quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Dentro de uma equipe de ciclismo, cada ciclista tem sua função




Equipes da Copa América de Ciclismo funcionam na parceria. Existe o ciclista gregário, o passista, e o velocista. Cada um tem a sua função no grupo.

Edição do dia 05/01/2013
05/01/2013 21h43 - Atualizado em 05/01/2013 21h43

Olhar para o lado e se inspirar nos colegas é uma saída para não enfrentar o desgaste sozinho. Faz tempo que aulas de ciclismo são super procuradas em academias. Mas estas aulas reproduzem mais que o esforço físico deste esporte.
"É o pelotão sem sair do lugar", descreve o professor de spinning.
Assim como acontece nas competições de ciclismo, há uma divisão de funções.
O professor é o ciclista que está ali para ajudar, pra pensar no grupo. Tem aquele que é responsável por ditar o ritmo, manter a pedalada forte e tem o especialista em arrancadas. O mais veloz.
No ciclismo de estrada profissional são: o gregário, o passista, e o velocista.
“Se você não tiver uma equipe que esteja entrosada, o trabalho acaba não funcionando. É mais importante do que estar 100% fisicamente”, explica Fabiele dos Santos Mota, ciclista da equipe Niteroi. 
O gregário está ali para dar apoio. Durante a prova, pode até deixar a equipe para buscar água, comida.
No comando, impondo o ritmo, o passista é o ciclista que pedala de cara pro vento e, por isso, faz 40% mais esforço que aquele que vem dentro do pelotão, se poupando: o velocista, que fica protegido, discreto. Na arrancada final, ele aparece.
As equipes que vão disputar a Copa América de ciclismo neste domingo (6), no Rio de Janeiro, funcionam na parceria, como nas aulas de academia, com uma diferença: a velocidade nas ruas pode chegar a 80 quilômetros por hora.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/01/dentro-de-uma-equipe-de-ciclismo-cada-ciclista-tem-sua-funcao.html

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