anos foram nove bicicletas e muita aventura por lugares com o Chile, Peru, Bolívia e o litoral baiano.
Uma bicicleta com formato único
Cada bicicleta é totalmente única segundo o músico e hoje artesão. E isso  porque é impossível encontrar dois bambus iguais. “Eles têm as suas marquinhas, eles têm a sua história. Nós vamos lá, escolhemos a vara perfeita, na época perfeita, com um tempo de vida perfeito. A gente tenta respeitar isso. Procuramos sempre reforçar bastante, porque sabemos que é um veículo e que vai estar uma vida pedalando”, comenta Rempel.
Entretanto, se engana quem pensa que é fácil fazer uma bicicleta segura e com o estilo do dono. É preciso serrar o bambu nas dimensões certas, fazer o tratamento com fogo e aplicar uma resina protetora para depois fazer os ajustes necessários. “O que a gente faz em bambu é justamente a parte principal, que é o quadro. São os dois triângulos: o dianteiro, que têm o bambu mais grosso e o triângulo traseiro. E a gente também faz o guidão”.
Um produto sustentável e artístico ao mesmo tempo
A ideia é não só fazer um produto sustentável, mas de levar arte pras ruas. Tanto que a proposta é de inspirar as pessoas a ter e a construir uma vida diferenciada. “Eu acho que esse conceito que a gente está tentando mostrar para as pessoas é que pedale. Não tenha medo do trânsito. E em cima de uma bicicleta de bambu é muito mais seguro andar nas ruas. Ela estreita os laços e faz as pessoas se comunicarem”, diz Thiago, parceiro de Volkmann

Relembre quatro modelos de bike eco-friendly elaboradas pelo mundo

Publicada em 23/08/2013

A bike foi construída no concurso de design Manifesto Oregon, em 2011.
Foto: Divulgação

Tem para todos os gostos! A cada dia que passa as bicicletas ficam mais modernas e sustentáveis. O EcoD já apresentou alguns modelos que merecem destaque quando o assunto é inovação. Relembre:

Para começar o TOP 4 bikes eco-friendly, apresentamos a Faraday Porteur, uma bicicleta elétrica com estilo retrô que possui bateria oculta, LED dianteiros e traseiros (que ligam e desligam automaticamente), além de um pedal elétrico auxiliador do sistema . A bike, quarta colocada em nossa lista, foi criada para o concurso de design Oregon Manifest, em 2011. A "magrela" ganhou a competição, porém, só iniciou as vendas em 2012.


Bike de papelão suporta o peso de uma pessoa de até 140 quilos
Foto: Reprodução/Vimeo

Nem alumínio, nem carbono, tampouco ferro - o terceiro lugar fica com a bike de papelão reciclado, do israelense Izhar Gafni. O inventor construiu uma unidade com apenas US$ 9,00. Para produzir a bike em larga escala, Gafni se cadastrou no site de financiamento coletivo Indiegogo, mas não obteve sucesso, o que não tira o seu mérito. A magrela tem capacidade de suportar o peso de uma pessoa de até 140 quilos.


As bicicletas unem estilo e tecnologia
Foto: Divulgação

O segundo lugar vai para os modelos Bomber, Fighter e Hurricane, da empresa Stealth Electric Bikes. As bikes atingem até 80km/h e possuem recarga rápida de apenas 2 horas, além de freio a disco, amortecedores profissionais e câmbio de 9 marchas, diferenciados apenas pela potência dos motores.


A primeira leva de 200 bikes já foi toda vendida
Foto: Divulgação

E o primeiro lugar vai para a Vanmoof 10 Electrified, da empresa holandesa Vanmoof.

Esta é a primeira bike elétrica "inteligente" para uso na cidade. Com um design minimalista, toda em aço e de cores neutras, o modelo possui sensores inteligentes, um computador de bordo, GPS, e um sistema elétrico auxiliar capaz de aumentar a entrega de energia para os pedais em 80%.

EcoDesenvolvimento.org - Tudo Sobre Sustentabilidade em um só Lugar.

http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/relembre-quatro-modelos-de-bike-
eco-friendly-elaboradas-pelo-mundo/?cHash=39a75305a43df990d0c49bea79511c24

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ciclistas pedem mais segurança na ciclofaixa da Lagoa da Pampulha

Risco de acidentes na ciclofaixa e falta de diálogo da BHTrans com os ciclistas foram as principais reclamações


PUBLICADO EM 27/08/13 - 18h55
Grupos de ciclistas se reuniram com representantes da Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na manhã desta terça-feira (27), para discutir a situação das ciclofaixas na região da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.

Durante a audiência pública, solicitada pelo deputado Gilberto Abramo, os ciclistas reivindicaram a mão única na pista exclusiva para bicicletas e a retirada de bloqueios físicos, como blocos de concreto e olhos de gato, usados para separar a pista para carros da ciclofaixa. Na reunião, os representantes dos ciclistas reclamaram também da falta de diálogo e mostraram fotos e vídeos que evidenciam os problemas da ciclofaixa.
O diretor de planejamento da BHTrans, Célio de Freitas, esteve presente na audiência e disse que a mão única na ciclovia é inviável, uma vez que a pista deve atender quem procura lazer, quem usa a bicicleta como meio de transporte e, também, os atletas de alto rendimento. Ele afirmou, durante o encontro, que os dois primeiros grupos devem ser priorizados e que já foi lançado um edital de licitação para oferecer bicicletas públicas em oito pontos da lagoa. Quanto aos atletas de alto rendimento, o diretor afirmou que a BHTrans está negociando um espaço para que eles possam treinar.
Os ciclistas que estavam presentes discordaram da posição do representante da BHTrans e reforçaram os problemas na região que aumentam o risco de acidentes. O presidente da Liga Mineira de Ciclismo, Demerson Gomes, afirmou que não há conflito entre os grupos de ciclistas e sugeriu que aos sábados e domingos sejam colocados cones para ampliar as ciclofaixas para o uso voltado ao lazer.
O deputado que solicitou a audiência, Gilberto Abramo, também discordou da posição do representante da BHTrans e disse que vai processar o órgão judicialmente, pois, segundo ele, foram feitos vários alertas sobre os perigos da via e nada foi feito.
Com informações da ALMG
http://www.otempo.com.br/cidades/ciclistas-pedem-mais-seguran%C3%A7a-na-ciclofaixa-da-lagoa-da-pampulha-1.703983

Ciclistas apontam problemas e pedem mudanças em ciclovia na Pampulha


Ciclistas denunciaram ontem, em audiência da Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas, as más condições das ciclofaixas da região da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.
Eles também reivindicaram que a via para bicicletas seja de mão única e sem blocos de concreto e olhos de gato, usados para separar a pista para carros.
De acordo com o diretor de Planejamento da BHTrans, Célio Freitas, a dificuldade para implantar essas sugestões é que os ciclistas que utilizam o entorno da lagoa têm necessidades e interesses diferentes. “Há os que estão ali para lazer, os que usam a bicicleta como transporte e aqueles que são ciclistas de alto desempenho”, explicou.
Segundo ele, os dois primeiros grupos precisam ter prioridade. Por isso, a ciclovia de mão única é inviável.
“Não podemos forçar as pessoas a darem a volta completa na lagoa. As famílias vão passear e precisam poder voltar a qualquer momento”, afirmou. Freitas acrescentou que a BHTrans estuda medidas para tornar a ciclovia mais segura. “Mas as propostas não atenderão os atletas de alto rendimento. Para estes, já estamos tentando negociar outro espaço, também na região da Pampulha”, explicou o diretor da empresa
de trânsito e transporte.
Diversos ciclistas prepsentes pediram o uso da palavra no fim da reunião. Eles denunciaram problemas na
ciclovia e relataram acidentes. Muitos não eram atletas profissionais e destacaram que eles também não são
atendidos pela forma como a BHTrans cuida da via.
O presidente da Liga Mineira de Ciclismo, Demerson Gomes, afirmou que não há conflito de interesses entre diferentes grupos de ciclistas.
“Os atletas de alto rendimento trabalham durante o dia e treinam à noite, não nos fins de semana, quando a Lagoa é frequentada por pessoas que usam bicicletas apenas como lazer”, detalhou.
Também foi contrário à posição da BHTrans o deputado Gilberto Abramo (PRB), que solicitou a reunião. Para ele, não existe outro lugar em Belo Horizonte que poderia comportar os atletas de alto rendimento. “A Lagoa é o local que oferece condições para os treinos e é lá, historicamente, que os atletas vão. As ciclofaixas precisam atender a todos”, disse.
Os deputados Anselmo José Domingos (PTC) e Ivair Nogueira (PMDB) destacaram a importância de se discutir o tema.

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&ik=cb38d69969&view=att&th=140c4c5f3b3d324a&attid=0.1&disp=inline&safe=1&zw&saduie=AG9B_P8jJNeZSP0m7BX0ef7Nhnat&sadet=1377693256827&sads=2irpg_0vmW0J6v6oigUVB3IMAAs&sadssc=1

V BIKEROMARIA À CAPELA DE PADRE LIBÉRIO - Pará de Minas a Leandro Ferreira

75 KM DE “FÉ , ESPORTE E ECOLOGIA”.
DATA: 29 DE SETEMBRO DE 2013.
HORÁRIO DE CONCENTRAÇÃO E LACRE : 5:30 H
HORÁRIO DE SAÍDA: 6:00 HORAS
LOCAL: PARQUE DO BARIRI –PARÁ DE MINAS –
VAGAS : 120.
INSCRIÇÕES LOCAL: DIVINA RODA . PRAÇA MELO VIANA 98 –CENTRO –PARA DE MINAS – DE 02/09/2013 A 14/09/2013
VALORES: 70,00 (SEM TRANSPORTE) E 90,00 (COM TRANSPORTE) MAIS 01 PÓ DE CAFÉ 500 GRS–DOAÇÃO PARA CIDADE OZANAN -INFORMAÇÕES : THALES 37-9911-47389 (DE 8:30 ÀS 11:00HS) TALIA - 37 -9994.3162 (DE 13:OO ÀS 18:00 H).
R E G U L A M E N T O DA BIKEROMARIA A CAPELA DE PADRE LIBÉRIO:
1-PARTICIPAÇÃO PARA CICLISTAS COM IDADE MINIMA DE 14 ANOS COMPLETADOS EM 31/12/2013. INSCRIÇÃO DE MENORES DE 18 ANOS SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO EXPRESSA E PRESENCIAL DO RESPONSÁVEL LEGAL E COM APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTO ORIGINAL E XEROX .
2-A INSCRIÇÃO SERÁ REALIZADA PESSOALMENTE MEDIANTE ASSINATURA DO TERMO DE APTIDÃO FÍSICA E RESPONSABILIDADE E DO REGULAMENTO.
PAGAMENTO EM DINHEIRO + 01 PÓ DE CAFÉ DE 500 GRS QUE SERÁ DOADO PARA A CIDADE OZANAN. A INSCRIÇÃO É INTRANSFERÍVEL E EM HIPÓTESE ALGUMA HAVERÁ DEVOLUÇÃO DA MESMA.
3-USO OBRIGATÓRIO DA CAMISA OFICIAL DO EVENTO E LACRE DA BIKE.
4-USO OBRIGATÓRIO DE CAPACETE, LUVAS, SAPATILHA OU CALÇADO FECHADO.
5- PENALIDADES DE CONDUTA NO PASSEIO:
a)-CICLISTA RETARDATÁRIO QUE NÃO MANTIVER O RITMO MÍNIMO TERÁ QUE SER RECOLHIDO PELO CARRO DE RESGATE, CASO RECUSE , FICA AUTOMATICAMENTE EXCLUÍDO DO EVENTO SEM DIREITO A QUALQUER TIPO DE APOIO.
b)- CICLISTA QUE ULTRAPASSAR O GUIA E O CARRO BATEDOR SERÁ AUTOMATICAMENTE EXCLUÍDO DO EVENTO SEM DIREITO A QUALQUER TIPO DE APOIO.
6- CABE EXCLUSIVAMENTE À ORGANIZAÇÃO DETERMINAR O RITMO MINIMO E MÁXIMO BEM COMO DETERMINAR PARADAS PARA APOIO ALIMENTAR E SOCORRO EM CASO DE ACIDENTE.
7-A RETIRADA DA BIKE DO ÔNIBUS OU CAMINHÃO NA VOLTA É DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CICLISTA INSCRITO MEDIANTE APRESENTAÇÃO DE COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO.
A ORGANIZAÇÃO NÃO SE RESPONSABILIZA PELA BIKE QUE NÃO FOR RETIRADA
PELO PARTICIPANTE.
8- A RETIRADA DA CAMISA PODERÁ SER EFETUADA POR TERCEIROS DESDE QUE APRESENTE COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO E XEROX DE IDENTIDADE DO PARTICIPANTE ATÉ A DATA LIMITE DE 28 DE SETEMBRO DE 2013 NO HORÁRIO DE 9:00 ÀS 12:00 HORAS. EM HIPÓTESE ALGUMA SERÁ ENTREGUE NO DIA DO EVENTO.
9-HAVERÁ CARRO DE RESGATE E AMBULÂNCIA QUE PRESTARÁ OS PRIMEIROS SOCORROS AOS ACIDENTADOS, FAZENDO TRANSPORTE ATÉ O PRONTO SOCORRO MAIS PRÓXIMO, NÃO SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS ORGANIZADORES DO EVENTO CUSTEIO COM TRATAMENTO DE POSSÍVEIS LESÕES OU DESPESAS HOSPITALARES.
PARÁ DE MINAS ---------DE-----------------2013.
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ASSINATURA DO CICLISTA ___________________

ASS. DO RESPONSÁVEL C/RG(-18ANOS)______________________

Curitiba: Estudo indicará origem e destino de ciclistas

Postado em:  
ciclovia curitiba foto - reprodução internet


O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) está realizando, com o apoio da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (CicloIguaçu), uma contagem de tráfego de bicicletas nas regiões centrais da cidade para confirmar de que maneira os ciclistas circulam por essa área.
Além de avaliar a quantidade de ciclistas que passam por trechos da Avenida Sete de Setembro, Avenida Mariano Torres, Rua Tibagi, Rua Lamenha Lins, Avenida Brigadeiro Franco, Rua Bento Vianna e Rua Silveira Peixoto, os pesquisadores também querem saber qual é o perfil dos adeptos da bicicleta.
Para tanto, realizam um questionário que investiga a origem e o destino do ciclista, o motivo de seu deslocamento de bicicleta, a frequência com que faz o itinerário, além da idade, sexo, escolaridade, ocupação, faixa de renda e local de moradia. A tabulação da pesquisa deverá ocorrer em setembro.
“É muito importante compreender como o ciclista se movimenta na cidade e que motivos o levam a escolher determinados roteiros. Isso vai nos auxiliar na definição do Plano Cicloviário que estamos desenvolvendo para Curitiba”, afirma Antônio Miranda, especialista em ciclomobilidade e responsável no Ippuc pela elaboração do plano, que dará a Curitiba mais 300 km de ciclofaixas, ciclorrotas e ciclovias, além de permitir a requalificação da malha cicloviária já instalada, que compreende 127 quilômetros.
Para Jorge Brand, coordenador da CicloIguaçu – conhecido entre os cicloativistas como Goura -, participar dessa pesquisa em parceria com o Ippuc é um marco para o movimento pela ciclomobilidade. “Sempre desejamos uma interface positiva com o poder público, sempre buscamos ser ouvidos, e isso finalmente aconteceu. Essa atitude mostra que a preocupação com os ciclistas e com a ciclomobilidade vai muito além das pranchetas”, disse. A CicloIguaçu congrega cerca de 300 pessoas entre associados e colaboradores e possui milhares de seguidores nas redes sociais.
O presidente do Ippuc, Sérgio Póvoa Pires, explica que a pesquisa é muito valiosa por estar sendo realizada de forma colaborativa com os cicloativistas e por ajudar a desenhar cenários mais precisos dentro da malha viária. “Precisamos saber de onde vêm o ciclista, para onde ele se dirige e que motivos o levaram a escolher a bicicleta como modal de transporte. Se fornecermos a infraestrutura adequada e segura, com toda certeza estaremos contribuindo para aumentar o número de ciclistas em nossa cidade”, destaca Pires.
Além da malha cicloviária, a Prefeitura de Curitiba deverá implantar paraciclos e bicicletários que permitirão, inclusive, a possibilidade de troca de modal de transporte. “Estamos trabalhando para transformar Curitiba numa cidade multimodal e a bicicleta será um componente fundamental nesse processo, ao lado da acessibilidade por calçadas seguras e dos demais meios de transporte”, disse Pires.


Caloi foi vendida. Reveja suas bicicletas e histórias

Fundada há 155 anos, a Caloi foi um dos marcos da fabricação de bicicletas no Brasil


Haja história. Nascida no final do século XIX, a Caloi viu a bicicleta transitar entre os elegantes senhores e senhoras na cidade de São Paulo, que mal sabia o que era um carro.

O italiano Luigi Caloi desembarcou no Brasil e começou a trilhar seu sonho: ele fundou a Casa Luiz Caloi, que importava bicicletas do mercado europeu.

A dificuldade de importar peças na época da Segunda Guerra fez com que a Caloi desse início à sua produção nacional. Em 1945, foi inaugurada a primeira fábrica da Caloi, no bairro paulistano do Brooklin. Era o nascimento da primeira fábrica de bicicletas do Brasil.

O italiano Luigi Caloi desembarcou no Brasil e começou a trilhar seu sonho: ele fundou a Casa Luiz Caloi, que importava bicicletas do mercado europeu.
  • Os primeiros estudos de artefatos de duas rodas movidos pela força humana datam dos séculos XV e XVI.
  • Até 1800, as bicicletas não tinham pedal e eram impulsionadas com os pés!
  • "Poucos objetos utilizados pelos seres humanos originaram uma revolução tão grande nas convenções sociais como a bicicleta." Trecho do censo norte-americano de 1900.

ANOS 70

A geração de 70 nasceu com um pedal da Caloi no pé. Foi nessa década que aconteceu o primeiro Passeio da Primavera (evento que chegava a reunir 80 mil pessoas em um mesmo dia!), o lançamento da Caloi 10 e aquela campanha que marcou memórias: Não esqueça a minha Caloi.

Em 72 nasceu a Caloi 10, um dos modelos mais queridos do Brasil. Foi a primeira bicicleta de 10 marchas do País: uma bike esportiva, com o guidão rebaixado, que revolucionou toda uma geração.

A Caloi inaugurou mais uma fábrica no País, no Polo Industrial de Manaus. Com essa base, lançou outro sucesso de vendas: a Mobylette. Lembra da sua?

Foi em 78 que a primeira peça da campanha "Não esqueça a minha Caloi" surgiu, com o personagem Zigbim, que incentivava a garotada a lembrar de um presente... que não foi esquecido até hoje. 

Triathlon, a modalidade esportiva que une natação, bike e corrida, nasceu na década de 70. Ela ajudou a introduzir novas tecnologias no mercado e foi a porta de entrada para o Mountain Bike.


ANOS 80

A estreia da década de 80 para a Caloi veio com a assinatura O ano da Bicicleta, e já mostrava o que vinha por aí: a década da bicicleta. Ao menos, a década da Caloi Cross, que figurava nas garagens de 10 entre 10 meninos dos anos 80.

Caloi Cross Extra Light foi um lançamento que marcou uma geração. Ela se inspirou no sucesso do filme E.T. - O Extraterrestre, com um modelo para a criançada que sonhava em voar.

Ícone da geração que cresceu ouvindo as músicas da rainha dos baixinhos, a Caloi faz parte da vida de muita gente e da própria cultura popular. Você lembra da participação da equipe Caloicross no filme Os Trapalhões e o Mágico de Oróz?

Em 89, chegou aos mercados a Caloi Mountain Bike 18, a primeira feita especialmente para a prática do esporte.

  • Nos anos 80, o regime da Ditadura tinha uma política muito voltada ao desenvolvimento da indústria de automóveis. Não à-toa, para a sociedade da época, bicicleta ganhou pecha de "coisa de criança".
  • Renata Falzoni começou seu trabalho naquela década, fazendo eventos como o Night Bikers, o primeiro passeio noturno organizado da história do Brasil - e talvez o primeiro do mundo!


Os anos 90 viram o crescimento da Caloi dentro e fora do País. Em meio a vários lançamentos de sucesso, ela deixou de ser uma empresa familiar e passou a integrar os negócios de Eduardo Musa.

Foi quando a Caloi deu início à sua internacionalização, abrindo uma subsidiária na Flórida, nos Estados Unidos.

Neste importante ano, a Caloi patrocinou o heptacampeão do Tour de France, Lance Armstrong, na equipe Motorola/Caloi. Outra parceria inusitada foi comercial, feita entre Caloi e Chevrolet, que lançou uma bike vendida na rede Chevrolet e foi apresentada no Salão do Automóvel.

Os 100 anos de Caloi foram comemorados com um novo modelo de muita classe: a Caloi 100.

Foi quando ocorreu a mudança no controle da empresa, que desde então passou a integrar os negócios de Eduardo Musa.

  • Foi a Caloi que introduziu os quadros de alumínio no mercado internacional, no início dos anos 90.
  • O mercado de bikes cresceu tanto na década de 90, que incentivou o desenvolvimento da fabricação de uma imensa variedade de acessórios para bikes e ciclistas.
  • No final dos anos 90, o Brasil fabricava 4 milhões de bicicletas.


Desde 2000, a Caloi se assumiu como uma empresa destinada à vida saudável, mudou seu logotipo e colocou todo o mundo para pedalar: crianças, adultos, esportistas, ciclistas profissionais, amadores e bikers de fim de semana. Foi até para dentro de casa, com a linha Home Fitness.
Foi quando a Caloi deu início à sua internacionalização, abrindo uma subsidiária na Flórida, nos Estados Unidos.
A Caloi já atuava em home fitness desde 1997, e assumiu o primeiro lugar no segmento em 2002.
Foi a vez da fábrica Caloi se mudar: a antiga unidade da Avenida Guido Caloi foi desativada, enquanto era inaugurada a nova fábrica em Atibaia, mais moderna.
O site da Caloi passou por uma reformulação total, com a opção de compras pela internet.
A Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu a bicicleta como o transporte mais sustentável do planeta.
Seguindo o exemplo de grandes capitais de todo o mundo, a cidade de São Paulo criou, em 2007, o primeiro bicicletário em uma estação de metrô, com 150 bikes para empréstimo.

2010
E lá foi a bicicleta: mudou de meio de transporte a brinquedo de criança e, por fim, evoluiu a um importante e transformador veículo urbano. Em toda sua trajetória, a Caloi viu muitos cenários e novas paisagens neste universo. Viu bicicleta mudar de modelo, de material e, mesmo, de papel no planeta, acompanhando e construindo essa transição. Mais de 100 anos depois, estamos aqui para dizer: a Caloi continua contando a história do ciclismo no mundo.