quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vídeo - As férias de Mister Bean - cena da bicicleta

Questão de inteligência

O município de Rio Claro(S.P.) vem implantando, em algumas de suas ruas, o que chamam de ciclofaixa. A medida busca facilitar a vida dos ciclistas no constante relacionamento com os veículos que circulam pela cidade. Considerado um dos municípios que possuem os maiores números de bicicletas por habitantes no Brasil, Rio Claro enfrenta da mesma forma um grande número de acidentes no trânsito.


A relação entre ciclistas e motoristas tem rendido longas discussões e críticas por parte dos dois lados. Cada qual se defende perante a imprudência do outro, o que não deixa de ser preocupante. Longe de acreditar que exista um lado com mais ou menos razão que outro, acreditamos que a instalação da ciclofaixa foi decidida para facilitar o convívio e evitar perdas trágicas. Cabe, agora, se discutir uma adequação à realidade.


O sucesso da ciclofaixa depende da educação dos envolvidos, mas também causa preocupação, principalmente nos cruzamentos entre ruas e avenidas. A grande dúvida fica por conta da largura de ruas e avenidas, principalmente na área central, que não ultrapassa os sete metros. O pouco espaço, dividido ainda por carros, motos, caminhões e bicicletas, agora se reduz com a ciclofaixa. Nova preocupação que exige a atenção de motoristas. É importante proteger os ciclistas, mas é necessária a colaboração de todos. Um exemplo é a área de acesso aos ônibus urbanos, que interrompe as ciclofaixas. Neste caso e em outras situações polêmicas, é preciso retomarmos o ponto mais importante da situação. Aquele que envolve a educação no trânsito. De nada adianta pintar o solo, se não houver colaboração e comprometimento. A criação das ciclofaixas é positiva, mas, sem esse comprometimento, o efeito pode ser perigoso. Um corredor da morte pode estar sendo implantado no município. A redução de velocidade é uma medida que pode ajudar. Mas o mais importante mesmo fica pela consciência de motoristas, pedestres e ciclistas. Se todos atuarem em conjunto e de olho na proteção à vida do ser humano, teremos sucesso. Com respeito à vida, a segurança no trânsito de Rio Claro vai avançar. Um processo em que a participação do coletivo é fundamental e capaz o suficiente para se evitarem mortes trágicas.

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/editorial/78249--Questao-de-inteligencia--
fonte:

Cidade dos EUA ganha quiosques de auto-atendimento para reparo de bicicletas


Em seus longos passeios de bicicleta pela cidade de Mineápolis, nos Estados Unidos, Chad e Alex ficaram na mão diversas vezes por conta de um pneu furado ou vazio. A situação levou os amigos a pensar em uma alternativa para consertar suas bikes, a qualquer hora do dia, sem precisar da ajuda de borracheiros. Assim nasceu o quiosqueBike Fixtation.

Equipado com acessórios para pequenos reparos como troca e ajuste de bancos e guidões e bomba para encher pneus, entre outros, o negócio permite que qualquer pessoa conserte a sua própria bicicleta.

O preço é sugerido de acordo com a tarefa que o ciclista deseja desempenhar em sua bike. A máquina funciona à base de moedas, como uma vending machine. O negócio também dá espaço para a venda de chocolates, balas e biscoitos para os viajantes que desejam fazer um lanchinho.

Dois quiosques da marca já estão instalados em estradas da região. Aos que desejam adquirir uma unidade do negócio, Chad e Alex dão apoio para instalação, manutenção, divulgação e administração das máquinas
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI245217-17180,00.html

Saiba quais são as dificuldades enfrentadas pelos ciclistas em SP

http://jovempan.uol.com.br/videos/saiba-quais-so-as-dificuldades-enfrentadas-pelos-ciclistas-em-sp-58246,1,0

Inauguraçã​o da Ciclovia da Av. Risoleta Neves (Via 240)

Neste sábado, a partir das 9h, acontecerá a cerimônia de Inauguração da Ciclovia da Avenida Risoleta Neves (Via 240), entre a Estação São Gabriel e a Avenida Saramenha. A Ciclovia faz parte do primeiro lote em execução, dentro do programa Pedala BH.
A inauguração contará com a presença do prefeito Márcio Lacerda.

Local: Centro Cultural próximo à rotatória da Av. Saramenha.
A BHTrans convida todos os ciclistas a participar.
* Haverá uma tenda com manutenção rápida de bicicletas neste dia, em parceria com a GlobalShop.
Repercussão no fórum do MTB-BH: http://mountainbikebh.com.br/forum/viewtopic.php?f=1&t=26883
Por E-mail:--
Vinícius Mundim Zucheratto

Pedalagoa - calendário julho de 2011

Amigas e amigos,Por motivo das férias, a programação para os três últimos domingos, tem a finalidade de atender a todos os participantes do Pedalagoa, filhos, pais, mães, iniciantes e veteranos:
03/07 - Morro do Papagaio (Via Feitiço-downhill - novidade) - 22 Km - saída 8:00 hs. do Vivendas
alternativo: Lagoinha de fora - 18 Km
10/07 - PESU (Parque Estadual do Sumidouro - Via cruzeiro secular de Dom José Paes) - 44 Km - saída 8:00 hs. do Vivendas
17/07 - PDF (Pedal da Família/Faz. Afonso de Morais/FELUMA) - 14 Km - saída 8:00 hs. do Vivendas
24/07 - PDF (Pedal da Família/360°) - 14 Km - saída 8:00 hs. do Vivendas
31/07 - PDF (Pedal da Família/Faz. das Meninas) - 14 Km - saída 8:00 hs. do Vivendas

Vídeo -PEDAL URBANO ATÉ O CENTRO DE BH

NAVEGANDO NUM MAR DE CARROS****O TRÂNSITO ESTAVA TRÂNQUILO ASSIM PORQUE JÁ ERA TARDE,POR VOLTA DAS 9:00 HORAS. SE FOSSE MAIS CEDO, ATÉ DE BIKE SERIA DIFÍCIL DE ANDAR.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Fotos: 2° Troféu Terra da Sobriedade de Ciclismo


AS FOTOS ESTÃO POSTADAS NO BLOG
WWW.PEDALDOFRANGOFOTOS.BLOGSPOT.COM

Conheça as bicicletas que farão sucesso no futuro

Modelos elétricos viram alternativa contra o trânsito e a poluição nas cidades grandes

Do R7, com Webmotors (Greenvana Style)

Que a bicicleta está entre os meios de transporte mais verdes, não há dúvida. Mas, infelizmente, ela ainda não é tão usada nos centros urbanos brasileiros. Mundo afora, a tendência de ir trabalhar ou para a escola de bike ganha cada vez mais adeptos.

Veja as novidades no blog Carros

Além disso, para melhorar design e performance, novos modelos inusitados e até futurísticos entram em cena. Selecionamos quatro inovações desse segmento que prometem agradar àqueles que não querem chegar suados ao seu destino final, seja com um modelo elétrico ou movido a energia solar. Qual seria a sua preferida?

1. O projeto conhecido como Electric Diwheel With Active Rotation Damping é um transporte alternativo inovador. Apelidada de EDWARD, foi desenvolvida por estudantes de Engenharia Mecânica da Universidade de Adelaide, na Austrália. Com maior estabilidade que os modelos anteriores, é elétrica e pode ser controlada com o motorista ficando de ponta cabeça. Atinge até 40 km/h. Não há previsão de quando estará no mercado, pois ainda está em processo de testes.

edward bike

O "motorista" da EDWARD pode ficar de ponta-cabeça para controlar a bike (Divulgação)

2. A bicicleta elétrica L3 foi feita para os turistas. Com a forma incomum de um triciclo, lembrando uma Vespa antiga, é pequena e compacta. Ideal para andar pelas ruas de uma cidade lotada. Pode chegar à velocidade máxima de 50 km/h. Suas rodas traseiras tornam possível fazer curvas acentuadas.

L3 bike

Estilo triciclo dá mais estabilidade à L3, movida por motor elétrico (Divulgação)

3. Mais uma da família das elétricas, a Patrolman Bicycle foi desenvolvida por designers chineses. Possui sistema de GPS embutido e indicador de bateria com plug-in projetado para utilizar energia solar.

Patrolman bike

Desenvolvida na China, a Patrolman Bicycle tem clara indicação de carga (Divulgação)

4. Esta bicicleta funciona como uma planta, que precisa de fotossíntese para se desenvolver. Por meio da energia solar, o motor elétrico da CO2 Electric Bicycle entra em funcionamento e faz com que a bike se mova sem emitir qualquer poluente.

co2 bike

Energia solar carrega as baterias da bike elétrica CO2 (Divulgação)

Contador e Schleck na disputa do ano

http://desporto.sapo.pt/apostas/artigo/2011/06/28/contador_e_schleck_na_disputa_do.html

Para pedalar nos dias frios

Você curte andar de bicicleta? Então, veja alguns cuidados para girar o pedal no inverno

Por TaigaCazarine

Confira o que o ciclista Guga Machado, consultor da Houston Bikes, aconselha para você pedalar com segurança e eficiência quando a temperatura despenca.

*Hidratação: no inverno, a gente toma menos líquido, por isso hidratar-se durante o exercício é mais importante ainda. O ideal é dar goles a cada 30 minutos - mesmo se estiver sem sede.

*Alimentação: antes de subir na bike, para não faltar pique, invista em um carboidrato – ainda mais nos dias frios, quando o organismo gasta, naturalmente, mais energia para manter a temperatura corporal. Se você não comer, não terá motivação para a pedalada.

*Aquecimento: comece pedalando devagar, com uma marcha mais leve, e mantenha o ritmo por 5 ou 10 minutos. Faça o mesmo quando estiver acabando o exercício.

*Roupa: vista uma camiseta feita com tecido tecnológico, que absorve e expele o suor (como as de dry fit , por exemplo), e coloque um agasalho leve por cima. Caso esteja muito frio, use um gorro. Evite colocar camiseta de algodão e moletom, pois esse tipo de roupa não absorve o suor e, em contato direto com a pele, pode causar resfriado e até micose.

fonte:http://www.revistashape.com.br/fitness/1382/materia/para-pedalar-nos-dias-frios

Vandalismo e desleixo comprometem ciclovias em BH

Depredação em pista na Região Centro-Sul, descaso e ocupação de faixas para bicicletas por veículos e lixo em outras áreas mostram que a cidade não está preparada para as ciclovias

Flávia Ayer -

Na Rua Professor Morais, carros estacionam no trecho exclusivo e blocos de concretos que delimitam a via estão quebrados (GLADYSTON RODRIGUES/EM/D.A PRESS)
Na Rua Professor Morais, carros estacionam no trecho exclusivo e blocos de concretos que delimitam a via estão quebrados

A ciclovia da Região Centro-Sul de Belo Horizonte, chamada de Rota Savassi, com 2,8 quilômetros de extensão, pontapé do projeto que planeja implantar 138 quilômetros de pistas para bicicletas na capital até 2020, está prevista para ser inaugurada mês que vem, mas já foi atropelada pelo desrespeito e pelo vandalismo. Ao longo da Rua Professor Morais, no Bairro Funcionários, blocos de concreto, que delimitam a via, estão quebrados e carros estacionam no trecho exclusivo para ciclistas. A depredação obrigou a BHTrans, empresa que administra o trânsito da capital, a refazer parte do serviço.

A má notícia é que o exemplo de incivilidade não aparece apenas na nova ciclovia – que está dentro do investimento de R$ 1,16 milhão em 18 quilômetros de pistas a serem implantados até o fim do ano – e deixa rastro em parte dos 22 quilômetros já existentes. Na avaliação do coordenador do grupo Mountain Bike BH, Humberto Guerra, militante da causa, trata-se de reflexo de pessoas que ainda não veem a bicicleta como meio de transporte. “E não adianta só implantar ciclovias, mas mostrar o valor da bicicleta”, afirma o ciclista, que trocou o carro por uma bike, desfazendo o mito de que a montanhosa BH não combina com a “magrela”.

Diante de uma fiscalização falha, quem fica jogado no acostamento são os ciclistas. A Avenida Doutor Álvaro Camargo, no Bairro São João Batista, em Venda Nova, é cenário dos últimos atos de desrespeito. As placas da ciclovia ainda estão lá, mas sobre uma pista completamente tomada por carros. “Os donos das lojas arrancaram os blocos que marcavam a faixa exclusiva. Isso ocorreu aos poucos. Ninguém respeita. Somos obrigados a andar junto aos carros, sem segurança”, lamenta o ciclista Iran Silva Alves, de 45 anos.

No olho da rua

Na Avenida Tereza Cristina, que corta bairros da Região Noroeste e Oeste, ao depósito de entulho e à invasão de carros, que obrigam o ciclista a passar junto aos carros, se soma uma via mal planejada. Situada abaixo do nível da pista de veículos, a ciclovia fica alagada mesmo com chuva mais fraca. “Há uns pedaços muito ruins para andar, com muitas poças. A manutenção aqui é rara”, afirma o servente de pedreiro Bruno Aparecido Gonçalves, de 21.

Com tantos problemas, o estudante Felippe Kennedy, de 19, que também trafega diariamente pela Tereza Cristina, e nessa segunda-feira se arriscava em meio aos carros, conta que já foi quase atropelado. “Temos que fazer muitos desvios.” Tarefa mais complicada para o vendedor de pães Rafael da Silva, de 17, que leva a mercadoria na bicicleta. “Sempre há carro estacionado na ciclovia.”

Enquanto os ciclistas ficam suscetíveis a acidentes, os motoristas que estacionam nas ciclovias têm a justificativa na ponta da língua. “É rapidinho, parei só para pegar um dinheiro com um cliente”, diz José Maria Duarte, de 46. Na tarde dessa segunda-feira, ele desviou o carro dos blocos de concreto da Avenida Professor Morais e o parou na área de tráfego exclusivo de bicicletas, onde antes havia vagas de estacionamento rotativo. “Esta ciclovia tirou 40% do movimento da minha loja. Em 28 anos, nunca vi ciclista aqui. Não justifica uma obra dessa”, afirma o empresário Paulo Justino Gomes, de 51.

Educação

O coordenador de projetos de trânsito da BHTrans, José Carlos Ladeira, lamenta a depredação e diz que, além de implantar as pistas, o programa Pedala BH promove campanhas educativas para incentivar o uso da bicicleta. “Enquanto o cidadão não perceber que a ciclovia é de todos, vai ser complicado. Os moradores têm que denunciar as destruições.” Sobre as pistas antigas, Ladeira afirma que a ideia é incorporá-las à administração da BHTrans, função delegada às regionais.

Para o mês que vem, estão previstas a inauguração da ciclovia da Região Centro-Sul; da Avenida Américo Vespúcio, no Bairro Caiçara, Região Noroeste; e na Via 240, na Região Norte. A construção da pista do Barreiro começa nas próximas semanas. Inicialmente planejada para este ano, a revitalização da ciclovia da Avenida Doutor Álvaro Camargo, em Venda Nova, será adiada, pois a via será usada como desvio quando for iniciada a duplicação da Avenida Pedro I.

Ciclovias que serão construídas até o fim do ano

Risoleta Neves, na avenida de mesmo nome, na Região Norte
Barreiro, nas avenidas do Canal e Afonso Vaz de Melo
Américo Vespúcio, na avenida de mesmo nome
Savassi, na Rua Professor Morais, Avenida Bernardo Monteiro e Rua Piauí
Andradas, na Avenida dos Andradas, Rua Itaituba e Avenida Elísio de Brito: obra contratada

Ciclovias já existentes

Lagoa da Pampulha, na Avenida Otacílio Negrão de Lima, entre a Igrejinha São Francisco e o Museu de Artes da Pampulha
Avenida Tereza Cristina, trecho próximo à Via Leste/Oeste
Avenida dos Andradas, com início na Avenida Silviano Brandão até a Avenida do Contorno
Avenida Dr. Álvaro Camargo, em Venda Nova
Avenida Vilarinho, em Venda Nova

Fonte: BHTrans

Informativo FECIERJ / Rio de Janeiro


Bom dia!!!No último domingo trinta super heróis brevetaram os 600km do Audax Rio das Ostras e agora estão credenciados a participar dos 1.200km (França), parabéns aos nossos super heróis, boa viagem (e haja bumbum para ficar tanto tempo sentado no selim), segue convite em anexo de um evento imperdível que está sendo realizado pela Secretaria Estadual de Transportes deste apaixonado por bikes e grande amigo Julio Lopes... Abs. Claudio SantosPresidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de JaneiroRua Barão do Amazonas, nº 263/sala02 - Centro - Niterói - RJTelefones: (21) 8870-1833 / (21) 8448-6566 / (21) 2707-6700 / (21) 2620-6566 / Radio 120*14997Website: www.fecierj.org.bre-mail: contato@fecierj.org.br

Informativo FECIERJ / Rio de Janeiro

Recorde de inscritos e muita chuva marcam o 4º Giro 100k Rodada dupla no feriadão com o Ciclismo de Estrada e MTB mostra a nova cara do Ciclismo do Rio... Na quinta feira, a 4ª edição do Giro 100k registrou 308 inscritos, porém devido às fortes chuvas que desabaram desde a madrugada (só cessando ao final do evento), pouco mais de 200 atletas compareceram numa prova onde o índice técnico foi de altíssimo nível, no final, vitória do catarinense Anderson Zommer em um sprint final com o David Leite (2º colocado) e Anderson Latino (3º colocado) que estavam na única fuga bem sucedida daquela manhã chuvosa... Pouco mais atrás em fuga intermediária cruzou a linha o Master B Sandro Fernandes. No domingo muita emoção e adrenalina marcaram a 1ª etapa do Agulhas Negras MTB Cup no Município de Resende com vitória maiúscula do atleta Daniel Carneiro (Guga Team/Focus) na geral em mais uma super produção deste evento que cresce de forma inquestionável neste cenário “Off Road” Carioca... Mais de 220 inscritos e 100% de aprovação foi o resultado desta “festa do interior”. Na Elite Feminina, vitória da menina Josilene Ferreira (Cabo Frio) que nos emocionou com belas palavras após cruzar o pórtico de chegada... No próximo final de semana saímos da “lama” e “Autódromo” e vamos prestigiar o Ciclismo Indoor, é a vez do “Templo Ciclísticos do Rio” marcar presença na Copa Rio Master de Pista 2011... Os maiores atletas nacionais em uma super prova de tirar o fôlego no Velódromo do Rio (ao lado do Autódromo da Barra) você é nosso convidado, sexta dia 01/07 Congresso Técnico às 19:00 horas, sábado 02/07 Provas Seletivas a partir das 8:00 horas e domingo 03/07 finais emocionantes a partir das 8:00 horas, te vejo lá!!! Segue em anexo os convites dos eventos deste final de semana...
Abs. Claudio Santos
Presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro
Rua Barão do Amazonas, nº 263/sala02 - Centro - Niterói - RJ
Telefones: (21) 8870-1833 / (21) 8448-6566 / (21) 2707-6700 / (21) 2620-6566 / Radio 120*14997
Website: www.fecierj.org.bre-mail: contato@fecierj.org.br

Promoçao Bici Shop

Race Across America 2011


Campeonato Mineiro em Patos de Minas




Nos próximos dias 09 e 10 de julho, Patos de Mina será sede do Campeonato Mineiro de Ciclismo 2011. São aguardados atletas de todo estado, visto que esta é a competição mais importante da Federação Mineira de Ciclismo, valendo pelo ranking estadual.
Serão duas etapas. No sábado (09 de julho) será realizada a prova na categoria circuito, nas margens da Lagoa Grande, belo cartão postal de Patos de Minas, palco perfeito para disputas acirradas. Já no domingo será realizada uma etapa de resistência na MGC-354, rodovia que exige bastante dos ciclistas e conta com uma chegada com 6 km de subida. Ao total são 90 km.
A programação é a seguinte:
Sábado, 09 julho, 10h – Congresso Técnico no Teatro Municipal Leão de Formosa, localizado à Avenida Getúlio Vargas, 78 – Centro.
Sábado , 09 julho, 14h – Prova de Circuito nas Margens da Lagoa Grande.
Domingo, 10 julho, 08h – Prova de Resistência na MGC-354 com largada à Avenida Marabá em frente ao Parque de Exposições.
Inscrições
Você pode realizar sua inscrição acessando o www.noispedala.com.br até o dia 08 de julho ao valor de R$ 30,00 por prova. Clique aqui e faça sua inscrição. Para participar, é necessário que o atleta seja federado. Caso deseje participar da categoria open, não é necessário que o atleta seja federado.A inscrição deverá ser paga no congresso técnico, onde o atleta irá receber o kit de participação das provas.

Premiação
Medalha personalizada para os cinco primeiros colocados em cada categoria e premiação em dinheiro para os 3 primeiros em todas as categorias.
Categorias
Júnior – 17 e 18 anos (nascidos em 1993 e 1994)
Sub 30 – 19 a 29 anos (nascidos de 1992 a 1982)
Master A – 30 a 34 anos (nascidos de 1981 a 1977)
Master B – 35 a 39 anos (nascidos de 1976 a 1972)
Master C – 40 a 44 anos (nascidos de 1971 a 1966)
Master D – 45 a 49 anos (nascidos de 1966 a 1962)
Veteranos – 50 anos acima (nascidos de 1962 adiante)
Elite masculina (qualquer idade)
Elite feminina (qualquer idade)
Open – Para não federados (qualquer idade)
Portadores de Nescessidades Especiais (qualquer idade)
Lagoa Grande. Palco da prova de circuitoSerá disponibilizado alojamento para 60 atletas no Patos Tênis Clube. É necessário levar roupa de cama.
A realização é da Liga Patense de Ciclismo e Federação Mineira de Ciclismo.
A pontuação será da seguinte maneira:
1º – 15 pontos
2º – 12 pontos
3º – 10 pontos
4º – 8 pontos
5º – 7 pontos
6º – 6 pontos
7º – 5 pontos
8º – 4 pontos
9º – 3 pontos
10º – 2 pontos
A partir do 11º, todos os atletas que completarem ganharão um ponto.
Os pontos serão somados com a outra etapa que será realizada de acordo com agendamento da Federação Mineira de Ciclismo. Será adotado o regulamento da CBC e FMC.
Por Bruno Fernandes, noispedala.com.br

SDS,
Bruno Fernandes
http://www.noispedala.com.br
http://twitter.com/noispedala
http://facebook.com/noispedala
bruno@noispedala.com.br

terça-feira, 28 de junho de 2011

Quer vender ou comprar?

Vendo camisetas personalizadas...Esse e muitos outros anúncios no blog: www.pedaldofrangoanuncios.blogspot.com

Este blog é destinado à anúncios de vendas ou trocas de mercadoria de terceiros, não cabendo nenhuma responsabilidade sob o objeto anunciado. Para anunciar, envie um e-mail para pedaldofrango@gmail.com com os dados e fotos do objeto e contatos.
Valor:R$10,00.
Informações: pedaldofrango@gmail.com
O anúncio será postado após a confirmação do depósito.

Houve bicicletas, mas não houve nudez (fotogaleria e vídeo)

Cerca de 200 ciclistas participaram na primeira World Naked Bike Ride de Lisboa, para promover o uso da bicicleta na cidade, mas não houve nudez porque a polícia não deixou

Cerca de 200 ciclistas em trajes menores participaram hoje na primeira World Naked Bike Ride de Lisboa, com partida do Parque Eduardo VII, para promover o uso da bicicleta na cidade, como uma forma de proteger o ambiente.

"Este evento não é uma corrida, nós estamos aqui a manifestar-nos em prol da utilização da bicicleta como meio de transporte, em defesa do ambiente", disse hoje à Lusa Pedro dos Santos, organizador em Portugal da iniciativa, que nasceu em Espanha com o grupo Manifestación Ciclonudista e no Canadá com os Artists For Peace. A primeira corrida realizou-se em 2004 em vários países.

"Censurada"

Como a lei portuguesa proíbe a nudez integral, tal como recordou um agente do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, antes do início do passeio, que terminará junto à Torre de Belém, os participantes foram aconselhados a manter vestida a pouca roupa que envergavam, na maioria calções de banho ou de ciclismo, embora houvesse também kilts escoceses e mesmo um "top" de cartão onde se lia a palavra "censurada".

"Esta manifestação tem por base a World Naked Bike Ride, que é uma manifestação de sensibilização para o uso da bicicleta em que as pessoas vão nuas ou podem ir nuas. Aliás, o lema é 'As bare as you dare' [tão despido quanto se atrever] e serve para mostrar a vulnerabilidade do ciclista face ao automóvel", disse à Lusa Ana Brutt, que ajudou a organizar este evento e trazia escrita nas costas a frase "Obsceno é o trânsito".

"Também tinha medo das colinas"

Para Pedro dos Santos, que congregou os presentes gritando palavras de ordem como "Viva a bicicleta!" e "Viva o ambiente!" e trazia nas costas o desenho de um homem, seguido do sinal de mais e de uma bicicleta: homem mais bicicleta é igual a "máquina perfeita" e "menos CO2", a bicicleta é o meio de transporte ideal para se deslocar em Lisboa, apesar de esta ser conhecida como "a cidade das sete colinas".

"Eu ando de bicicleta em Lisboa há cerca de dois anos, três anos, comecei com uma bicicleta pequenina e comecei com muito medo, também tinha medo das colinas, mas se não formos por aquele caminho que nós conhecemos que é mais rápido e formos dar uma volta um bocadinho maior, vemos que não subimos colina nenhuma ou subimos de uma maneira mais suave", observou.

"O maior problema de Lisboa são os carros e a falta de condições para bicicletas"

"É super-possível -- também não há vergonha nenhuma em apearmo-nos da bicicleta e levarmo-la à mão -- e temos uns ótimos transportes públicos, que nos deixam levar a bicicleta, alguns com horários específicos, mas deixam levar a bicicleta de forma gratuita. Portanto, não há razão para não se andar de bicicleta: faz bem à saúde, faz bem ao stress, faz bem a tudo", defendeu.

Ana Brutt está de acordo e aponta alguns aspetos da cidade que podem ser melhorados para facilitar a circulação dos ciclistas, dizendo que o maior problema "não são as colinas e a velocidade".

"O maior problema de Lisboa são os carros e a falta de condições para bicicletas: não há ciclovias, não há estacionamentos e há uma enorme falta de civismo por parte dos automobilistas", enumerou.

Veja a fotogaleria:
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/houve-bicicletas-mas-nao-houve-nudez-fotogaleria-e-video=f657897#ixzz1QZPsJUAV
http://aeiou.expresso.pt/houve-bicicletas-mas-nao-houve-nudez-fotogaleria-e-video=f657897

Tour de France

Como a quantidade de links sobre o Tour é grande para ser postada, estamos colocando somente os links (6)
http://www.youtube.com/watch?v=mmpxKUDjlXA

Bicicletas: opção de transporte para ir ao trabalho - Hoje em Dia - vídeo

Em meio ao barulho das buzinas, motores e ao lado de carros potentes, as bicicletas aparecem tímidas. Aos poucos, elas vão conquistando espaço nas ruas e avenidas. Mas a falta de respeito no trânsito ainda é o grande problema para quem se aventura a pedalar pelas ruas e avenidas da cidade.

Ciclistas ficam sem proteção nas ruas

Fábio Munhoz

Do Diário do Grande ABC

2 comentário(s)


Apesar de listar direitos e deveres dos ciclistas, o Código de Trânsito Brasileiro não sai do papel quando o assunto é a proteção aos condutores de bicicletas. O artigo 201 da lei, sancionada em 1997 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), determina que os motoristas mantenham distância lateral mínima de 1,5 metro ao ultrapassar as bicicletas.

No entanto, na prática os ciclistas correm riscos ao transitar pelas ruas do Grande ABC dividindo o mesmo espaço com carros, ônibus e caminhões. Nos últimos dois anos, nenhum motorista foi multado por desrespeitar a distância mínima em Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá e Ribeirão Pires. Diadema e Rio Grande da Serra não informaram se houve autuações no biênio.

Para o advogado Marcos Pantaleão, da comissão de Direito do Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, o problema da lei é a dificuldade para a comprovação das infrações. "Como o agente de trânsito, ao olhar o veículo, vai saber se está a 1,5 m ou 1,3 m? É complicado fazer esse tipo de autuação. Por outro lado, muitas vezes é o próprio ciclista quem infringe a lei."

O código determina que as bicicletas devem ser equipadas com campainha, sinalização noturna e retrovisor. A maioria, porém, não dispõe desses itens. O ciclista só pode transitar na lateral da via, no mesmo sentido de circulação dos demais veículos.

Na avaliação do advogado, a melhor forma de conscientizar os motoristas é a criação de campanhas educativas. "A multa não vai resolver o problema, até porque muitos desconhecem essa lei."

O engenheiro Dario Rais Lopes, ex-secretário estadual de Transportes, acrescentou a dificuldade para o cumprimento da legislação. "Um carro off-road tem 1,8 m de largura. Se for somar com o 1,5 m de distância, dá 3,3 m, que é a medida da faixa. Ou seja, o motorista irá invadir a pista lateral", acrescenta o professor da Universidade Mackenzie.

Usuários cobram investimento e respeito

Ciclistas ouvidos pela equipe do Diário avaliaram que faltam investimentos do poder público em alternativas que valorizem o transporte sobre duas rodas. Atualmente, a região tem apenas 3,5 quilômetros de ciclovias e 2,7 quilômetros de ciclofaixas. A Prefeitura de Mauá pretende inaugurar nas próximas semanas faixa exclusiva para bikes na Avenida Washington Luís.

"Falta espaço para as biclicletas. Temos que dividir espaço com moto, carro e caminhão", comentou o diretor da Ascobike (Associação dos Condutores de Bicicletas), José Ronaldo Lemos. A associação coordena o bicicletário da estação ferroviária de Mauá, por onde passam 2.000 ciclistas diariamente.

O pintor Antônio Prado, 56 anos, anda 12 quilômetros por dia para ir de casa ao trabalho, em São Bernardo. Ciclista há 30 anos, ele lembrou os cuidados que devem ser tomados. "Tem que ficar muito atento com os carros. O pessoal não respeita."

O ajudante Moacir Silva, 39, já foi atropelado duas vezes enquanto guiava o veículo. "O desrespeito foi tão grande que o carro nem parou para prestar socorro."

Motoristas desconhecem a legislação

Criado em 1997, o Código de Trânsito Brasileiro ainda tem diversos artigos desconhecidos pela população. O trecho que obriga a manutenção de distância lateral mínima de 1,5 m entre veículos automotores e bicicletas nas ultrapassagens é apenas um exemplo.

O assunto veio à tona na semana passada, quando o empresário Antônio Bertucci, 68 anos, presidente do Conselho Administrativo da Lorenzetti foi atropelado por um ônibus na Zona Oeste da Capital enquanto conduzia uma bicicleta.

"O pessoal não respeita, não. Eu mesmo desconhecia essa obrigatoriedade", admitiu o corretor de imóveis Marcos Araújo, 46. Apesar de não ter se envolvido em acidentes com bikes, Araújo afirmou já ter visto diversos atropelamentos de ciclistas na região.

O aposentado Glademir Giovanoni, 65, revelou que também desconhecia a lei, mas disse que respeita os condutores de bicicletas ‘na medida do possível'. "Tem muito ciclista que é folgado também, que joga a bicicleta contra o carro. Mas, no geral, a situação é pior para as bicicletas", avaliou. Giovanoni concorda que é difícil obrigar o cumprimento da lei.

http://www.dgabc.com.br/News/5895263/ciclistas-ficam-sem-protecao-nas-ruas.aspx