quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Informativo FECIERJ


Olá a todos!!!

Vejam o exemplo Europeu que reforça ainda mais a nossa tese... Juntos, sempre podemos mais!


O Parlamento Europeu de Turismo e o Comitê de Transporte votaram sobre as orientações fundamentais de infra-estrutura de transportes para a UE . Pela primeira vez, os deputados decidiram incluir o ciclismo nas diretrizes da Rede Transeuropéia de Transportes ("RTE-T '), abrindo a porta para bilhões de euros em investimentos no ciclismo.

A decisão vem depois de quase um ano de intensa campanha pela Federação Européia de Ciclismo (ECF), seus membros e empresas parceiras com dezenas de milhares de e-mails enviados aos deputados no período que antecedeu a votação. Apesar de não adotar o texto exato proposto pela ECF, o Comitê votou as seguintes alterações:

Sinergias com outras políticas devem ser exploradas, por exemplo, com aspectos de turismo. Por exemplo, deve-se investir em engenharia civil focada no ciclismo de longas distância (Cicloturismo), tais como pontes ou túneis, assim como as rotas EuroVelo (http://www.eurovelo.org/routes/).

Ser incluído no texto dá ao ciclismo a oportunidade de acessar dezenas de bilhões de euros para financiamento de infra-estrutura.

"Nossa voz foi ouvida. Se o mundo do ciclismo não tivesse se mobilizado, o transporte por bicicleta teria sido deixado de lado para investimento em outros transportes. Ainda pior, grandes projetos de infra-estrutura de transporte teriam ignorado as necessidades dos ciclistas”, explica Bernhard Ensink, Secretário Geral da Federação Européia de Ciclismo.

"Esta votação representa uma mudança significativa de atitude e um primeiro passo na direção correta. O Parlamento Europeu dos Transportes e do Turismo têm mostrado que eles podem melhorar as condições de ciclismo de todo o continente, dando ao ciclismo o investimento que merece. As portas para mais investimentos no ciclismo já estão abertas.”

Entre 2007 e 2013, o ciclismo só recebeu 0,7% do financiamento da UE disponíveis para o transporte. Para os próximos anos (2014-2020), ECF identificou € 6 bilhões ou 10% do financiamento da UE que devem ser dedicados ao ciclismo. Entretanto, desbloquear esses recursos vai exigir mais pressão sobre as instituições européias por parte dos ciclistas.

Ensink diz: "A luta ainda não acabou. Temos batalhas ainda maiores por vir no próximo ano, quando a UE toma decisões importantes sobre os orçamentos de transporte ainda maiores. Nós vamos precisar de sua ajuda para lembrar as instituições européias, nacionais e regionais sobre a importância estratégica do ciclismo.”

A votação irá agora à assembléia do Parlamento antes dos detalhes serem discutidos e negociados com os Estados-Membros no Conselho da União Européia no final do ano que vem.



Abraços,


Claudio Santos
Presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro
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