sexta-feira, 30 de novembro de 2012

GWR - Empresa parceira da LMC em 2013

GWR

GWR renova parceria para temporada 2013 com a Liga Mineira de Ciclismo.

Demerson Furtado Pulis Gomes
Presidente
Liga Mineira de Ciclismo



Visando 2016, ciclismo brasileiro seleciona novos atletas

29 de Novembro de 2012  11h31

A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) irá promover uma clínica para selecionar novos atletas nas categorias do ciclismo BMX e de pista de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A avaliação é fruto de uma parceria com a União Ciclística Internacional (UCI) e será realizada entre os dias sete e dez de dezembro, em Americana, no interior de São Paulo.
Os técnicos de BMX, o francês Thomas Allier, e de Pista, o espanhol Alejandro Tablas, participação do processo de escolha de novos atletas junto com a Comissão Técnica Brasileira.
A clínica será destinada a ciclistas entre 15 e 23 anos. Os escolhidos, além de integrarem a Seleção Brasileira, passarão por um período de treinamento no Centro Mundial de Treinamento da UCI, na Suíça.

Cidade bicicleta: meio de transporte alternativo chegará a salvador até a copa 2014

title=Crédito:

Na tarde da última quarta-feira (28/11), durante reunião, os membros do Grupo Executivo de Trabalho de Infraestrutura, participaram de uma apresentação do Plano de Mobilidade Urbana e dos detalhes do Projeto Cidade Bicicleta. O encontro aconteceu na sede do Centro de Estudos e Desenvolvimento Humano (CEDEH), no Corredor da Vitória.
Comandado pela Coordenadora de Infraestrutura e Operações da Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa), Adriana Diniz, o encontro reuniu membros do governo estadual, municipal e da iniciativa privada, que formam o Grupo Executivo de Trabalho, cuja função é acompanhar as obras de infraestrutura destinadas à Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.
Na ocasião, diversos aspectos sobre mobilidade urbana durante os megaeventosesportivos foram debatidos, dentre eles: estacionamentos durante dias de jogos, locomoção no entorno da Arena Fonte Nova, palco dos jogos  na capital baiana, e em outros pontos da cidade, incluindo o Porto e o Aeroporto de Salvador, que também passam por processos de ampliação e modernização.
O quesito segurança também teve destaque na discussão, que debateu detalhes de desvios e rotas criadas especialmente para facilitar a locomoção dos baianos e visitantes, já no próximo ano, durante os jogos da Copa das Confederações 2013, considerado evento teste, que antecede o mundial de 2014.
Diante de muitos aspectos importantes de infraestrutura discutidos, um teve maior destaque: o uso de bicicletas como meio de transporte. O Projeto Cidade Bicicleta, que já possui a primeira etapa em processo licitatório, prevê ampliação da ciclovia de Salvador, dos atuais 110 para 217 Km.
Com investimento previsto de 41 milhões, já para a Copa das Confederações 2013, está prevista a conclusão da primeira etapa da obra, que consiste em 8 Km de pista cicloviária no entorno da Arena Fonte Nova, e 14 Km no percurso do Centro até a orla, a área de Itapagipe (situada na Cidade Baixa) e o Centro Antigo. 
Para o Superintendente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Antônio Brito, o sistema cicloviário que está sendo oferecido no Projeto Cidade Bicicleta é uma alternativa não motorizada para solucionar a mobilidade urbana em Salvador e em mais 41 municípios baianos.
Com base na pesquisa desenvolvida para o projeto, as bicicletas representam 7,4% da locomoção no Brasil. Em Salvador, a maioria dos usuários são homens na faixa etária adulta, que a utilizam como transporte para o trabalho.
Questionado sobre a aceitação dos baianos ao modelo cicloviário, o Superintendente da Conder não demonstrou incertezas: Esse modelo é uma tendência mundial e é totalmente adaptável à cidade, além de ser sustentável, concluiu.
Ascom Secopa Mais Notícias

Estudo Confirma que Andar de Bicicleta Pode Causar Impotência



SÃO PAULO (Reuters) - Andar de bicicleta mais de sete horas por semana pode prejudicar a saúde sexual dos homens, segundo um estudo da Universidade Federal Paulista (Unifesp).

O estudo, que comparou a incidência da impotência entre homens que andam de bicicleta, homens que correm e que andam a cavalo, constatou que o problema atinge 40 por cento dos ciclistas. Entre os cavaleiros e corredores, a impotência foi detectada somente em 22 por cento.

Segundo Archimedes Nardozza Filho, do Setor de Disfunção Erétil da Unifesp, a impotência nos ciclistas está relacionada ao formato do banco da bicicleta.

"Os bancos mais estreitos fazem uma pressão excessiva nos nervos responsáveis pela ereção, interrompendo o estímulo nervoso na região", explicou Nardozza Filho.

Ele afirmou que esta é a primeira pesquisa do gênero feita no mundo. "Estudos anteriores realizados em Boston, nos Estados Unidos, já indicavam que ciclistas eram suscetíveis a problemas de disfunção erétil, porém, nunca se fez comparação", afirmou o pesquisador.

A pesquisa, realizado em 1998 com 218 paulistanos com idade média de 37 anos, incluiu integrantes do grupo dos "night bikers", pessoas que fazem bicicleta ergométrica em academias, corredores do parque Ibirapuera, homens que fazem esteira em academias e cavaleiros que praticam o esporte no Jóquei Clube.

Os resultados da pesquisa apontam que andar a cavalo não altera de maneira significativa a função erétil. Somente 2,9 por cento dos cavaleiros foram classificados no quadro de disfunção leve a moderada, enquanto que no grupo dos ciclistas 6,9 por cento se enquadraram nesta classificação.

Nardozza Filho recomenda que os ciclistas que não querem sofrer consequências negativas em função da prática do esporte devem escolher bicicletas com assentos mais largos e macios que distribuam o peso do corpo sobre o quadril e não apenas sobre a região entre as pernas.

O estudo foi publicado na última edição do jornal da universidade.
Sinopse preparada por Reuters Health
http://www.boasaude.com.br/noticias/657/estudo-confirma-que-andar-de-bicicleta-pode-causar-impotencia.html

Após escândalos de doping, grupo se propõe a mudar rumo do ciclismo

27 de Novembro de 2012  15h43  atualizado às 20h08

Especialistas em doping, como o diretor-executivo da Agência Americana Antidoping, Travis Tygart, ex-ciclistas e jornalistas farão parte do grupo "Change Cycling Now" ("Mude agora o ciclismo", em livre tradução), que tentará alterar o rumo da modalidade a partir da primeira reunião, que acontecerá em Londres na semana que vem.
A partir da nova situação do ciclismo criada após o escândalo do americano Lance Armstrong, o novo grupo propõe uma visão positiva do futuro do esporte. O primeiro passo para isso será pressionar a União Ciclística Internacional (UCI) a dar explicações pela suposta fraude à imagem global da modalidade após o caso envolvendo o ex-campeão do Tour de France.
Nos dois dias de duração da cúpula, que começará no próximo domingo, será debatido um novo mapa para uma mudança mundial, que incluirá o requisito imprescindível de, nas palavras do movimento, "mudança nas estruturas de Governo do ciclismo internacional e a implementação de exames antidoping independentes".
A imprensa internacional será representada por dois jornalistas que escreveram e denunciaram o uso de doping no ciclismo há mais de uma década: o escritor Paul Kimmage, que foi processado por dirigentes da UCI por acusações de corrupção, e o redator-chefe da seção de esportes, do Sunday Times, Davis Walsh.
Walsh escreveu quatro livros sobre a modalidade, entre eles um sobre Lance Armstrong, intitulado "L.A. Confidencial: os segredos de Lance Armstrong". Sua última obra intitulada "Seven Daily Sins" ("Sete pecados diários", em livre tradução) será publicada em dezembro.
A "Change Cycling now" e a cúpula de Londres são coordenadas pelo empresário australiano Jamie Fuller, proprietário da Skins, que atualmente patrocina seis equipes de ciclismo e federações nacionais.

Recife lança serviço de aluguel de bicicletas com dez estações


28/11/2012 14h10 - Atualizado em 28/11/2012 19h27

Prefeito João da Costa e presidente do Porto Digital,

Francisco Saboya, testam bikes. (Foto: Priscila Miranda / G1)Prefeito do Recife, João da Costa, lança serviço de aluguel de bicicletas (Foto: Priscila Miranda / G1)

Ao custo de R$ 10 por mês, usuário pode usar bicicleta várias vezes ao dia.
Ideia é que pessoas usem a 'magrela' para percorrer pequenas distâncias.

A Prefeitura do Recife assinou, nesta quarta-feira (28), o contrato que permite que o Porto Digital utilize o espaço público da cidade para instalar um sistema de aluguel de bicicletas nos bairros do Recife, Santo Amaro e Santo Antonio.
De acordo com o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, o prazo de funcionamento do bicicletário é de 30 dias úteis contados a partir da assinatura. "Acredito que entre o final de dezembro e início de janeiro o sistema já esteja funcionando", disse.
O prefeito João da Costa destacou o uso da bicicleta ao redor do mundo. "O que a gente está fazendo aqui é uma prática comum em outras cidades do planeta. A questão do trânsito é um problema no mundo inteiro", disse o prefeito.
O sistema
A ideia é que as pessoas usem o veículo para se deslocar entre pequenas distâncias, diminuindo o trânsito e incentivando um novo estilo de vida. Serão dez estações, instaladas em pontos de grande movimentação nos bairos de Santo Amaro, São José e Bairro do Recife, todos no Centro da capital pernambucana.
O sistema é bem simples. A pessoa vai se cadastrar em um site, que ainda será divulgado, e para isso é preciso ter uma linha de telefone celular e uma conta bacária. O custo de R$ 10 ao mês será debitado no cartão de crédito do usuário. O pagamento dá direito a 30 dias de aluguel.

'Lance é só a ponta de um iceberg', diz companheiro de Armstrong no ciclismo


Veja vídeo: http://www.foxsports.com.br/videos/10247747530-lance-e-so-a-ponta-de-um-iceberg-diz-companheiro-de-armstrong-no-ciclismo

Tyler Hamilton, ex-ciclista, companheiro de Lance Armstrong em todas as conquistas do americano, disse, na última terça-feira (27 de novembro), durante lançamento de seu livro ‘The Secret Race’, que os casos de doping de Armstrong ‘são apenas a ponta do iceberg’. Hamilton indica que muitos outros ciclistas praticam da ilegalidade da dopagem. ‘Existem muitas verdades que ainda não foram contadas. As pessoas envolvidas devem começar a se pronunciar', comentou o ex-atleta.

De bicicleta e sem data para voltar, mexicano viaja de Londres a Pequim

28/11/2012 07h30 - Atualizado em 28/11/2012 20h32

Economista de 25 anos quer percorrer 20 mil km ao longo de 20 países.
Sem experiência anterior como ciclista, ele pedala cerca de 80 km ao dia.

Flávia MantovaniDo G1, em São Paulo
Vinte mil quilômetros, vinte países, dois continentes. O economista mexicano Gabriel Tarriba, de 25 anos, está percorrendo tudo isso de bicicleta, em uma jornada que deve levá-lo de Londres a Pequim.
Sem experiência anterior com viagens sobre duas rodas – “nem bicicleta eu tinha”, conta –, Gabriel saiu em junho da Cidade do México rumo a Londres levando apenas a passagem de ida.
O mexicano Gabriel Tarriba, que vai de Londres a Pequim de bicicleta, na Sérvia (Foto: Arquivo pessoal)O mexicano Gabriel Tarriba em uma das paradas da sua viagem, na Sérvia (Foto: Arquivo pessoal)
Agora, ele já passou dois 8.000 quilômetros rodados e chegou à Turquia, 14º país de sua rota. Depois que saiu da Inglaterra, já passou por Escócia, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Áustria, Eslováquia, Hungria, Croácia, Sérvia, Bulgária e Turquia. Suas aventuras são relatadas no blog www.londontobeijing.com.
A data de volta é uma incógnita. A ideia é essa mesmo: nada (ou quase nada) de planejamento. “Queria fazer uma viagem sem restrição de tempo. Por uma vez na vida, quero ser livre para poder mudar de rota. O único compromisso que eu tenho é a intenção de chegar à China, mas, se eu mudar de ideia no caminho, tudo bem”, explica.
Na garupa, ele carrega “o indispensável”: barraca de camping, saco de dormir, toalha ultraleve, canivete suíço, câmeras fotográficas, garrafa d’água e caderno de anotações são alguns dos itens.
Bicicleta do mexicano Gabriel Tarriba, que vai de Londres a Pequim de bicicleta, na Sérvia (Foto: Arquivo pessoal)A bicicleta de Gabriel, com sua bagagem (Foto: Arquivo pessoal)
Para evitar o atrito na pele, Gabriel usa roupas especiais de ciclismo. Como são poucas (e as roupas comuns também), ele lava as peças a mão quase todo dia. O GPS é seu companheiro mais prezado. “Sem ele, eu não conseguiria. Sou muito desorientado”, diz.
Nos primeiros meses, quando o clima estava mais quente e menos chuvoso na Europa, ele dava preferência a se hospedar em campings. Agora, lança mão principalmente de albergues da juventude e hotéis econômicos.
Seguindo a filosofia de não planejar muito, Gabriel não reserva quartos com antecedência. O máximo que faz é listar alguns hotéis baratos da cidade no dia anterior – isso se ele conseguir usar a internet. “Uma vez, na República Tcheca, tive que percorrer quatro cidades diferentes até conseguir hospedagem. Foi bem desagradável, tive que pegar a estrada à noite. Mas não aprendi a lição. Continuo deixando pra procurar no dia em que chego ao lugar”, conta, rindo.
O mexicano Gabriel Tarriba, que vai de Londres a Pequim de bicicleta, na Sérvia (Foto: Arquivo pessoal)Gabriel com sua bicicleta em estrada na República Tcheca (Foto: Arquivo pessoal)
80 km por diaA ideia de fazer a viagem surgiu em 2010. Para juntar o dinheiro para a empreitada, Gabriel economizou por dois anos. Passou a trabalhar mais, inclusive em alguns fins de semana, cortou gastos e ficou “quase sem vida social” no final desse período.

Em maio, ele abandonou o emprego de analista econômico de uma organização sem fins lucrativos e, no mês seguinte, pegou o voo para Londres.

A sugestão de usar a bicicleta como meio de transporte veio de um colega de trabalho. Gabriel achou uma boa ideia por dois motivos: a autonomia de não depender de trens ou ônibus e a possibilidade de curtir mais o caminho. “É uma forma de ser livre, porque você depende apenas das suas próprias pernas. Além disso, dá para ver como vai mudando a paisagem, as cidades. Você absorve cada pedaço de terra“, afirma.

Ele diz que não se preparou fisicamente e que demorou de duas a três semanas para se acostumar. “Quase morri no primeiro dia. Tive que empurrar a bicicleta várias vezes”, lembra, rindo.

Hoje, ele pedala, em média, 80 quilômetros ao dia, mas já chegou a fazer 120 quilômetros de uma vez, em seis horas.
Foto tirada na Alemanha pelo mexicano Gabriel Tarriba, que vai de Londres a Pequim de bicicleta (Foto: Arquivo pessoal)Foto tirada por Gabriel na Alemanha (Foto: Arquivo pessoal)
Na maioria das cidades, o ciclista atrai a atenção dos moradores, principalmente das crianças. “As pessoas têm muita curiosidade, me perguntam o nome em inglês. Mas as interações com os moradores têm sido curtas, porque a barreira do idioma é grande. Nas cidades menores e fora dos lugares turísticos, pouca gente fala inglês”, lamenta.

O intercâmbio com outros viajantes é mais frequente. Um deles, inclusive, já ofereceu hospedagem em sua casa no Quirguistão. "São pessoas com experiências totalmente diferentes da minha."

Mesmo assim, às vezes a sensação de solidão é inevitável. “Em alguns momentos você pensa na vida que deixou para trás e se sente meio alheio, como um observador de tudo, que não participa muito. Mas isso faz parte da experiência. E você aprende muito sobre si mesmo“, diz.

Mesmo sem uma data de volta estabelecida, ele arrisca um palpite. "Se tudo correr bem, devo voltar ao México em agosto ou setembro de 2013. Mas tudo pode mudar pelo caminho.”
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Após interdições, bicicletas causam transtorno nas calçadas do Leblon

Jornal do BrasilRenan Almeida*
Nesta segunda-feira(26) o trânsito correu  tranquilo no Leblon, no primeiro dia útil após o fechamento de dois trechos da Avenida Ataulfo de Paiva, principal saída do bairro em direção a Ipanema e Lagoa. Por conta da interdição, porém, muitos motoristas deixaram os carrosem casa e o aumento no número de bicicletas se tornou um obstáculo nas calçadas do bairro.
A presidente da Associação de Moradores e Amigos do Leblon (AMA-Leblon), Evelyn  Rosenzweig, diz que o trânsito está bom e que as pessoas estão respeitando as mudanças. Ela, no entanto, observou um grande aumento no número de táxis e bicicletas, e diz que a falta de ciclovias tem causado problemas.
“Observamos muitos conflitos de ciclistas com pedestres. Uma amiga estava na calçada e se machucou toda em um acidente com uma bicicleta. A bicicleta deveria andar junto aos carros, mas é humanamente impossível pois os motoristas não são educados. Tem que haver um bom relacionamento, falta uma campanha educativa”, observa.

Para presidente da AMA-Leblon, falta de ciclovias no bairro causa problemas
Para presidente da AMA-Leblon, falta de ciclovias no bairro causa problemas

Evelyn conta que a grande procura fez zerar o estoque de bicicletas nas lojas do bairro: “Estão sem bicicletas para vender. As elétricas acabaram, tamanha a procura”. A moradora reclama da desordem causada por este aumento. “Todo mobiliário urbano está sendo enfeitado pelas bicicletas porque não há bicicletários. E há esse trânsito doido nas calçadas. Não temos ciclovia nem regulamentação para viabilizar essas bicicletas nas calçadas”, reclama.
Interdições
Na manhã desta segunda-feira a prefeitura fez uma alteração no esquema de trânsito que funcionou no fim de semana, e interditou a Av. Ataulfo de Paiva, na altura da Rua General Artigas. A prefeitura observou que no fim de semana os moradores estavam utilizando a Rua General Venâncio Flores, em vez da General Artigas, para acessar a Rua Humberto de Campos, via alternativa à Ataulfo de Paiva. O objetivo da nova interdição é orientar os motoristas a desviarem pela Rua General Artigas e evitar sobrecarregar a Venâncio Flores.
A AMA-Leblon propõe a implantação do micro-ônibus apelidado ‘Estilo Leblon’ para circular no bairro. Evelyn conta que o coletivo foi implantado em verões passados e tem como objetivo aproximar os moradores do comércio local, eliminando a necessidade de utilizar automóveis.
“O ônibus tem um circuito redondinho e atendia muito bem o morador do Alto Leblon. Ele aproxima o comércio, é gratuito e tem conforto. Atenderia uma parte significativa dos usuários locais de táxi”, sugere.
*Do projeto de estágio do JB

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

RD MEC - Empresa Patrocinadora da LMC 2013

RD Mec


RD MEC renova patrocínio para temporada 2013 com a Liga Mineira de Ciclismo.

Demerson Furtado Pulis Gomes
Presidente
Liga Mineira de Ciclismo

A Rolls Royce das bicicletas chega ao Brasil

JURA PASSOS 27 DE NOVEMBRO DE 2012


A bicicleta Velorbis agora está no Brasil

O que falta para os políticos brasileiros comparecerem a seus compromissos em elegantes bicicletas pretas chapa-branca, como fazem os dinamarqueses, com toda a transparência?

Tudo, menos a bicicleta.

As bicicletas dinamarquesas de luxo Velorbis já chegaram ao Brasil. Elas estão para as bicicletas como Mercedes, BMW e Rolls Royce estão para os automóveis. O parlamento dinamarquês tem uma frota delas para os deputados usarem, do mesmo jeito que aqui eles usam carros oficiais. Demora um pouco pra gente se acostumar com a ideia, mas na Dinamarca o ditado que diz que “o exemplo vem de cima” foi levado a sério.

Quem trouxe a marca Velorbis para o Brasil foi o empresário paulistano Celso Francisco Pinto Jr., dono da loja virtual Velosophy. Além das bikes dinamarquesas, ele tem outros produtos chiques para pedalar, como os capacetes Yakkay, que são camuflados como bonés e chapéus. Você põe o capacete e ninguém percebe que você está de capacete! Afinal, quem é chique pra valer não vai desfilar por aí na bicicleta oficial do parlamento dinamarquês com cara de jogador de hóquei ou de entregador de pizza.


Parlamentares chegam ao trabalho em Copenhague

Que a bicicleta possa ser um artigo de luxo na Dinamarca, onde todo mundo anda de bicicleta, a gente até entende. Mas será que no Brasil os ricos ou chiques estão dispostos a engolir fumaça e enfrentar os riscos do trânsito e dos assaltos?

Celso Pinto aposta que sim, e por isso enfrentou todos os riscos do negócio, que vai muito bem, obrigado. Ele amou o design da Velorbis à primeira vista e já foi logo pedindo a moça em casamento. Falou com os donos da marca e fez a proposta por correspondência, sem sequer ter visto a noiva. Só foi conhece-la pessoalmente na terra natal na hora de fechar a primeira encomenda. Já fez três, e num período de um ano já vendeu 150 unidades da marca.

Quem compra? Homens e mulheres, em intensidades iguais. Eles são empresários esportivos, alguns praticam triatlon e já vão pro treino pedalando. Elas vão às compras com estilo: a bolsa e a cesta são tão indispensáveis que não podem ser chamadas de “acessórios”.

Os preços variam de 3.750 a 8 mil reais. Em matéria de luxo, é uma pechincha. Tão barato que valeria a pena obrigar nossos governantes, legisladores e juízes a trocar seus carros chapa-branca por uma delas. Nunca mais eles poderiam se esconder atrás de um vidro escuro.

Pedala BH? Por uma BH mais justa e humana


m: 27/11/2012 - Por: 

Trecho da ciclovia da avenida João XXIII que ainda não foi inaugurado.
BH em Ciclo (Associação de Ciclistas Urbanos de BH) fez uma interessante publicação que, segundo os autores do texto contido no link, demonstra a falta de vontade e/ou capacidade de se investir na mobilidade urbana não-motora na capital. Feitas de maneira não-democrática (sem consulta aos ciclistas), as novas ciclofaixas da cidade são prova do descaso da BHTrans-Prefeitura com relação ao uso da bicicleta como transporte na cidade.
A prefeitura tem como meta a construção de mais de 300kms de ciclovias até o ano de 2020, mas não rompeu a meta de 40km proposta para o ano de 2011.
http://bhemciclo.org/2012/11/09/mais-uma-ciclofaixa-ou-ciclofalsa/
Abaixo, um documento produzido pelos ciclistas da cidade, contendo fotos de todas as ciclovias existentes na cidade até o início do 2º semestre de 2012.
http://bhemciclo.org/2012/10/02/relatorio-foto-ilustrado-sobre-as-condicoes-das-ciclovias-existentes-em-bh/
Mais fotos das ciclofaixas recém criadas e já danificadas:
http://bhemciclo.org/2012/11/17/ciclofaixas-em-implementacao/
fonte: http://fora_wp.falasocial.com/?p=8514

Prefeitura recebe visita de ciclista que pedala por diversos países

permanece na capital - 28/11/2012 às 04:11h
Neguim do Asfalto já visitou mais de 15 países, como Bolívia, Venezuela, Equador, Angola, Moçambique e outros

Ciclista há mais de 20 anos, Neguim do Asfalto, esteve nesta terça-feira (27) na Secretaria de Esporte e Lazer (Semel) onde recebeu assistência da secretaria e relatou sobre suas viagens pelo mundo. Natural do Mato Grosso do Sul, já percorreu várias cidades e países em cima de uma bicicleta.
Neguim do Asfalto já visitou mais de 15 países, como Bolívia, Venezuela, Equador, Angola, Moçambique e outros. "Eu saí do Mato Grosso do Sul aos 14 anos e comecei a pedalar. O primeiro país que percorri foi a Bolívia, depois visitei diferentes lugares, conhecendo novos povos e culturas. Faço isso há 20 anos e me sinto feliz e realizado", afirma Antônio.
O secretário da Semel, Roberto Veloso, recebeu o atleta e o parabenizou pela coragem e determinação, enfatizando a necessidade de acolher esportistas, como Neguim do Asfalto, lhe oferecendo assistência e condições para que o ciclista continue sua jornada. "É uma honra para a cidade de Teresina receber um atleta como o Antônio, e mais que isso, é uma obrigação de cada gestor atender no que for possível. Além disso, essa é uma forma de divulgar o esporte de uma maneira inspiradora e determinada, como bem representa Neguim do Asfalto", ressalta Roberto Veloso.
O atleta lembra emocionado que logo ao nascer perdeu a mãe e que aos cinco anos foi detectado que ele tinha paralisia infantil e era cego. Aos 12 anos foi submetido a várias cirurgias, dentre elas transplante de rim e pulmão; colocou um marca passo no coração e trocou uma válvula mitral no cérebro. "Depois de tantos problemas de saúde, decidi fazer uma promessa, no qual eu pedalaria durante 30 anos, percorrendo o mundo. Ainda faltam 10 anos, mas eu não vou desistir e cumprirei minha promessa", assegura. 

COM O TRÂNSITO LENTO, A SOLUÇÃO É PEDALAR

Segunda-feira, 26/11/2012

Com o IPI reduzido, o número de carros nas ruas cresce e, com eles, o trânsito piora. Por isso, moradores da cidade que trabalham próximos às suas residências passaram a utilizar as bicicletas como meio de transporte. Pelas ruas, é possível notar a presença de inúmeros ciclistas, muitos deles trajando roupas sociais. O GLOBO-Niterói Sábado conversou com alguns deles e relata, nesta edição, suas necessidades, suas reclamações e os benefícios de quem leva uma vida sobre duas rodas.

Cleverson Nunes de Castro, de 48 anos, mora em Santa Rosa e trabalha como sommelier em Icaraí. Há cinco anos, ele sai de casa de manhã, deixa o filho de bicicleta no Unilasalle-RJ e segue para o trabalho.

- Não dá para deixar meu filho de carro no colégio e depois achar uma vaga perto do restaurante. E de ônibus, levamos até 35 minutos. Hoje, economizo uma média de R$ 100 por mês, além do ganho de tempo e saúde – diz.

Para o publicitário César Marques, de 46 anos, a bicicleta é utilizada tanto para ir ao trabalho quanto para visitar os clientes.

- Moro perto do estádio do Caio Martins, em Santa Rosa, e trabalho em Icaraí. Não vou de ônibus, pois, além de demorar mais, carrego na mochila notebook, celular e máquina fotográfica, o que me deixa inseguro. Ainda uso a bicicleta para visitar os clientes – diz Marques, que também faz uma queixa. – Quando viajo, alugo as bicicletas e sou muito mais respeitado pelos americanos e europeus do que pelos motoristas niteroienses. Parece que estamos atrapalhando o trânsito! E o que é aquela ciclofaixa que fizeram na Estrada Fróes? Alguém vai acabar morrendo ali. É muito perigoso, principalmente para quem desce para Icaraí – diz.

O universitário Gabriel Lannes, de 23 anos, não tem dúvidas.

- Sou de Icaraí e estudo Direito na UFF, no Ingá. Na volta, enquanto os carros estão parados no trânsito, eu chego em dez minutos em casa. Além disso, comprei a bicicleta por R$ 150. Hoje, não preciso gastar dinheiro com passagem de ônibus nem com gasolina todo mês. Acabaria saindo mais caro do que o valor pago pela bicicleta – conclui.
Usuários relatam benefícios físicos e mentais

Aos 36 anos, Elisângela Paludo é chefe de cozinha e, já uniformizada, pega sua bicicleta para ir ao trabalho, em São Francisco, bairro onde também reside. A paisagem da região é um dos maiores atrativos para a profissional, que passou a ficar mais disposta no trabalho após a escolha.

- Quando eu saio de férias e fico sem ir ao trabalho de bicicleta, o meu corpo muda completamente e minha cabeça parece que fica menos ativa. Antes, quando eu ia de ônibus, dava sono no caminho. Agora, já chego a mil por hora – diz.

Enquanto a equipe de reportagem do GLOBO-Niterói Sábado conversava com a chefe de cozinha na ciclofaixa, um carro invadiu o espaço para cortar caminho e quase atropelou a equipe.

- Vocês presenciaram agora um problema recorrente. Eles não estão nem aí. Mesmo na ciclofaixa, ficamos expostos. Dia de semana, com trânsito, é como se a ciclofaixa não existisse para os motoristas. Tirando isso, só temos a ganhar pedalando – considera.

Empréstimo de bicicletas/ Santos, SP


O projeto de empréstimo de bicicletas "Bike Santos" começou a funcionar hoje, quinta-feira (29). Cerca de 150 bicicletas serão oferecidas para uso comunitário nas 15 estações espalhadas em várias regiões da cidade da Baixada Santista.

O "Bike Santos" realizará o empréstimo gratuito de bicicletas, desde que o usuário se cadastre no site do projeto. As bikes poderão ser retiradas diariamente das 6h às 22h nas estações e precisam ser devolvidas até as 24h. A liberação das bicicletas na estação é feita por meio de um aplicativo para smartphones ou por telefone.
A utilização da bike será permitida pelo tempo máximo contínuo de 30 minutos e sua devolução poderá ser feita em qualquer uma das estações. Após 15 minutos, o usuário poderá novamente retirar outra bicicleta, seguindo as mesmas normas.

Como combater a ansiedade e nervosismo sem medicamentos?


2012/11/21
Vivemos num período em que cada vez mais pessoas sofrem de ansiedade, nervosismo constante, tristeza ou até mesmo depressão. Aprenda a controlar os seus sintomas e a sentir-se melhor consigo mesmo sem recorrer a medicamentos.
Estes sintomas devem-se na maioria dos casos a cansaço devido ao excesso de trabalho e a preocupações familiares ou financeiras. Este artigo vai dar algumas dicas que podem ajudar a reduzir o stress, a ansiedade e o nervosismo. Deve, em todo o caso, consultar o seu médico se precisar de ajuda adicional. 

Pratique desporto

A prática de desporto de uma forma regular diminui os níveis de ansiedade e a probabilidade de sofrer de depressão. O exercício físico permite-nos abstrair das nossas preocupações e promove uma sensação de bem-estar. Esta prática vai ainda aumentar-lhe a auto estima. Todos gostamos de ver o nosso corpo bem cuidado e elegante.
Sentir-se-á cansado nas primeiras sessões, mas este cansaço físico em vez de mental é bastante benéfico. O cansaço físico vai ajudá-lo a dormir melhor. Um sono reparador é essencial para acordar no dia seguinte bem-disposto e com energia suficiente para enfrentar os problemas.

Exercícios de relaxamento, meditação, yoga
 Exercícios de relaxamento
Quando se sente nervoso, tente relaxar fazendo uma respiração lenta, profunda e regular. Feche os olhos e concentre-se apenas no movimento do ar a entrar e a sair dos seus pulmões. Experimente a técnica da respiração abdominal: Inspire pelo nariz direcionando o ar para o abdómen – o toráx fica imóvel. De seguida, expire lentamente pela boca. Repita este processo durante o tempo que for necessário. 

Não dramatize

Alguns problemas não são tão complicados como os fazemos parecer. Apesar de no momento, nos sentirmos magoados, desesperados ou irritados, por vezes as soluções estão ao nosso alcance. Depois de estar relaxado, pense racionalmente sobre o que o deixa ansioso ou nervoso e analise todas as possibilidades que tem em relação ao seu problema. Não se deixe apanhar numa espiral de sentimentos negativos e não sinta pena de si próprio, isto apenas vai deixá-lo mais em baixo. Pense nas opções que tem e tome uma atitude. Se não há nada que possa fazer para melhorar a sua situação, lembre-se, o que não tem resolução, resolvido está. 

Evite estimulantes

Evite a cafeína, álcool ou tabaco. Muitas pessoas procuram nestes estimulantes a fuga para os seus problemas, pensando mesmo que estes reduzem a sua ansiedade. Na verdade, a redução da ansiedade é apenas aparente e momentânea. Qualquer uma destas “drogas” é um estimulante e apenas vai deixá-lo com mais um problema para além dos que já tem: o vício.
 Corte as situações stressantes
Se há uma discussão no escritório ou alguma situação que o deixa desconfortável e nervoso, afaste-se. O que quer que seja pode esperar 2 minutos. Tente relaxar e perceber porque é que aquela situação o incomoda e como pode lidar com ela. Quando se sentir melhor, volte. Com as ideias em ordem e mais calmo vai conseguir resolver o problema mais facilmente.

Ouça música

Já está provado cientificamente que ouvir música liberta hormonas que nos dão boas sensações. Escolha uma música relaxante ou ainda melhor, uma música que o deixe mesmo bem-disposto. Todos temos aquela canção com que simplesmente não conseguimos ficar parados. Feche-se no quarto e dance sozinho ou ponha a música bem alto no carro e cante a altos berros. Vai sentir-se muito melhor em 3 segundos. 

Encha-se de amor

Procure conforto junte daqueles que ama e que o amam. Não se isole. Se prefere não partilhar a razão dos seus problemas não faz mal, basta estar junto de quem lhe faz falta, eles vão compreender. Não pense que está sozinho. Tem a sua família, os amigos ou a vizinha simpática que também se sente sozinha. Não menospreze ainda a felicidade e a compreensão que um animal de estimação lhe pode trazer. São muitas vezes os melhores amigos.

Paris-Roubaix 1958

Como levar sua bicicleta no carro

março 13, 2012 em Bicicleta no trânsito

Essa dica é pra quem tem carro e gosta de levar a bike para trilhas ou passeios. Separei 3 maneiras mais populares de transportar a bicicleta no carro. É só escolher a que melhor atende suas necessidades e fazer da bike sua companheira de viagem!
1 – Suporte para bicicletas atrás do carro
São os modelos vistos com maior frequência, disponíveis para todos os tipos de carros. Deve-se tomar 2 cuidados básicos: primeiro, proteger as bicicletas (panos, espuma, plástico bolha…) para que as mesmas não fiquem em contato durante o transporte, evitando arranhões e choques. Em segundo lugar, atenção também para a visibilidade da placa do carro, que não pode ser atrapalhada pelas bicicletas. Caso isso aconteça, deve-se ter uma outra placa (devidamente lacrada) em local visível. Abaixo um modelo da marca Thule, que leva até 3 bicicletas.
Observação: se seu carro possui engate, existem também modelos que utilizam essa peça para encaixar o suporte para as bicicletas
2 – Bicicletas em cima do carro
Minha maneira preferida de transportar as bikes. Não precisamos nos preocupar com possíveis adaptações para a visibilidade da placa, além de evitar danos às bikes no caso de uma indesejada batida na traseira do carro. Outro ponto positivo é que as bicicletas ficam melhor acomodadas, mais distantes uma das outras evitando arranhões. Alguns modelos podem levar até 3 bicicletas. Repare na foto que alguns levam as bikes “inteiras”, enquanto em outros elas devem ter as rodas dianteiras retiradas e acopladas ao bagageiro pelo sistema de blocagens.
Observação: muita atenção se você escolher carregar as bicicletas em cima do carro. Não se esqueça das bikes ao passar pelo portão da garagem, estacionamentos de shoppings, lojas etc. Fique atento à “nova” altura do seu carro com as bikes em cima.
3 – Trailer ou carretinha acoplada
Outro sistema que requer um pouco mais de investimento. Bom para quem tem muitas bicicletas, ou pra quem utiliza a carretinha para transportar outras coisas. Existem diversos modelos de carretinhas. Abaixo uma foto, que mostra a necessidade de acomodar, fixar e protegem bem as bicicletas para evitar arranhões e danos às bicicletas.
http://ateondedeuprairdebicicleta.com.br/2012/03/13/como-levar-sua-bicicleta-no-carro/

Please, Mr. Postman!

05/04/2012
Um britânico decidiu criar seu próprio serviço de correios, entregando cartas em uma bicicleta com ares de antiguidade, na cidade de Bude, em Cornwall, no sudoeste da Grã-Bretanha.
Graham Eccles começou o negócio depois que o Royal Mail anunciou um aumento no preço das tarifas. Eccles decidiu entregar cartas no mesmo dia ou no dia seguinte em sua região por 25 pence por carta (R$ 0,72), menos da metade do preço cobrado pelo Royal Mail.
Clique na imagem acima para ver o vídeo produzido pela BBC (em português).
Outro objetivo dele é colocar caixas de coletas em escolas, para que as crianças escrevam cartas umas às outras, como forma de aumentar o interesse pela escrita.
A bicicleta parece uma penny-farthing, e tem chamado a atenção pelas ruas tanto quanto o serviço eficiente e rápido de correios.
Eccles diz que não é uma penny farthing legítima, mas um uniciclo adaptado. E não é mesmo! A foto abaixo é de uma verdadeira penny farthing
E esta ilustração mostra melhor como o guidão era bem diferente da bicicleta do carteiro:
Este modelo de bicicleta recebeu o apelido de penny farthing por causa de duas antigas moedas britânicas, de tamanhos diferentes:

farthing - 1901

penny - 1897
as fotos acima, tiradas de Coins of England and Great Britain, não são comparativas. Mas esta foto, feita com moedas mais recentes, deixa óbvio que o apelido tem tudo a ver!
Um boa ideia esta do Graham Eccles! Quem usa os serviços da bicicleta-correio valoriza a economia local e ainda poupa  dinheiro. O mesmo dinheiro que deu apelido ao modelo de bicicleta usada para entregar cartas!
Leia mais: esta reportagem  esta outra, da BBC britânica, ambas em inglês.
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http://biciclotheka.wordpress.com/category/bicicletas-cabulosas/