quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Senado deve analisar projeto que pode baratear preço de bicicletas

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 O SENADO DEVE ANALISAR NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013 UM PROJETO QUE PODE BARATEAR AS BICICLETAS.

LOC: O OBJETIVO DA PROPOSTA, QUE ESTÁ PRONTA PARA VOTAÇÃO NA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, É DIMINUIR O NÚMERO DE CARROS NAS RUAS. REPÓRTER ROBERTO FRAGOSO:

TÉC: Para incentivar o uso das bicicletas e, assim, desafogar o trânsito, o senador Inácio Arruda propôs medidas para reduzir o preço desse meio de transporte. São elas: a isenção do Imposto sobre Produtos industrializados tanto sobre as bicicletas como suas partes e peças, e a redução a zero da alíquota da Cofins e do PIS/PASEP sobre as importadas. O senador lembra que apesar de o Brasil ser o terceiro maior pólo de produção de bicicletas do mundo, atrás apenas da China e da Índia, apenas 7,4% dos deslocamentos diários – cerca de 15 milhões – são feitos nos pedais. E isso se deve, na opinião do senador do PCdoB do Ceará, ao custo, que apesar de mais baixo que de outros veículos, ainda é alto para a população de baixa renda. Inácio Arruda destaca ainda que a bicicleta foi eleita pela ONU como o símbolo de transporte sustentável do planeta, com benefícios para a saúde, para a preservação do meio ambiente, e para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, ao lado de outras alternativas aos carros.

(Inácio Arruda) Para ter cidade sustentável, é preciso que as pessoas se movam, que elas não fiquem paralisadas, e aí a nossa opção é pelo metrô, é pela bicicleta, é pelas ciclovias, é pela garantia de mais sustentabilidade em cada uma dessas regiões com transporte adequado.

(Repórter) De acordo com o projeto, o governo federal vai estimar qual o impacto da renúncia fiscal das isenções e incluir essa previsão no orçamento do ano seguinte à sanção da lei. Inácio Arruda lembra que esse valor é pequeno comparado com as obras viárias que se tornarão necessárias caso a frota de automóveis continue a crescer. Se for aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos, a proposta segue diretamente para a Câmara dos Deputados. 
Roberto Fragoso.

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