quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Saber pedalar não basta


Conhecer bem o equipamento e aprender como usá-lo é importante para evitar lesões em atletas amadores e profissionais. Capital oferece avaliação especial

Thiago Rizerio - Correio Braziliense

Publicação:

21/11/2012 12:56
  
Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press
Marcos Vinícius: empresário do ramo de bicicletas, ele oferece uma análise básica ao comprador. Para consultoria mais detalhada, é preciso procurar um especialista
Segundo o ditado popular, andar de bicicleta é algo que as pessoas nunca esquecem. Porém, para praticar o ciclismo e aliá-lo com segurança ao conforto e à boa performance é necessário muito mais do que apenas saber pedalar. Assim como em qualquer outra prática esportiva, conhecer o equipamento que será utilizado – e trabalhá-lo da melhor forma possível – é essencial para evitar que os exercícios se tornem razão de lesões e de desconforto.

Por mais que pareça um exercício simples, a prática do ciclismo tem seu grau de riscos de lesões baseado nas repetições de movimentos. Por essa razão, saber se posicionar na bicicleta pode diminuir o desgaste nas articulações. “Tudo é levado em conta para a melhor performance sem prejudicar o ciclista. Por exemplo, se o cara está pedalando com o pé mais aberto, em uma distância longa isso pode causar uma lesão”, exemplifica o empresário Marcos Vinícius Amaral, que trabalha com venda de bicicletas de passeio e de modelos profissionais utilizados por quem busca o alto rendimento.

Amaral defende a consultoria antes de se “aventurar” no esporte, seja qual for o nível do praticante. Em sua loja, ele oferece apenas uma análise básica. “Medimos só o cavalo para fornecer a informação do tamanho do quadro aqui. Se o cliente quiser algo mais detalhado, que vá deixar a bicicleta na medida ideal para ele, é preciso procurar uma consultoria especializada”, adianta. Além do quadro, outros fatores compõem o “instrumento ideal” para o cilcista: a altura do banco e do guidão e a distância entre os dois, a inclinação da mesa (suporte para o guidão) e até o posicionamento do pé no pedal.

Em Brasília, o profissional de educação física Marcelo Rocha é o único profissional que oferece uma consultoria especial aos ciclistas. Conhecida como bike fit, a orientação, além de medir as pernas, os braços, os antebraços e o tronco do atleta, avalia outros fatores relacionados ao esportista. “Alguns testes funcionais são feitos fora da bicicleta e, junto com algumas medidas antropométricas, tem o teste da pisada, o questionário sobre o histórico de saúde, o objetivo de uso da bicicleta e a flexibilidade do ciclista”, enumera. Depois disso, segundo Rocha, a pedalada do praticante passa por uma análise em uma câmera tridimensional para que as correções possam ser efetuadas. Existem vários tipos de análises e os preços variam entre R$ 140 e R$ 350.

Leia a reportagem completa na edição desta quarta-feira do Correio Braziliense
http://www.superesportes.com.br/app/19,66/2012/11/21/noticia_maisesportes,39053/saber-pedalar-nao-basta.shtml

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