quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ciclistas querem livre acesso a parques de BH

Usuários das ciclovias em Belo Horizonte criticam lei que proíbe entrada de bicicletas em vários parques.
Ciclistas brincam com término de ciclovia no Lourdes / Emmanuel Pinheiro | Metro BHCiclistas brincam com término de ciclovia no LourdesEmmanuel Pinheiro | Metro BH
As bicicletas de Belo Horizonte têm quase 53 km de ciclovias para circular. No entanto, em pelo menos 16 parques, como o Municipal, o Mangabeiras e a Lagoa do Nado, os adeptos são proibidos de circular.

A Lei 10.285/2011 até que conseguiu aliviar a sanção, estabelecendo que crianças com bicicletas de pequeno porte teriam livre circulação nos redutos de lazer da capital. O problema é que os adultos continuam sujeitos às restrições. Para os praticantes do esporte, a administração dos parques da capital justifica dizendo que o problema é de segurança, já que não há ciclovias ou trilhas disponíveis para circulação das bicicletas maiores sem risco para os demais frequentadores.

Economia

Mesmo com as restrições técnicas e os problemas encontrados no dia a dia, o ciclismo urbano cada dia ganha mais adeptos em Belo Horizonte. Somente nos primeiros seis meses de 2013, Marcelo Carvalho, sócio de uma loja especializada no Bairro Anchieta vendeu 40 bicicletas. Segundo o empresário, o número poderia ser ainda maior: “Ainda há pouco incentivo. Equipamentos caros como estes deviam ter redução de impostos”.


Para cada km de ciclovia, a BHTrans calcula um gasto de R$ 150 mil reais, sendo que, até 2016 estão previstos mais 150 km de via.

Um comentário:

Jacó F. Chagas disse...

Curitiba também tem o mesmo problema ciclovias em toda a cidade na grande maioria dos espaços públicos entrar de bicicleta ou mesmo conduzir empurrando-a é proibido, vai entender!