sexta-feira, 31 de maio de 2013

Atleta faz manobras radicais com a bicicleta

 Americano Tim Knoll demonstra suas habilidades em sua cidade natal, Milwaukee em Wisconsin

UCI diz ainda esperar contato de Armstrong

Publicado em quarta-feira, 29 de maio de 2013 às 11:09

Divulgação

O ciclista mais famoso da história, o norte-americano Lance Armstrong confessou em janeiro, durante uma entrevista para tevê nos Estados Unidos, que utilizou doping durante grande parte da vitoriosa carreira, desmascarando uma mentira que ele próprio contou por muitos anos. Mas a União Ciclística Internacional (UCI) disse nesta quarta-feira que ainda espera um contato do ex-atleta, com um pedido de desculpas pelos erros que cometeu e a disposição de ajudar no combate ao uso de drogas no esporte.
Apesar das suspeitas que sempre rondaram sua carreira, mesmo sem nunca ter sido flagrado num único exame, Armstrong sempre negou o uso de doping. Depois da aposentadoria, no entanto, ele resolveu admitir que utilizou EPO, transfusões sanguíneas e testosterona para melhorar a sua performance. Diante disso, acabou perdendo patrocinadores, prêmios e títulos - era o maior campeão da história da Volta da França, prova mais importante e famosa do ciclismo, com sete troféus entre 1999 e 2005.
Mas, mesmo depois da bombástica confissão, o presidente da UCI, Pat McQuaid, afirmou nesta quarta-feira que Armstrong ainda tem muito a fazer. "Ele deveria subir em seu avião particular, ir para a Suíça (onde fica a entidade) e dizer: 'O que devo fazer?'", defendeu o dirigente, que também conta com a ajuda do ex-atleta norte-americano de 41 anos para combater o doping. "Ele ainda não se desculpou com o ciclismo. E se ele tem alguma informação de valor para o esporte, deve se manifestar."
McQuaid também entende que Armstrong deveria procurar a Agência Antidoping dos Estados Unidos (Usada) e a Agência Mundial Antidoping (Wada) para explicar como ele conseguiu evitar os exames e conquistar os sete títulos da Volta da França sob efeito de doping. "Ele deveria trabalhar conosco", avaliou o dirigente, que descartou a possibilidade de a entidade que comanda atualmente ter cometido erros durante esse caso, por não ter desmascarado o astro quando ele ainda competia. "A UCI não é culpada."
Presidente da UCI há oito anos, McQuaid pretende tentar a reeleição em setembro e, mesmo diante do escândalo envolvendo Armstrong, garante não pensar em abandonar o cargo. "Acredito que estou fazendo a diferença, que o esporte mudou", revelou o dirigente. "Quero erradicar o doping, quero finalizar o que comecei. Nosso esporte tem um futuro brilhante."

Ciclista ensina repórter a evitar riscos ao pedalar por SP

Reportagem especial mostra a difícil convivência entre carros e bicicletas nas grandes cidades. Habituado a ir trabalhar de bicicleta, o empresário Daniel Silva Filho ensina o repórter a fugir de acidentes de trânsito ao pedalar pelas ruas de São Paulo. Reportagem exibida no SBT Brasil. Visite o UOL Notícias
Atualizado em 27/05/2013 às 22h04

Bicicleta elástica

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Copa Grande Sertão - 2° etapa

 















Caros Amigos!
Dia 02 de junho acontece a segunda etapa da Copa Grande Sertão! A largada
e a chegada acontecem no Clube Recreativo Campestre, na cidade de
Curvelo/MG. O local do evento conta com excelente infra-estrutura, com
lanchonete, restaurante, banheiros, vestiários, chuveiros aquecidos,
playground, piscinas, área verde e amplo estacionamento. 
O percurso principal terá 64 km e o percurso reduzido, 51 Km. 
Mais informações e inscrições no site do evento www.copagrandesertao.com.br.
 
Atenciosamente,
Bruno Ribas (Organizador)

Reunião de entidades PBH, BHTrans, LMC, União Ciclística e o atleta Rogério Pacheco

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 Foto crédito para: Breno Pataro/PBH. 


Foi realizada hoje na Sede da Prefeitura de Belo Horizonte reunião para discussão de adequações acerca da instalação da CICLOVIA na orla da Lagoa da Pampulha, parte integrante do projeto Pedala BH. O encontro contou com as presenças do Exmo. Sr. Vice Prefeito, Dr. Délio Malheiros, Sr. Henrique Machado, Assessor de Gabinete, Dr. Carlos Starling, Presidente da União Ciclística Desportiva Recreativa de Minas Gerais, Sr. Demerson Furtado, Presidente da Liga Mineira de Ciclismo, Rogério Pacheco, Ultraciclista autor do projeto sobre a CICLOFAIXA da Pampulha e sugerido a BHtrans e representantes da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTRANS).

Na pauta das discussões estava a disposição de todas as partes em obter um consenso sobre a melhor maneira de assegurar na instalação da CICLOVIA a segurança de todos os usuários, tendo em vista as peculiaridades locais.

Um segundo encontro ocorrerá na Sede BHTRANS. Nesta ocasião as autoridades e a sociedade civil pretendem chegar a um ponto comum, sobre o impasse entre o modelo proposto pela BHTRANS.

Breve divulgarei data da referida reunião para que todos acompanhem detalhes da mesma.
 
Rogério Pacheco
 
Obs.:  Abordamos também nesta reunião a necessidade de uma faixa preferencial para treinamento de triatletas e ciclistas na Av. Teresa Cristina.

Demerson Furtado Pulis Gomes
Presidente
Liga Mineira de Ciclismo (LMC)
http://ligamineiradeciclismo.blogspot.com.br/2013/05/reuniao-de-entidades-pbh-bhtrans-lmc.html

Dicas para pedalar no frio


Pedalar no frio é muito legal e pode gerar momentos épicos e memoráveis, desde que estejamos bem equipados! Para um passeio confortável de bicicleta, sem a necessidade de cuidados especiais, consideramos a temperatura ambiente acima de 20 graus. Abaixo dela, e em algumas condições específicas, conforme vamos verificar ao longo deste post, nosso “pedal” precisa de alguns cuidadosque vão de um simples colete do tipo “corta-vento” até roupas mais específicas e “pesadas”.
Lógico que a sensação térmica é muito subjetiva e pessoal e é comum encontrarmos ciclistas “só de camiseta” com 10 graus de temperatura, bem como outros “super agasalhados” com 18 graus de temperatura. A regra geral deve ser sempre o conforto e o bom senso!
Uma vantagem do inverno são as temperaturas mais amenas durante o dia, menos umidade e a ausência daquele “sol escaldante” para o pedal! Mas como desvantagens temos a falta de chuvas que, aliada ao chamado “efeito estufa” e condições de poluição atmosférica dos grandes centros urbanos, faz com que a qualidade do ar piore consideravelmente, muitas vezes até não sendo indicado exercícios ao ar livre. E nestas condições podemos sempre realizar o “ciclismo indoor”. O importante é não parar de pedalar!
Atualmente, temos uma grande variedade de equipamentos e acessórios que tornam o ato de pedalar em baixas temperaturas tão bom quanto no calor. São os chamados “equipamentos e roupas técnicas”. Mas tome cuidado: por serem equipamentos específicos, muitas vezes os preços atingem as alturas!
Pela nossa experiência, é possível se equipar adequadamente com um investimento bem razoável. E é lógico que não estamos falando de como os ciclistas “das antigas” faziam: colocar jornal por baixo da roupa! Acredite: isto funciona e já me livrou de muitas “roubadas”!
Um erro muito comum é o uso do famoso moletom com camisa de algodão. Eles acumulam muita umidade produzida pela corpo e demoram a secar, o que pode causar assaduras, micoses e resfriado, devido ao contato constante com a roupa molhada de suor. Além disso, o moletom é geralmente muito folgado no corpo e pode enroscar em galhos, postes ou até na própria bicicleta, gerando até acidentes.

Roupas para o frio

Nas baixas temperaturas, o mais importante é se vestir “em camadas”, como uma cebola. Quando inicamos a pedalada estamos “frios” e sentimos mais a necessidade de estarmos agasalhados. À medida em que vamos nos aquecendo, começamos até a sentir calor, e as camadas de roupas podem ser removidas aos poucos. Portanto, não adianta usar somente uma camiseta e um casaco pesado.
O ideal, então, é usar como “primeira pele” uma camiseta ou camisa do tipo “dry fit”, que absorve e expele o suor, um agasalho leve para aquecer, que pode ser do tipo “polartec” ou “fleece”, uma espécie de “moleton” moderno, que também atua como um “dry fit”. Neste tipo de agasalho, encontramos várias espessuras, que podem “segurar” tanto uma temperatura amena de uma manhã de outono, até quase um “frio polar”. Opte sempre pelo meio-termo. Por fim, um colete ou jaqueta do tipo “corta-vento”, de preferência impermeável. O importante é sempre manter a área do peito aquecida e protegida, para evitar problemas respiratórios.
Dependendo da temperatura, podemos utilizar gorros, toucas térmicas e até balaclavas. É muito importante proteger a região da cabeça, uma vez que ela é a grande responsável pela perda de energia térmica. Temos à disposição até “protetores de orelha”, geralmente feitos com o mesmo material do agasalho polartec acima.
Além dessas dicas, ainda há os chamados “tecidos inteligentes”. Os mais comuns nas lojas são os do tipo “termodry”, “coolmax”, “goretex” e “dryfit”. Converse sempre sobre as suas necessidades com o vendedor e procure comprar em lojas especializadas, que não necessariamente precisam ser de ciclismo, mas podem ser de “esportes outdoor”. Nestas lojas encontramos mais variedades de equipamentos, pois a necessidade dos alpinistas, caminhantes e demais praticantes de esportes outdoor no frio são muito parecidas com a do ciclista!
Além de tudo isto, ainda temos os tradicionais “manguitos” e “pernitos”, que são peças exclusivas para serem vestidas nas pernas e braços, como se fossem “grandes meias”. A vantagem deste equipamento é que ele é fácil de tirar e guardar. É muito comum vermos os ciclistas, em especial os mais experientes, se utilizarem deste vestuário, pois muitas vezes conseguimos até retirá-los e ou dobrá-los durante o pedal! Geralmente eles também são feitos nos materiais mencionados acima, pois sua função é a deaquecer.
Existe uma diferença entre o vestuário para aquecimento e o vestuário para proteção contra o vento. O ideal é compor o visual pensando nas duas situção. Uma dica é começar com roupas que aquecem(segunda pela, camisa de ciclismo, agasalho leve, manguitos e pernitos) e terminar com roupas queprotegem do vento (jaquetas e coletes do tipo “corta-vento”), sempre lembrando das tradicionais luvas de dedo longo (que podem, sob frio muito intenso, ser de número maior acomodando uma luva térmica por baixo da luva de ciclismo), óculos e capacete.
No quesito calças (apesar da resistência de alguns quanto ao efeito “bailarina” – uma bobagem, por sinal), o ideal é usarmos a bermuda de ciclismo com os “pernitos”. Se a temperatura estiver muito baixa, podemos usar calças compridas do tipo “segunda pele”, com a bermuda de ciclismo por cima.Dependendo da temperatura, podemos usar o “overshoe” (ou cobre-sapatos), uma espécie de grande meias sem sola colocada sobre as sapatilhas, fazendo a ligação dos pés com as pernas, uma área geralmente descoberta e muito sensível.
Devemos nos lembrar também de usar protetor labial e, em pedaladas mais longas, colírios e/ou soro fisiológico para manter os olhos livres de ressecamento. E lembre-se sempre de retirar toda a roupa úmida e suja imediatamente após a pedalada.

Preparação

Pronto! Estou vestido, preparado e equipado para o pedal. Agora então é só pedalar. Não! No inverno, a necessidade do alongamento e aquecimento prévio é bem maior! Devemos prolongar o tempo do alongamento, e não a intensidade dos movimentos, aquecendo também as mãos e os pés.
Inicie com um pedal leve e, se possível, com a rotação bem elevada (acima de 90 RPM), utilizando uma marcha bem leve. Faça isto por 5 a 10 minutos. Lembre-se também de “desaquecer”, fazendo a mesma coisa ao final do pedal.
Mantenha sua hidratação sem alterações, com um gole generoso a cada 30 minutos, mesmo sem vontade de beber. Se o pedal for longo, aumente em cerca de 1/3 o que costuma levar para comer, pois no inverno costumamos sentir mais fome. Evite sair no início da manhã, quando as temperaturas ainda estão muito baixas, e durante a noite. O período mais propício para o pedal nestas condições é na hora do almoço, até o meio da tarde, para os que puderem.
Abaixo segue uma sugestão de equipamentos x temperatura:
- Frio Intenso (abaixo de 10 graus): segunda pele técnica com manga longa, camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), blusa técnica (do tipo “fleece”), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica, bermuda de ciclismo, gorro ou balaclavas, luvas fechadas sobre luvas térmicas e over-shoes.
- Frio (entre 10 e 12 graus): segunda pele técnica com manga longa (ou manguitos), camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica ou “pernito”, bermuda de ciclismo, gorro e luvas fechadas .
- Frio moderado (entre 13 e 17 graus): Camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), jaqueta “corta-vento”, “pernito”, bermuda de ciclismo e luvas fechadas . Para os mais calorentos, aqui já podemos utilizar somente a bermuda. Para os mais sensíveis, podemos continuar utilizando o gorro.
- Frio Ameno (entre 18 e 20 graus): Camiseta de ciclismo, manguitos, luvas fechadas, bermuda de ciclismo e colete “corta vento”. Os manguitos podem ser substituidos por uma camisa de ciclismo de manda longa. A desvantagem é que ao aquecermos não podemos retirar a camisa como fazemos com os manguitos, se for o caso.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

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Bicicleta roubada há dois anos estava perto do dono

Veja vídeo:
http://globotv.globo.com/rpc/parana-tv-2a-edicao-curitiba/v/bicicleta-roubada-ha-dois-anos-estava-perto-do-dono/2592362/

Moscou terá serviço de táxibicicleta



bicicleta


Na capital russa poderá aparecer uma rede de táxibicicletas para serviços de transporte a curta distância. Em particular, a fim de transportar passageiros para os parques e teatros que não estão localizados em proximidade imediata de estações de metrô.

Supõe-se que os jinriquixás contribuam para o desenvolvimento do tráfego de bicicletas em Moscou, reduzindo a carga sobre as vias  automobilísticas durante a estação quente e beneficiando a situação ambiental.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_05_22/moscou-tera-servico-de-taxi-bicicleta/

Polêmica: ciclistas reclamam de ciclovia

Polêmica! Ciclistas reclamam da ciclovia feita na orla da Lagoa da Pampulha. Um abaixo-assinado foi feito para que não sejam colocados blocos de concreto separando o local para andar de bicicleta da via para carros.

Veja vídeo:
http://www.alterosa.com.br/app/belo-horizonte/videos/2013/05/23/interna-videos,1518/polemica-ciclistas-reclamam-de-ciclovia.shtml

Google Maps inclui rotas de ciclismo para novos países da Europa


Google Maps traça rotas para o ciclista evitar o congestionamento Foto: Divulgação
Google Maps traça rotas para o ciclista evitar o congestionamento
Foto: Divulgação


O Google Maps incluiu rotas de ciclismo para novos países da Europa. Usuários que estiverem na Alemanha, França, Polônia, Irlanda, Luxemburgo e Liechtenstein já podem traçar rotas utilizando seu telefone celular para encontrar o melhor caminho, as ciclovias menos movimentadas, as condições das pistas e estradas. Quem gosta de uma aventura, por exemplo o Google adicionou o trajeto da corrida Tour de France.

As novas informações devem manter os ciclistas informados de trilhas populares, pistas oficiais de ciclismo e estradas recomendadas, tudo isso diretamente no mapa. Os dados, segundo informações do blog do Google Maps para a Europa, também estão sendo informados por especialistas em ciclismo, garantindo que todas as informações de rota são precisas e atualizadas.

O Google Maps estreou direções debicicletas em 2010 para grande parte dos EUA e Canadá. Desde então, acrescentou em outros países ao redor do mundo, incluindo Áustria, Austrália, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Mónaco,Holanda, Noruega, Suécia, Suíça e Reino Unido.

Ranking Copenhagenize 2013: As 20 cidades mais bem preparadas para o ciclismo urbano













Por Constanza Martínez Gaete, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
O blog dinamarquês Copenhagenize Design Co. acaba de lançar seu Ranking Copenhagenize 2013 das 20 cidades do mundo mais amigável com as bicicletas. Elaborado feita pela primeira vez em 2011, a lista que incluía 80 cidades não foi lançada, apenas utilizada internamente no site. No entanto, devido às informações coletadas e da metodologia utilizada, o ranking tornou-se uma valiosa ferramenta, pois divulga os esforços de vários países em estabelecer a bicicleta como meio de transporte acessível, limpo e conveniente, entre muitos outros aspectos positivos.
Na versão de 2013, a lista foi ampliada para 150 cidades, graças à contribuição de 400 pessoas, entre as quais estão arquitetos, cidadãos, organizações que promovem o ciclismo, urbanistas e políticos.
As cidades analisadas foram selecionadas com base no seu tamanho e treze indicadores: publicidade, cultura de bicicletas, infraestrutura para bicicletas, instalações para bicicletas, programas públicos de empréstimos de bicicletas, de gênero, de percepção de segurança, política, aceitação social, urbanismo, contenção do tráfego e número de deslocamentos. De acordo com diferentes variantes, a soma dos indicadores dá, no máximo, 100 pontos, atribuindo o primeiro lugar a uma cidade. Vale mencionar que a classificação é composta de 14 posições, que em alguns casos são compartilhadas por três cidades.
A seguir, as cidades que integram o Ranking 2013.
1. Amsterdã, Países-Baixos


Amsterdã, Países Baixos

Conhecida por ter mais bicicletas do que automóveis nas ruas, Amsterdã permanece no topo do ranking. No entanto, como a finalidade da lista é orientar cidades para transformar seus espaços públicos em ideais para trafegar de bicicleta, o site Copenhagenize só faz uma observação que Amsterdã poderia melhorar. Embora a cultura de bicicleta esteja internalizada em seus habitantes, uma vez que a grande maioria utiliza a bicicleta como principal meio de transporte, não há uma infraestrutura uniforme no centro da cidade.
2. Copenhague, Dinamarca.

Copenhague, Dinamarca



Apesar de ter uma rede de bicicletas bem desenhada e uniforme, o município está interessado em implementar uma série de projetos que ampliam a  infraestrutura para bicicletas. Rodovias que se conectam com as ciclovias e pontes de bicicletas existentes estão entre as iniciativas que podem ser implementadas no futuro. Até agora tudo soa bem, no entanto, a construção de um túnel que pode adicionar muitos carros ao centro da cidade ameaça tirar Copenhague do lugar segundo lugar no ranking. Além disso, mais estacionamentos estão sendo criados no centro da cidade e, por isso, os especialistas que colaboraram na elaboração da lista acreditam que o uso do automóvel está sendo centralizado na cidade, em detrimento das bicicletas. Finalmente, uma outra medida que não foi bem recebida pelos especialistas é que a promoção do uso do capacete diminuiu de 37% para 35%.

CONTINUE LENDO: 
http://www.archdaily.com.br/116484/ranking-copenhagenize2013-as-20-cidades-mais-bem-preparadas-para-o-ciclismo-urbano-2/

Rodas para bicicleta inovam e já vem com suspensão

Conheça nesse vídeo as Loopwheels, que são rodas para bicicleta que já possuem suspensão integrada, sem deixar de ser extremamente cool

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=rodas-para-bicicleta-inovam-e-ja-vem-com-suspensao-04020E9C3160DCA14326

O Arco do Triunfo será iluminado em amarelo para o Tour de France

Postado em 27/05/2013 | 10:38, atualizado em 27/05/2013 | 11:34

 O Arco do Triunfo iluminado em amarelo para o Tour de France
Riders on the Champs (JOEL SAGET / AFP)

O Arco do Triunfo será excepcionalmente iluminado em amarelo em 21 de julho para a chegada da edição do centenário do Tour de France. Os organizadores da maior prova de ciclismo do mundo fizeram o anúncio nesta segunda-feira. A parceria, por outro lado foi alcançado entre o Centro de Monumentos Nacionais e organizador do Tour (ASO), que descreveu o acordo como "natural".

Onze monumentos nacionais estão no caminho da edição de 2013, que vai detonar em 29 de junho, na Córsega. Entre outras coisas, Aigues-Mortes, a cidade de Carcassonne, Mont Saint-Michel e do Arco do Triunfo que se virar pela primeira vez no final do Champs-Elysees em 21 de julho.

"A verdadeira honra"

"É uma verdadeira honra para o Tour de France e orgulho para os organizadores, mas para selar uma parceria com uma das instituições mais prestigiadas do nosso país", congratulou-se com o Tour diretor Christian Prudhomme em evocando um "sinal de apreço e confiança."
A última etapa do Tour, que está programado para chegar primeiro ao entardecer, "será concluído em um som e luz excepcional", disse Christian Prudhomme. Philippe Belaval, presidente do Centro de Monumentos Nacionais, ficou encantado ao ver a sua quota de "parceria com o Tour de France fortalecer a dimensão genuinamente popular do patrimônio nacional, enraizada no território, aberto a todos."
google tradutor

Monkey Light Pro transforma roda de bicicleta em show de luz

Novo sistema de lâmpadas LED permite que imagens sejam projetadas nas rodas das "magrelas"

Pedro Pussieldi vence 4a Etapa do Campeonato Paulista de BMX

O jovem atleta Pedro Pussieldi (Ceramfix Argamassas e Rejuntes, Number Escola de Idiomas, Bike Zero, Cyclecraft Bicycles, Água Mineral Viva) venceu a 4a Etapa do Campeonato Paulista de BMX neste final de semana na cidade de São José dos Campos. Ao todo foram 360 atletas disputando diversas categorias na cidade que será sede do Campeonato Brasileiro da modalidade agora no mês de junho.

Pedro conseguiu andar bem na pista e se adaptou bem aos obstáculos que estavam bem técnicos. Agora é se preparar para as próximas provas, o Campeonato Paulista na cidade de Jacareí e o Campeonato Brasileiro novamente em São José dos Campos.
Gostei muito de ter andado em São José, além da pista que ficou bem bacana o pessoal daqui sempre nos recebe muito bem, ressaltou o jovem piloto.
Com este resultado Pedro está na terceira colocação do Ranking Paulista com apenas 4 pontos do líder. Na terceira etapa o ciclista não pode comparecer, pois estava disputando o Campeonato Mineiro na cidade de Betim, onde venceu nas categorias que disputou, Expert 12 anos e Cruiser até 14 anos.
Assessoria de Comunicação de Pedro Pussieldi

terça-feira, 28 de maio de 2013

Parque Ecológico da Pampulha abre pela primeira vez as portas para os ciclistas

No feriado de Corpus Christi, 30 de maio, voluntários do Bike Anjo BH vão ensinar quem quer aprender a andar de bicicleta. É só chegar, não precisa levar nem a magrelaOs voluntários do Bike Anjo BH ensinam pessoas de qualquer idade a andar de bicicleta (Fotos: Bike Anjo BH)

Os voluntários do Bike Anjo BH ensinam pessoas de qualquer idade a andar de bicicleta
O belo-horizontino terá a chance de pedalar, pela primeira vez, dentro do Parque Ecológico da Pampulha. É mais uma iniciativa do Bike Anjo, um movimento que começou em São Paulo e se espalhou pelo Brasil. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, 20 voluntários auxiliam e ensinam pessoas – crianças, jovens, adultos e idosos – a andarem bicicleta. No país, o número atual de integrantes é superior a 600 pessoas.

  • A oportunidade acontece no feriado de Corpus Christi, 30 de maio, quinta-feira, das 10h às 16h. “Como essa é a primeira vez, se a experiência for legal, poderá se repetir. Vai ser um teste para o próprio parque e quem é contra, terá a chance de mudar de opinião”, explica o voluntário Guilherme Lara Tampieri. 

Para quem quer aprender, não precisa levar bicicleta. A Escola Bike Anjo (EBA) vai disponibilizar o modelo de magrela dobrável que pode ser usado por crianças a partir dos 6 anos. Treze monitores estarão a postos para ensinar os iniciantes.

Já para os adeptos do ciclismo, é importante não se esquecer das regrinhas básicas: a prioridade é do pedestre, circule nos locais permitidos, evite velocidade alta e não pedale de maneira agressiva. “É o primeiro momento, o primeiro passo para abrir as portas de todos os parques para as bicicletas”, reforça Tampieri.

O Parque Ecológico da Pampulha tem ciclovia e bicicletário (Daniel Alves)
O Parque Ecológico da Pampulha tem ciclovia e bicicletário

fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/05/27/noticia_saudeplena,143493/parque-ecologico-da-pampulha-abre-pela-primeira-vez-as-portas-para-os.shtml