quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Saxo Bank quer vitória no Tour com Contador

A vitória na Volta a França, com o espanhol Alberto Contador, é o grande objetivo da equipa dinamarquesa Saxo Bank para 2012, revelou esta terça-feira o diretor desportivo do conjunto, Bjarne Riis.

Riis mostrou-se "muito satisfeito" com o plantel de 29 corredores, entre os quais os portugueses Bruno Pires e Sérgio Paulinho, que participam no estágio da equipa, que começa hoje em Israel.

"Tem havido especulações dizendo que a equipa não é suficientemente forte, mas não estou de acordo. Temos uma equipa forte", garantiu.

Embora a equipa não retire importância às clássicas e à Vuelta e ao Giro, "o primeiro" objetivo é vencer o Tour com Contador, que busca o quarto triunfo na "Grande Boucle".

A primeira concentração da equipa esta temporada decorre em Israel, um país sem tradição no ciclismo, no qual a Saxo Bank ajudará a construir uma escola de ciclismo para crianças judias e árabes, participando na primeira prova de ciclismo que passará pelo centro de Jerusalém.

Na apresentação da formação, o "chefe de fila" Alberto Contador escusou-se a abordar o seu caso que está a ser julgado pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), devido ao controlo adverso durante o Tour de 2012, assegurando estar focado no estágio da equipa.

"Isso foi algo que ocorreu na semana passada. Agora estou plenamente concentrado nisto e em nada mais", sublinhou o três vezes vencedor da Volta a França, que, após quatro dias de audição no TAS, aguarda o veredicto, esperado para o início de 2012.

Em 2011, Contador disputou e venceu o Giro mas, para 2012, pretende "um programa bem organizado para chegar descansado ao Tour".

"No ano passado não tive uma boa preparação e este ano quero fazê-la de forma perfeita", frisou o corredor, que descartou disputar a prova italiana este ano, preparando um calendário competitivo diferente, com uma pausa para retomar a competição em junho no Dauphiné, sem descartar a participação na Vuelta.

Corroborando dos objetivos de Riis, Contador considera ter "todas as garantias" para ambicionar novo triunfo no Tour, manifestando "confiança" nos seus companheiros de equipa.

Além disso, o corredor de Pinto mostrou-se entusiasmado com a possibilidade de alinhar na prova de contrarrelógio dos Jogos Olímpicos de Londres'2012, para aproveitar a forma alcançada para o Tour, mas rejeitando o favoritismo por que o traçado não se adapta às suas características.

http://www.record.xl.pt/Modalidades/Ciclismo/interior.aspx?content_id=729175

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Veredito final de Alberto Contador sairá apenas em Janeiro de 2012

Aprenda a ajustar a sua bicicleta

O bom ciclista é amigo do motorista.

Por ANDRÉ

Como seria legal se na sociedade as pessoas se tratassem como irmãs e irmãos, tomando atitudes simples, como oferecer ajuda quando vissem alguém passando algum tipo de necessidade e nem pensassem duas vezes em ajudar.

No dia 7 de novembro aprendi a ser mais sensível com meu próximo. Sai bem atrasado de casa – minha aula é às 19 horas-, sai já era 19h10min. Chegando na praça do Atlético com minha bicicleta, um homem me parou e me pediu ajuda. Ele estava com o seu carro parado em meio à um congestionamento enorme na Getúlio Vargas, por ter esquecido de encher o tanque de combustível. Falei para ele que estava com pressa, mas pensei uma segunda vez e resolvi parar e ajudar. Ele me deu 20,00 reais e uma garrafa. Fui então até o posto mais próximo e enchi-a, o que custou 6,50 reais. Ao voltar, ele me ofereceu 10,00 reais, ao que eu recusei prontamente. Ele agradeceu, mas fiz questão que ele levasse o flyer dowww.votolivre.org e outro sobre respeito às mulheres. Acontece que, quando eu estava chegando com a gasolina, aproximou-se do carro um homem desempregado pedindo ajuda. Eu estava sem dinheiro, mas o dono do carro – que eu havia ajudado – deu uma parte do troco para ele, somente 2 reais. Vendo aquela situação, me arrependi de ter recusado os 10,00 reais, pois poderia ter usado a grana para ajudar o desempregado. Mas independente disto, pude conversar um pouco com ele e deixei a mesma mensagem que tinha deixado com o motorista. Os 2 reais não foram suficientes para o desempregado conseguir comprar a sua janta – conforme era a pretensão daquela carente pessoa. Eu gostaria de ter ajudado mais, mas como falei estava sem grana naquele momento. Percebi que ele estava realmente sendo sincero, pois ele não pensou duas vezes em ajudar um outro motorista passando stress por ter o carro quebrado no outro lado da rua. Foi logo ajudar com o objetivo de também descolar alguma gorjeta, pois desta ajuda dependia a comida que ele iria comprar para ele e sua família. Comentei com ele também que as pessoas deveriam ser mais companheiras uma das outras e ajudar mais o seu próximo. Quando entreguei o flyer do www.votolivre.org falei também que sou cicloativista e expliquei que esta é uma iniciativa popular para acabar com aquilo que estávamos vendo naquele exato momento: um trânsito caótico. Não pude ajudá-lo com dinheiro, mas o ajudei com a conscientização. Ele agradeceu e seguiu.

Eclesiastes 7:12 diz: “Porque a sabedoria serve de defesa, como de defesa serve o dinheiro; mas a excelência da sabedoria é que ela preserva a vida de quem a possui.”

Curitiba seria outra se o egoísmo não dominasse os coração e se as pessoas pensassem mais umas nas outras! E seria outra se as pessoas tivessem a consciência e a sabedoria que esta simples ferramenta, que é a bicicleta, é um instrumento de preservação da vida!

Se algum dia andando ou pedalando ou até dirigindo o teu carro, você puder ajudar alguém, ajude! Um dia pode ser você que precise de ajuda! Vamos fazer a revolução do amor e acabar com o rótulo de “gente fria” que dão para os curitibanos! Supere você mesmo!

http://www.bicicleteiros.com.br/2011/11/o-bom-ciclista-e-amigo-do-motorista/

Brasil já reserva vagas para o ciclismo nos Jogos Olímpicos de 2012

Janaina Azzoni - São Paulo/SP - 25/11/2011

Ciclismo de rua é praticado por amadores e profissionais
Ciclismo de rua é praticado por amadores e profissionais
O ciclismo ganhou ares de modalidade esportiva em meados do século XIX, na Inglaterra, quando as disputas passaram a acontecer em recintos fechados com pistas de madeira que receberam o nome de velódromo. O aperfeiçoamento do veículo foi possibilitando aos corredores conquistarem maiores velocidades e em 1865 já existiam entusiastas do esporte.

Vinte anos depois, em 1885, com a difusão do esporte pela Europa, fundou-se na França a União Ciclística Internacional e então, desde a primeira Olimpíada da época moderna, em Atenas, o ciclismo já fazia parte dos Jogos Olímpicos. No Brasil, o esporte já vinha sendo considerado o esporte da moda, principalmente em São Paulo, no final do século XIX. Em 1925 surgiu a Federação Paulista de Ciclismo. Logo depois, em 1938, acontecia em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o primeiro campeonato brasileiro da modalidade. É possível dividir o ciclismo em quatro modalidades: Montain Bike, BMX Estrada e Pista.

No ciclismo de pista as provas são realizadas no velódromo conforme as normas da UCI (União Ciclística Internacional). A pista deve ter formato oval com curvas inclinadas que variam de 35 a 35 graus e extensão de 180 a 500 metros. Ainda como antigamente, as mais indicadas são as pistas de madeira, mas também existem as de cimento. A modalidade ainda subdivide-se em várias categorias: Velocidade 200 metros, Velocidade por equipes, Perseguição individual, Perseguição por equipe, Prova por pontos, Keirin e Madison.

No ciclismo de estrada usa-se a bicicleta speed que são mais leves que as convencionais e tem a arquitetura mais aerodinâmica. Nessa modalidade existem dois tipos de competição: Contra o relógio e Estrada.

A modalidade Montain Bike é a que traz mais variações aos competidores que têm como objetivo atravessar percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Envolve resistência, destreza e auto-suficiência. Entre os tipos de competição estão o Cross-Country (ou XCO), o Downhill (ou DH), Freeride, 4X e Enduro de
Regularidade.

Na modalidade BMX, que chama a atenção entre os amantes dos esportes radicais, também há subdivisões: Racing, Freestyle, Dirt Jumping, Vertical, Street, Park e Flatland.

A Tour de France é uma das provas de ciclismo mais famosa do mundo. Na modalidade estrada, foi realizada pela primeira vez em 1903. Nessa corrida de três semanas, os competidores disputam fases diárias com distâncias de até 260 km, pedalando pela França, Alpes e Pirineus. Na edição 2011, que aconteceu em setembro passado, quem conquistou o primeiro lugar foi o australiano Cadel Evans, o primeiro da sua nacionalidade a receber o título da mais importante prova do ciclismo mundial.

Já a corrida de um dia mais longa do mundo é a Lotoja, que percorre 332 km de Logan, Utah, até Jackson, Wyoming, nos Estados Unidos.

No Brasil, o ciclismo é administrado pela Confederação Brasileira de Ciclismo e pelas Federações de suas respectivas cidades, como por exemplo a Federação Paulista de ciclismo.

Para os Jogos Olímpicos de 2012 o Brasil já tem reservadas quatro vagas: três no ciclismo masculino de estrada e uma na prova masculina de contrarelógio. No último Panamericano, que aconteceu em Guadalajara, no México, 20 atletas brasileiros competiram na modalidade. Entre eles Armando Camargo – sexta colocação na modalidade Pista Perseguição por Equipe, Flavio Cipriano – oitavo colocado na modalidade Pista Velocidade Individual e Janildes Fernandes – sétima colocada na modalidade Pista Perseguição por Equipe.

Evolução da bicicleta

Bike Indoor -- bicicleta ergométrica que simula o Le Tour de France

Andar de bicicleta alivia o estresse e fortalece músculos e articulações

Além de ser vantajosa para o meio ambiente, prática faz bem para a saúde. Especialistas dão dicas para pedalar de maneira segura e saudável.

Tirar a bicicleta do fundo da garagem pode ser uma boa ideia para a saúde. Além de ser uma prática vantajosa para o meio ambiente, pedalar melhora o sistema cardiorrespiratório, alivia o estresse mental, queima calorias e fortalece os músculos e as articulações.
O ciclista consegue trabalhar no mesmo exercício musculaturas diferentes: quadríceps, musculatura posterior da coxa, panturrilha, glúteos, musculatura abdominal e extensores da coluna. Até os músculos do ombro, braço e antebraço são desenvolvidos no ciclismo.Tirar a bicicleta do fundo da garagem pode ser uma boa ideia para a saúde. Além de ser uma prática vantajosa para o meio ambiente, pedalar melhora o sistema cardiorrespiratório, alivia o estresse mental, queima calorias e fortalece os músculos e as articulações.

Mas pedalar requer atenção e cuidados. Uma bicicleta mal ajustada ou um erro de postura pode causar sobrecarga mecânica e conseqüentemente provocar dores na coluna lombar, cervical, joelhos, tornozelos e pés, além de formigamento nas mãos.

O preparador físico José Rubens D’Elia sugere que o ciclista se sinta confortável e não precise forçar a coluna durante a pedalada. Para melhorar o desempenho e evitar cãibras, é importante também fazer alongamento antes de pedalar como mostraram os especialistas no programa.

Segundo o ortopedista Ivan Rocha, para saber se o selim está ajustado corretamente, o cano da bicicleta deve estar de 10 a 13 centímetros à mostra.

O ideal é que o selim esteja na horizontal, apesar de alguns ciclistas preferirem inclinar levemente a parte de trás para evitar dormência na virilha. O importante é que o quadril não oscile durante a pedalada.

É importante lembrar que o guidão em “U” só é indicado para profissionais em corridas especiais e não deve ser usado no dia-a-dia porque pode prejudicar a dirigibilidade e a postura. De acordo com D'Elia, não é recomendado apertar o guidão com força, mas sim segurá-lo de maneira suave.

A postura, aliás, é um fator que merece atenção na hora de pedalar. De maneira geral, a coluna lombar deve ficar em um ângulo de 30 a 40 graus com um bom apoio das mãos. Se tiver encurvada demais, pode gerar dor nos ombros.

No caso de pedalar à noite, o ciclista deve usar roupas claras e reluzentes, além de ter uma luz traseira conectada à bicicleta ou cinto, para que seja visto à distância.

Os obstáculos nas ruas também são perigosos, então é preciso ficar atento a tampas de bueiros, óleo, areia e pedras na pista, além de outros ciclistas que possam aparecer.

KIT BÁSICO DO CICLISTA

Garrafa de água: garante a hidratação durante a atividade, repondo o líquido perdido pelo suor

Capacete: cores claras são mais indicadas e devem se ajustar bem à cabeça Protetor solar: use o produto no rosto e nas demais partes do corpo expostas ao sol

Silicone protetor: proteja a região perineal de traumas repetitivos Luvas: protegem as mãos em casos de queda e devem ter acolchoamento no centro da mão

Óculos: protege a visão e evita a cegueira instantânea no caso de olhar para o sol

Para não desviar a atenção, o ideal é não utilizar fones de ouvido que podem bloquear sons que precisam ser ouvidos para dirigir defensivamente.

Se a intenção da prática é queimar mais calorias, o ciclista deve optar pela marcha lenta e pedaladas mais rápidas para não sobrecarregar os joelhos. Para exercitar os músculos, as mãos e o corpo devem ser deslocados com frequência para modificar a angulação das costas, pescoço e braços.

Vale lembrar que a bicicleta é um veículo, portanto, é essencial conhecer todos os sinais de trânsito. O uso da ciclovia ou ciclofaixa é obrigatório: quando elas não existirem, pode-se usar o acostamento ou a faixa de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via.

Para um bom relacionamento com os motoristas, o ciclista pode utilizar sinais de mão para alertar sobre mudanças de direção que pretende fazer.

Caso a pedalada na rua não seja possível, transformar a bicicleta em uma bicicleta ergométrica é uma opção. Um aparelho conhecido como "rolo de treino" ou "rolo de apoio", colocado na roda traseira, pode ajudar o ciclista a subir na bicicleta e pedalar sem sair do lugar. A vantagem é que essa ferramenta custa de R$ 400 a R$ 800, enquanto uma bicicleta ergométrica custa em média R$ 1.500 - praticamente três vezes mais cara. Ou seja, por um terço do preço, é possível fazer uma adaptação que permite pedalar em dias de chuva, sem pegar trânsito e longe da poluição.

É fundamental que o ciclista faça uma revisão periódica na bicicleta: verifique os freios e a calibragem dos pneus; observe e corrija, se necessário, folgas das partes móveis como a roda, caixa de direção e pedais.http://www.atribunanews.com.br/vida-saude/andar-de-bicicleta-alivia-o-estresse-e-fortalece-musculos-e-articulacoes

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Mototransbike


http://mototransbike.blogspot.com/

Desafio 500km - Rogério Pacheco

"Tudo pronto para mais uma superação: 25 voltas ou 500 km em torno da Lagoa da Pampulha.
Conto com apoio de todos em prol desta campanha que certamente muitos benefícios para todos nós que pedalamos e ate mesmo para quem caminha na Lagoa da Pampulha, seja lazer ou treinamento.
Contudo, possamos ter mais segurança.
A ideia é apresentar o projeto completo às autoridades juntamente com as centenas de pessoas que já endossaram e muitas outras podendo ajudar neste ABAIXO ASSINADO que ficará disponível na arena em frente a Igreja da Pampulha por todo o tempo que eu e muitas outras pessoas estiverem pedalando e, juntos mostrar nossa força!"

Bazar de Natal - Centro de Desenvolvimento Down do Planalto

Artigos natalinos e roupas em geral.
Dia 5 de Dezembro à partir das 13:00 h.
Av. Dr. Cristiano Guimarães, 2137-A, Planalto
Belo Horizonte - MG
(31) 3492-9338 (31) 3441-7283
A CDDOWNP é uma entidade de direito privado, de caráter assistencial, cultural, filantrópico, sem fins lucrativos. Integrado por pais e amigos da Síndrome de Down e outras deficiências.
Surgiu para atender as pessoas excluidas do convívio social por falta de oportunidade e condições.
Funciona hoje em um espaço cedido temporariamente pelo ISI - Instituto Santo Inácio (Faculdade de Teologia e Filosofia dos Padres Jesuitas), localizado na Av. Dr. Cristiano Guimarães, 2127-A, bairro Planalto, Belo Horizonte, Minas Gerais.
O Centro oferece atendimento pedagógico aos alunos por meio de oficinas profissionalizantes, teatro, artes plásticas, musicoterapia, cozinha pedagógica, apoio religioso, atividades artísticas e culturais.
O atendimento e as atividades são ministradas por 10 voluntários aos 30 alunos com deficiências como a Síndrome de Down, paralisia cerebral e autismo.
Qualquer doação será benvinda.

III PEDALANDO CONTRA A DENGUE*****NA ORLA DA LAGOA DA PAMPULHA 26-11-2011

Rolê e diversão sobre 2 Rodas

Visual exuberante da Natureza da Cantareira/MTB
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No inicio do mês de novembro mais precisamente no dia 5, foi meu aniversario- quando completei orgulhosamente meus 44 anos de vida. Sendo que mais de 30 destes anos dedicados as bikes, ao rolê e a diversão sobre 2Rodas!
E no dia 10 também deste mês ganhei um presente que me deixou muito feliz, uma sessão de fotos PRÓ, dos amigos bikers e fotógrafos Adilson Martins e André Bortoletto. As fotos rolaram em uma descontraída e divertida Jam no Green Bike Club, lugar que frequento sempre que posso e tenho o prazer de fazer parte deste grupo de amigos. Estas fotos traduzem momentos de muita alegria e anos de dedicação e rolê. Vamos então ao que mais interessa ação, se possível com as rodas no AR !!!
No Green Bike Party Novembro de 2011...

Toyota cria uma bicicleta que "lê a mente"

fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=2144006

A Prius X Parlee, a versão duas rodas do carro híbrido Toyota Prius, nasceu de uma parceria com a empresa de bicicletas Parlee e a empresa de design Deeplocal. Veja o Vídeo.

A marca Toyota criou a Prius X Parlee (PXP), uma bicicleta que lê a mente do utilizador e muda as velocidades automaticamente. O velocípede assenta nos avanços tecnológicos experimentados com o carro Prius AVOS (Sistema Automático de Operação do Veículo), um híbrido inovador e fácil de utilizar, graças à sua concepção intuitiva e sensorial.

Concebida pelo famoso designer de bicicletas Bob Parlee, em conjunto com a empresa de engenheiros Deeplocal, a mais recente criação futurista da Toyota, a bicicleta PXP, foi concebida para ser um modelo aerodinâmico e é totalmente feita de carbono.

Além de combinar a tecnologia agressiva de uma bicicleta de corrida, a PXP tem também a acessibilidade de uma bicicleta de estrada. É desenhada não só para ter um bom desempenho mas também, para percorrer grandes distâncias.

O que torna esta bicicleta especial é o capacete criado pela Deeplocal, que permite ao utilizador controlar o velocípede apenas com o pensamento.

Ler Artigo Completo(Pág.1/3)

Como usar o capacete

http://www.cenasapedal.com/blog/2008/05/10/como-usar-o-capacete/

Publicado em por Bruno Santos

Usar o capacete é uma decisão pessoal que a ser tomada deve ser posta em prática de forma adequada. Um capacete mal colocado pode ser pior que nenhum capacete. O capacete não deve ser usado porque sim, como quem segura o cinto de segurança sem o prender, a segurança não deve ser apenas uma questão de alguém nos multar, mas deve ter uma razão. Usar capacete, colete, etc, deve servir um propósito e não ser um placebo para a sensação de insegurança.

Qualquer capacete que tenha sofrido choques e/ou danos deverá ser substituido. A integridade da sua estrutura (que supostamente absorve alguma da energia de um embate) é essencial para que o capacete possa desempenhar a função para a qual foi, supostamente, desenhado.

Considerando que se opta por usar capacete, deve ter-se em atenção o seguinte:

Não se deve usar o capacete… ao contrário. :P
As presilhas não devem estar largas.
Com as presilhas mal ajustadas o capacete pode cair para trás.
Ou pode cair para a frente.
Se o capacete cair para trás pode funcionar como estrangulador.
Se o capacete não for do tamanho certo ou se estiver mal regulado, acaba a dançar na cabeça e não desempenha a função dele…
O ajuste das presilhas deve estar logo abaixo da orelha para evitar que o capacete se desloque para a frente e para trás.
As presilhas devem estar justas e sempre apertadas.
Prontinho!

Boas pedaladas!